



Nada pode me quebrar
Alguns capítulos do livro "Corte de chamas prateadas" na visão da sacerdotisa Gwyneth Berdara.
Sinopse
Escrito por
Ver perfilRecomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
POV Gwyn do capitulo 24 acosf
POV Gwyn do capítulo 25 acosf
Personagens do Fandom
3Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
27 de fevereiro de 2021
Última Atualização
5 de março de 2021
Status Editorial
Em andamento
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Mais como esta
Emerie não ia a festas em Illyria. Mas estava em Velaris naquela noite. Os sons pareciam penetrar em sua pele e alcançarem os músculos, dançando dentro deles. A luz das estrelas parecia invadir a taberna de poucas janelas, habitando entre os copos de bebida, os corpos em movimento, as vozes elétricas. No centro da taberna, enquanto se deixava levar pela música, girou uma, duas vezes. E quando parou, precisou respirar fundo antes de abrir os olhos. Somente para perder todo o ar diante do que se revelava a sua frente. [ oneshot • emerie & morrigan ]
"Ouço os gritos por todo lado. Um homem horrendo vindo em minha direção com uma faca na mão direita, a cabeça de Elain e do papai penduradas pelos cabelos em sua mão esquerda. Não. Não em minha direção, não estou em lugar algum, ele está indo na direção de Cassian, caído no chão e ensanguentado. Perto. Perto demais. Posiciona a faca em seu pescoço." Acordo sem saber onde estou, gritando enquanto me vejo já sentada na cama. Mais um ponto positivo para esse quarto: ninguém para ouvir meus gritos e me fazer perguntas. —--------------- Espero que possam se divertir
Essa é uma fanfic de capitulo único, baseada nos livros de Sarah J. Maas, A corte de espinhos e rosas.
Um breve vislumbre da vida de três irmãs. — Pintei flores para Elain em sua gaveta. Pequenas rosas e begônias e íris. E para Nestha... para ela eu pintei chamas. Ela estava sempre nervosa, sempre queimando. — O que pintou para você? — Pintei o céu noturno. Pintei estrelas e a luz e nuvens e apenas céu escuro e infinito. Nunca soube por quê.
O que fazer quando o amor não é suficiente? Quando a escuridão te consome por inteiro e qualquer coisa, até a morte, parece melhor do que o vazio que te preenche agora? Carta de despedida que a Feyre deixou para o Tamlin antes de ir embora com Mor para a Corte Noturna.
Era verão e Feyre estava em casa com suas irmãs e seu pai. As coisas estavam mais amenas mas ela não conseguia dormir, então se levantou, pegou suas tintas e começara a desenhar uma fileira de dedaleiras na única e pequena mesa da casa quando fora surpreendida com a visão de um certo céu estrelado.






