Meine Shuld
Colocando-se de joelhos no corredor, abraçou-se, em uma tentativa mais do que inútil de parar com sua dor.
Sua cabeça doía, a voz que a tanto instigou a fazer coisas ruins, havia sumido, repentinamente, agora só restava a culpa, só restava o desgosto, a vergonha, só restava os trapos de uma alma que já teve compaixão.
Ela queria gritar, mas não podia, não merecia nada além de desgosto e aversão de si mesma, sentiu-se nojenta, sentiu-se doente, sentiu-se repugnante, sentiu-se... Desumana.
Ela queria chorar, mas nenhuma lágrima descia, ela sabia que seus olhos já estavam mais escuros do que a noite, ela sabia que o azul que a embarcava no horizonte não era mais nada além de um céu escuro, cheio de nuvens.
Ela queria entrar no quarto dele, queria abraça-lo, pedir desculpas por tudo o que havia feito, queria se redimir. Mas a vida não era tão fácil. Ela riu com desgosto dela mesma, mesmo nessa situação, tudo o que ela pensava era nela mesma...
Como ela era nojenta.
O corredor era silencioso, ela nem tinha permissão de estar ali, foi uma sorte ninguém estar ali, ela tentou se levantar, mas não encontrou forças nas pernas.
Tudo o que preenchia aquele corredor, era o barulho de uma máquina, apitando em um loop infinito. Tudo o que ela podia ouvir, era uma respiração pesada, cansada, uma respiração lenta, quase parada.
Tudo o que ela havia feito todo esse tempo, levou a esse momento.
- Me perdoe.... - ela tentou chorar. - Me perdoe.... - ela queria gritar, mas não sentia sua voz tão confiante quanto antes. - Me desculpe, Shinji...
Ela queria conforto em um momento como esse, queria um olhar preocupado, uma demonstração de carinho, ela queria se sentir segura, mas não podia...
A pessoa que sempre a fez se sentir segura, estava em uma cama de hospital...
Ela o tinha colocado lá.
Sua cabeça doía, a voz que a tanto instigou a fazer coisas ruins, havia sumido, repentinamente, agora só restava a culpa, só restava o desgosto, a vergonha, só restava os trapos de uma alma que já teve compaixão.
Ela queria gritar, mas não podia, não merecia nada além de desgosto e aversão de si mesma, sentiu-se nojenta, sentiu-se doente, sentiu-se repugnante, sentiu-se... Desumana.
Ela queria chorar, mas nenhuma lágrima descia, ela sabia que seus olhos já estavam mais escuros do que a noite, ela sabia que o azul que a embarcava no horizonte não era mais nada além de um céu escuro, cheio de nuvens.
Ela queria entrar no quarto dele, queria abraça-lo, pedir desculpas por tudo o que havia feito, queria se redimir. Mas a vida não era tão fácil. Ela riu com desgosto dela mesma, mesmo nessa situação, tudo o que ela pensava era nela mesma...
Como ela era nojenta.
O corredor era silencioso, ela nem tinha permissão de estar ali, foi uma sorte ninguém estar ali, ela tentou se levantar, mas não encontrou forças nas pernas.
Tudo o que preenchia aquele corredor, era o barulho de uma máquina, apitando em um loop infinito. Tudo o que ela podia ouvir, era uma respiração pesada, cansada, uma respiração lenta, quase parada.
Tudo o que ela havia feito todo esse tempo, levou a esse momento.
- Me perdoe.... - ela tentou chorar. - Me perdoe.... - ela queria gritar, mas não sentia sua voz tão confiante quanto antes. - Me desculpe, Shinji...
Ela queria conforto em um momento como esse, queria um olhar preocupado, uma demonstração de carinho, ela queria se sentir segura, mas não podia...
A pessoa que sempre a fez se sentir segura, estava em uma cama de hospital...
Ela o tinha colocado lá.
Classificação 18+
Comédia
Drama
Ficção Científica
Romance
Terror
Tragédia
Darkfic
Deathfic
Humor Negro
Horror
Amizade
Angst
Evangelion
Nyctophilia
-
1 Pesadelo 1 - Arrependimento.
5030 palavras
-
2 Capítulo 2 - Pesadelo 2 - Verdade
6177 palavras
-
3 Capítulo 3 - Pesadelo 3 - Observação.
4507 palavras
-
4 Capítulo 4 - Pesadelo 4 - Conhecendo o Antigo
4687 palavras
-
5 Capítulo 5 - Pesadelo 5 - Testes
4094 palavras
-
6 Capítulo 6 - Pesadelo 6 - Sofrimento PT 1
3413 palavras
-
7 Capítulo 7 - Pesadelo 7 - Sofrimento PT 2
3644 palavras
-
8 Capítulo 8 - Pesadelo 8 - Reconhecendo.
3731 palavras
-
9 Capítulo 9 - Pesadelo 9 - Honestidade.
5528 palavras
-
10 Capítulo 10 - Pesadelo 10 - Voltando ao Lar
4820 palavras
-
11 Capítulo 11 - Pesadelo 11 - A Minha Confidente.
3116 palavras
-
12 Capítulo 12 - Pesadelo 12 - Apresentando.
3023 palavras
-
13 Capítulo 13 - Pesadelo 13 - Doce Lar.
3415 palavras
-
14 Capítulo 14 - Confiança?
3346 palavras
-
15 Capítulo 15 - Pesadelo 15 - Aquilo que me Pertence
3365 palavras
-
16 Capítulo 16 - Não me deixe
3575 palavras
-
17 Capítulo 17- Querida Confiança.
3475 palavras
-
18 Capítulo 18 - Problemas a Caminho
2820 palavras
-
19 Capítulo 19 - Uma Sombra Nova
2977 palavras
-
20 Capítulo 20 - O Pináculo
4073 palavras
-
21 Capítulo 21 - Pensativa
2064 palavras
-
22 Capítulo 22 - A Calmaria.
6174 palavras
Sinopse
Colocando-se de joelhos no corredor, abraçou-se, em uma tentativa mais do que inútil de parar com sua dor.
Sua cabeça doía, a voz que a tanto instigou a fazer coisas ruins, havia sumido, repentinamente, agora só restava a culpa, só restava o desgosto, a vergonha, só restava os trapos de uma alma que já teve compaixão.
Ela queria gritar, mas não podia, não merecia nada além de desgosto e aversão de si mesma, sentiu-se nojenta, sentiu-se doente, sentiu-se repugnante, sentiu-se... Desumana.
Ela queria chorar, mas nenhuma lágrima descia, ela sabia que seus olhos já estavam mais escuros do que a noite, ela sabia que o azul que a embarcava no horizonte não era mais nada além de um céu escuro, cheio de nuvens.
Ela queria entrar no quarto dele, queria abraça-lo, pedir desculpas por tudo o que havia feito, queria se redimir. Mas a vida não era tão fácil. Ela riu com desgosto dela mesma, mesmo nessa situação, tudo o que ela pensava era nela mesma...
Como ela era nojenta.
O corredor era silencioso, ela nem tinha permissão de estar ali, foi uma sorte ninguém estar ali, ela tentou se levantar, mas não encontrou forças nas pernas.
Tudo o que preenchia aquele corredor, era o barulho de uma máquina, apitando em um loop infinito. Tudo o que ela podia ouvir, era uma respiração pesada, cansada, uma respiração lenta, quase parada.
Tudo o que ela havia feito todo esse tempo, levou a esse momento.
- Me perdoe.... - ela tentou chorar. - Me perdoe.... - ela queria gritar, mas não sentia sua voz tão confiante quanto antes. - Me desculpe, Shinji...
Ela queria conforto em um momento como esse, queria um olhar preocupado, uma demonstração de carinho, ela queria se sentir segura, mas não podia...
A pessoa que sempre a fez se sentir segura, estava em uma cama de hospital...
Ela o tinha colocado lá.
Sua cabeça doía, a voz que a tanto instigou a fazer coisas ruins, havia sumido, repentinamente, agora só restava a culpa, só restava o desgosto, a vergonha, só restava os trapos de uma alma que já teve compaixão.
Ela queria gritar, mas não podia, não merecia nada além de desgosto e aversão de si mesma, sentiu-se nojenta, sentiu-se doente, sentiu-se repugnante, sentiu-se... Desumana.
Ela queria chorar, mas nenhuma lágrima descia, ela sabia que seus olhos já estavam mais escuros do que a noite, ela sabia que o azul que a embarcava no horizonte não era mais nada além de um céu escuro, cheio de nuvens.
Ela queria entrar no quarto dele, queria abraça-lo, pedir desculpas por tudo o que havia feito, queria se redimir. Mas a vida não era tão fácil. Ela riu com desgosto dela mesma, mesmo nessa situação, tudo o que ela pensava era nela mesma...
Como ela era nojenta.
O corredor era silencioso, ela nem tinha permissão de estar ali, foi uma sorte ninguém estar ali, ela tentou se levantar, mas não encontrou forças nas pernas.
Tudo o que preenchia aquele corredor, era o barulho de uma máquina, apitando em um loop infinito. Tudo o que ela podia ouvir, era uma respiração pesada, cansada, uma respiração lenta, quase parada.
Tudo o que ela havia feito todo esse tempo, levou a esse momento.
- Me perdoe.... - ela tentou chorar. - Me perdoe.... - ela queria gritar, mas não sentia sua voz tão confiante quanto antes. - Me desculpe, Shinji...
Ela queria conforto em um momento como esse, queria um olhar preocupado, uma demonstração de carinho, ela queria se sentir segura, mas não podia...
A pessoa que sempre a fez se sentir segura, estava em uma cama de hospital...
Ela o tinha colocado lá.
Notas adicionais
Evangelion não pertence a mim, infelizmente, não tenho nenhuma autoria perante nenhum personagem de Evangelion, apenas os que adicionarei pertencem a minha imaginação.
O nome da história para nossa língua é: Minha Culpa.
O nome da história para nossa língua é: Minha Culpa.
Escrito por
Nyctophilia
Classificação 18+
Tags:
Comédia
Drama
Ficção Científica
Romance
Terror
Tragédia
Darkfic
Deathfic
Humor Negro
Horror
Amizade
Angst
Evangelion
Livro em andamento
Publicado em 7 de jan. de 2018, 14:57
Atualizado em 5 de set. de 2019, 00:36
87054 palavras
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silver
Como descrever uma historia que não só te aprofunda em seu mundo , como te coloca lado a lado com seus personagens para que você desfrute de seus medos e anseios.
A historia é tão profunda que a cada capitulo o leitor anseia por mais e mais e o desenrolar da historia acontece de maneira tão natural e detalhada que aumenta ainda mais a experiencia literária eu encontrei essa historia em dois sites diferentes e fico feliz em poder recomendar essa historia linda de Evangelion.
A historia é tão profunda que a cada capitulo o leitor anseia por mais e mais e o desenrolar da historia acontece de maneira tão natural e detalhada que aumenta ainda mais a experiencia literária eu encontrei essa historia em dois sites diferentes e fico feliz em poder recomendar essa historia linda de Evangelion.
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Notas adicionais
Evangelion não pertence a mim, infelizmente, não tenho nenhuma autoria perante nenhum personagem de Evangelion, apenas os que adicionarei pertencem a minha imaginação.
O nome da história para nossa língua é: Minha Culpa.
O nome da história para nossa língua é: Minha Culpa.
Autor
Nyctophilia
Classificação 18+
Tags:
Comédia
Drama
Ficção Científica
Romance
Terror
Tragédia
Darkfic
Deathfic
Humor Negro
Horror
Amizade
Angst
Evangelion
Livro em andamento
Publicado em 7 de jan. de 2018, 14:57
Atualizado em 5 de set. de 2019, 00:36
87054 palavras