Crônicas de um caderno engavetado
Deus não me concedeu asas de verdade para voar, mas me privilegiou com a dádiva de percorrer qualquer lugar do mundo através das palavras, seja como leitora ou como (aspirante a) escritora. Lapidar a sincronia entre imaginação e ação requer esforço redobrado e árdua dedicação, no entanto apesar de laborioso e nem sempre recompensador, esse processo também pode ser bastante divertido e os caderninhos que cultivamos estão sempre aí para compartilharmos com ele nossas ideias mirabolantes para aquela história que tem tudo para ser nossa obra-prima, abriga aquele poema de coração partido que a pessoa amada nunca vai ler, aquele pensamento que brotou em sua mente enquanto você estava no ônibus.
Os caderninhos registram o passar do tempo, o florescer da nossa escrita, o fenecer da inocência, delimitam o tempo com ou sem o cabeçalho porque quer gostemos quer não, o tempo não para e nós não passamos incólumes às mudanças do mundo, até porque dentro de nós a mudança acontece, prova disso é que nosso gosto literário se refina, o sossego nos apetece mais que uma balada cheia de gente e música alta, nosso gosto musical muda, mas aquela sede de contar histórias e transformar sonhos em realidade, não. Ela apenas ganha um foco, um quê da realidade, uma nova roupagem.
Este é um simples caderno de pensamentos e poesia que se contrapõe ao título porque não quer ficar engavetado, almeja conquistar o coração de algum leitor de alma sensível e o título, uma homenagem a uma prosa poética que infelizmente perdi para sempre.
Os caderninhos registram o passar do tempo, o florescer da nossa escrita, o fenecer da inocência, delimitam o tempo com ou sem o cabeçalho porque quer gostemos quer não, o tempo não para e nós não passamos incólumes às mudanças do mundo, até porque dentro de nós a mudança acontece, prova disso é que nosso gosto literário se refina, o sossego nos apetece mais que uma balada cheia de gente e música alta, nosso gosto musical muda, mas aquela sede de contar histórias e transformar sonhos em realidade, não. Ela apenas ganha um foco, um quê da realidade, uma nova roupagem.
Este é um simples caderno de pensamentos e poesia que se contrapõe ao título porque não quer ficar engavetado, almeja conquistar o coração de algum leitor de alma sensível e o título, uma homenagem a uma prosa poética que infelizmente perdi para sempre.
Mary
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1 Um dueto sobre o tédio
102 palavras
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2 Impressões sobre o tempo
480 palavras
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3 A beleza dos seus sonhos
197 palavras
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4 Aquela janela
348 palavras
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5 Coração ferido, mulher consciente
522 palavras
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6 História sem fim de um pelo outro
331 palavras
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7 Murmúrios
112 palavras
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8 Não faz tanto tempo assim...
475 palavras
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9 Bagunças e verborragia
119 palavras
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10 Digressões entre mim e o tempo
700 palavras
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11 Onde estão as histórias de amor?
142 palavras
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12 Mar
763 palavras
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13 Clarão no horizonte da desilusão
209 palavras
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14 Julho
193 palavras
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15 As duas faces da moeda
332 palavras
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16 Angustiada
348 palavras
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17 Impublicável
1079 palavras
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18 Em pedaços
721 palavras
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19 O vilão
1119 palavras
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20 Headlines
267 palavras
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21 Estranha ou não... apenas eu!
749 palavras
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22 Estou com saudades, falta de tempo e outras desculpas esfarrapadas
1298 palavras
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23 Superar se aprende superando
1094 palavras
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24 02 de Outubro
290 palavras
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25 Nos bastidores da insanidade
142 palavras
-
26 Meramente intencional, As vírgulas e Fingir
184 palavras
-
27 Lua
928 palavras
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28 Toda luz que emana da sua alma
1242 palavras
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29 Nos escombros do imprevisto
791 palavras
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30 2018
229 palavras
-
31 Ciclos da vida
603 palavras
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32 Seus olhos, meu oceano.
279 palavras
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33 Sintonia
241 palavras
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34 Em processo de desconstrução
570 palavras
-
35 Ode ao papel
351 palavras
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36 Fevereiro
110 palavras
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37 Retrato mental
213 palavras
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38 Pensamentos de uma alma inquieta
160 palavras
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39 Ah, pudera eu...
1920 palavras
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40 Memórias
404 palavras
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41 Você já parou para pensar que existe alguém que vê o sol brilhar em você?
269 palavras
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42 Memórias - parte 2
1560 palavras
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43 A vida, o adeus, as pessoas
612 palavras
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44 Por um instante
373 palavras
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45 Rabiscos na calada da noite
483 palavras
Sinopse
Deus não me concedeu asas de verdade para voar, mas me privilegiou com a dádiva de percorrer qualquer lugar do mundo através das palavras, seja como leitora ou como (aspirante a) escritora. Lapidar a sincronia entre imaginação e ação requer esforço redobrado e árdua dedicação, no entanto apesar de laborioso e nem sempre recompensador, esse processo também pode ser bastante divertido e os caderninhos que cultivamos estão sempre aí para compartilharmos com ele nossas ideias mirabolantes para aquela história que tem tudo para ser nossa obra-prima, abriga aquele poema de coração partido que a pessoa amada nunca vai ler, aquele pensamento que brotou em sua mente enquanto você estava no ônibus.
Os caderninhos registram o passar do tempo, o florescer da nossa escrita, o fenecer da inocência, delimitam o tempo com ou sem o cabeçalho porque quer gostemos quer não, o tempo não para e nós não passamos incólumes às mudanças do mundo, até porque dentro de nós a mudança acontece, prova disso é que nosso gosto literário se refina, o sossego nos apetece mais que uma balada cheia de gente e música alta, nosso gosto musical muda, mas aquela sede de contar histórias e transformar sonhos em realidade, não. Ela apenas ganha um foco, um quê da realidade, uma nova roupagem.
Este é um simples caderno de pensamentos e poesia que se contrapõe ao título porque não quer ficar engavetado, almeja conquistar o coração de algum leitor de alma sensível e o título, uma homenagem a uma prosa poética que infelizmente perdi para sempre.
Os caderninhos registram o passar do tempo, o florescer da nossa escrita, o fenecer da inocência, delimitam o tempo com ou sem o cabeçalho porque quer gostemos quer não, o tempo não para e nós não passamos incólumes às mudanças do mundo, até porque dentro de nós a mudança acontece, prova disso é que nosso gosto literário se refina, o sossego nos apetece mais que uma balada cheia de gente e música alta, nosso gosto musical muda, mas aquela sede de contar histórias e transformar sonhos em realidade, não. Ela apenas ganha um foco, um quê da realidade, uma nova roupagem.
Este é um simples caderno de pensamentos e poesia que se contrapõe ao título porque não quer ficar engavetado, almeja conquistar o coração de algum leitor de alma sensível e o título, uma homenagem a uma prosa poética que infelizmente perdi para sempre.
Notas adicionais
- Poemas toscos da minha autoria, reflexões feitas na calada da noite e tão somente!
— Homenagem a um texto muito especial que porventura perdi, por isso o título da fic ser esse.
— Homenagem a um texto muito especial que porventura perdi, por isso o título da fic ser esse.
Escrito por
Mary
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 7 de abr. de 2017 19:47
Atualizado em 7 de nov. de 2018 22:15
23654 palavras
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Notas adicionais
- Poemas toscos da minha autoria, reflexões feitas na calada da noite e tão somente!
— Homenagem a um texto muito especial que porventura perdi, por isso o título da fic ser esse.
— Homenagem a um texto muito especial que porventura perdi, por isso o título da fic ser esse.
Autor
Mary
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 7 de abr. de 2017 19:47
Atualizado em 7 de nov. de 2018 22:15
23654 palavras