Manchas no Natal
O final de ano e suas festas criam a atmosfera agradável para se passar com a família, mas o pai da família Rissi tinha planos diferentes. Roberto Rissi, seu único filho, viu-se em uma desagradável situação: a solidão persistente que tanto apreciava, mas algo diferente tomou seus pensamentos, existiam pessoas com as quais queria compartilhar o sentimento festivo.
Roberto tomou a iniciativa de se aventurar pela possibilidade de tornar sua ambição real, mas o destino tinha peças prontas para o jogo.
Nay não se importava com o frio, muito menos com a solitude das ruas. Sua família era intragável e nada mais cativante do que fugir de seus tão “amados” parentes. Não esperava encontrar em meio ao desespero uma luz acolhedora que lhe desse, mesmo que por um final de semana, a alegria da data tão temida por ela.
Zion, nessas ocasiões, sempre se sentava à mesa com seus familiares, seu irmão que tanto odiava e sua tão querida mãe que, por mais tentativas que executasse, parecia não se importar o suficiente com sua presença. Pertencer jamais foi o sentimento existente na reunião de inverno da família Fernandez. O rumo de sua tão deplorável ansiedade em voltar ao monótono feriado se desfez quando uma mensagem chegou em seu celular. Qualquer coisa se fazia mais cativante do que permanecer em casa, mas nada tão instigante quanto o pedido que Nay lhe fez na sexta-feira, dois dias antes da temida noite de natal.
Era isso que Roberto planejava: uma data diferente para eles.
Encontrar, em meio as feridas, um lugar para repousar o medo e permitir pertencer a alguém especial, apenas por uma noite feliz.
Roberto tomou a iniciativa de se aventurar pela possibilidade de tornar sua ambição real, mas o destino tinha peças prontas para o jogo.
Nay não se importava com o frio, muito menos com a solitude das ruas. Sua família era intragável e nada mais cativante do que fugir de seus tão “amados” parentes. Não esperava encontrar em meio ao desespero uma luz acolhedora que lhe desse, mesmo que por um final de semana, a alegria da data tão temida por ela.
Zion, nessas ocasiões, sempre se sentava à mesa com seus familiares, seu irmão que tanto odiava e sua tão querida mãe que, por mais tentativas que executasse, parecia não se importar o suficiente com sua presença. Pertencer jamais foi o sentimento existente na reunião de inverno da família Fernandez. O rumo de sua tão deplorável ansiedade em voltar ao monótono feriado se desfez quando uma mensagem chegou em seu celular. Qualquer coisa se fazia mais cativante do que permanecer em casa, mas nada tão instigante quanto o pedido que Nay lhe fez na sexta-feira, dois dias antes da temida noite de natal.
Era isso que Roberto planejava: uma data diferente para eles.
Encontrar, em meio as feridas, um lugar para repousar o medo e permitir pertencer a alguém especial, apenas por uma noite feliz.
Decepcionista
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1 Introdução
305 palavras
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2 Capítulo 1
1982 palavras
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3 Capítulo 2
2104 palavras
-
4 Capítulo 3
981 palavras
-
5 Capítulo 4
1046 palavras
-
6 Capítulo 5
814 palavras
-
7 Capítulo 6
378 palavras
-
8 Capítulo 7
444 palavras
-
9 Capítulo 8
961 palavras
-
10 Capítulo 9
580 palavras
-
11 Capítulo 10
1131 palavras
-
12 Capítulo 11
1080 palavras
-
13 Capítulo 12
1672 palavras
Sinopse
O final de ano e suas festas criam a atmosfera agradável para se passar com a família, mas o pai da família Rissi tinha planos diferentes. Roberto Rissi, seu único filho, viu-se em uma desagradável situação: a solidão persistente que tanto apreciava, mas algo diferente tomou seus pensamentos, existiam pessoas com as quais queria compartilhar o sentimento festivo.
Roberto tomou a iniciativa de se aventurar pela possibilidade de tornar sua ambição real, mas o destino tinha peças prontas para o jogo.
Nay não se importava com o frio, muito menos com a solitude das ruas. Sua família era intragável e nada mais cativante do que fugir de seus tão “amados” parentes. Não esperava encontrar em meio ao desespero uma luz acolhedora que lhe desse, mesmo que por um final de semana, a alegria da data tão temida por ela.
Zion, nessas ocasiões, sempre se sentava à mesa com seus familiares, seu irmão que tanto odiava e sua tão querida mãe que, por mais tentativas que executasse, parecia não se importar o suficiente com sua presença. Pertencer jamais foi o sentimento existente na reunião de inverno da família Fernandez. O rumo de sua tão deplorável ansiedade em voltar ao monótono feriado se desfez quando uma mensagem chegou em seu celular. Qualquer coisa se fazia mais cativante do que permanecer em casa, mas nada tão instigante quanto o pedido que Nay lhe fez na sexta-feira, dois dias antes da temida noite de natal.
Era isso que Roberto planejava: uma data diferente para eles.
Encontrar, em meio as feridas, um lugar para repousar o medo e permitir pertencer a alguém especial, apenas por uma noite feliz.
Roberto tomou a iniciativa de se aventurar pela possibilidade de tornar sua ambição real, mas o destino tinha peças prontas para o jogo.
Nay não se importava com o frio, muito menos com a solitude das ruas. Sua família era intragável e nada mais cativante do que fugir de seus tão “amados” parentes. Não esperava encontrar em meio ao desespero uma luz acolhedora que lhe desse, mesmo que por um final de semana, a alegria da data tão temida por ela.
Zion, nessas ocasiões, sempre se sentava à mesa com seus familiares, seu irmão que tanto odiava e sua tão querida mãe que, por mais tentativas que executasse, parecia não se importar o suficiente com sua presença. Pertencer jamais foi o sentimento existente na reunião de inverno da família Fernandez. O rumo de sua tão deplorável ansiedade em voltar ao monótono feriado se desfez quando uma mensagem chegou em seu celular. Qualquer coisa se fazia mais cativante do que permanecer em casa, mas nada tão instigante quanto o pedido que Nay lhe fez na sexta-feira, dois dias antes da temida noite de natal.
Era isso que Roberto planejava: uma data diferente para eles.
Encontrar, em meio as feridas, um lugar para repousar o medo e permitir pertencer a alguém especial, apenas por uma noite feliz.
Notas adicionais
— HISTÓRIA NARRADA NA PERSPECTIVA DOS PERSONAGENS ORIGINAIS DE MANCHAS DE SANGUE (ORIGINAL MINHA)
— SEM COMPROMISSO COM A LINHA ORIGINAL DA HISTÓRIA.
— PROPOSTA DE LEITURA DESCONTRAÍDA E AFÁVEL.
— NÃO É NECESSÁRIO LER MANCHAS DE SANGUE PARA ENTENDER ESSA LINHA TEMPORAL.
— LINK DA ORIGINAL: https://fanfiction.com.br/historia/808053/Manchas_de_Sangue/
— SEM COMPROMISSO COM A LINHA ORIGINAL DA HISTÓRIA.
— PROPOSTA DE LEITURA DESCONTRAÍDA E AFÁVEL.
— NÃO É NECESSÁRIO LER MANCHAS DE SANGUE PARA ENTENDER ESSA LINHA TEMPORAL.
— LINK DA ORIGINAL: https://fanfiction.com.br/historia/808053/Manchas_de_Sangue/
Escrito por
Decepcionista
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 19 de dez. de 2022 10:59
Atualizado em 29 de dez. de 2022 15:33
13478 palavras
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Notas adicionais
— HISTÓRIA NARRADA NA PERSPECTIVA DOS PERSONAGENS ORIGINAIS DE MANCHAS DE SANGUE (ORIGINAL MINHA)
— SEM COMPROMISSO COM A LINHA ORIGINAL DA HISTÓRIA.
— PROPOSTA DE LEITURA DESCONTRAÍDA E AFÁVEL.
— NÃO É NECESSÁRIO LER MANCHAS DE SANGUE PARA ENTENDER ESSA LINHA TEMPORAL.
— LINK DA ORIGINAL: https://fanfiction.com.br/historia/808053/Manchas_de_Sangue/
— SEM COMPROMISSO COM A LINHA ORIGINAL DA HISTÓRIA.
— PROPOSTA DE LEITURA DESCONTRAÍDA E AFÁVEL.
— NÃO É NECESSÁRIO LER MANCHAS DE SANGUE PARA ENTENDER ESSA LINHA TEMPORAL.
— LINK DA ORIGINAL: https://fanfiction.com.br/historia/808053/Manchas_de_Sangue/
Autor
Decepcionista
Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 19 de dez. de 2022 10:59
Atualizado em 29 de dez. de 2022 15:33
13478 palavras