Recomendado por Maga Clari
Maga Clari
Mais uma vez, estou eu aqui recomendando uma história inacabada. Mas é que ela é tão doce, forte, sentimental e arrebatadora que não poderia deixar de recomendá-la logo agora que terminei de ler. Confesso que tenho medo do fim que a autora dará a nossa Liesel Memimger e ao pobre e doce Rudy. Assim como Mark Zuzak (autor de "a menina que roubava livros"), a autora desta fanfic usou a Morte como narradora, o que me fez sentir arrepios e vontade de chorar junto com todos eles, os personagens. No início, eu estava implorando que este fosse mesmo o melhor final para história; que todo mundo fosse feliz; que Rudy ganhasse seu sonhado beijo. Mas, pelo que estou vendo, Taiza Lopes (fic writer) brinca conosco assim como Mark Zuzak brincou. Ela também tirará nossas esperanças; ela também tratará um final que não esperaríamos. Porque o que aprendemos com esse livro original é que embora a Morte tenha coração, ela não tem poder sobre tudo. Ela não pode mudar os fatos sempre. Gostei dessa história, me cativou.
Não sei quando ela será atualizada, mas mesmo que sejam apenas estes poucos capítulos, já valerá a pena lê-la. Eu dou minha palavra!
(1) TODO / (2) TODO O
(1) "Todo" ou "toda" (sem artigo) significa “qualquer”. -> Ex:“Todo país deve preservar a natureza”. (= qualquer país, todos os países)
(2) "Todo o" ou "toda a" (com artigo) significa “inteiro”. -> Ex: “Neste domingo, haverá vacinação em todo o país”. (= no país inteiro)
(1) DE MAIS / (2) DEMAIS
(1) Só usamos "de mais" quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”. -> Ex: Não fiz nada de mais!
(2) Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar "demais". -> Ex 1: Comeu demais. Ex 2: Os demais devem retornar amanhã.
Recomendado por llulireis
llulireis
São raras as vezes que uma história torna-se possível confundi-la com o a escrita original.
A escrita dessa maga é tão mágica (e desculpe-me o trocadilho) que acabamos por mergulhar por horas a fio nas histórias criadas por ela.
E quando a morte conta uma história, você deve parar para ler.