Sinopse
Escrito por
Ver perfilMeu nome é Priscila Roseane, tenho 26 anos, nascida na cidade de Betim, próxima da grande capital, mas me mudei para Congonhas, uma cidadezi...
Recomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
Capítulo 1
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
9 de junho de 2022
Última Atualização
9 de junho de 2022
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Mais como esta
Escrevi essa história durante um dos períodos mais difíceis da minha vida. Afinal, quem, em toda sua efêmera existência, já não se sentiu completamente solitário?
Houve um tempo em Linbel que magia era coisa permitida somente aos homens...
Benedict Valentine é a maior mente do século XIX. O menino gênio de 13 anos dotado com olhos meca-mágicos busca vingança depois de ter sido sequestrado e ter o olho direito roubado por uma quadrilha. Ben parte em busca de vingança e com sorte, recuperar seu olho direito, olho esse que foi-lhe dado de presente pelo Rei Dragomir quando ainda era um frágil bebê cego.
Fundada em 1389, entre as montanhas que dividem a França e a Suíça, Saint Orpheus é uma instituição cercada por séculos de conhecimento proibido, tradições esquecidas e histórias que poucos ousam mencionar. Por trás de seus muros antigos, o passado nunca está realmente morto (e algumas verdades deveriam continuar enterradas). Aos vinte e um anos, Lucien está prestes a descobrir que sua vida inteira foi construída sobre uma mentira. Herdeiro de uma linhagem há muito apagada da história, ele carrega dentro de si algo que antecede até mesmo as antigas ordens celestiais: a Escuridão Original. Mas Saint Orpheus não é o único lugar interessado em seu destino. Aurelian e Samael são duas presenças impossíveis de ignorar. Anjos caídos, unidos por um juramento antigo e por segredos que se recusam a compartilhar, ambos parecem saber muito mais sobre Lucien do que deveriam. Um desperta sua curiosidade; o outro, sua desconfiança. Enquanto os limites entre o Firmamento, o Véu e o Abismo começam a se tornar menos seguros, Lucien precisará descobrir quem realmente é e por que sua existência parece ameaçar uma ordem que sobrevive há séculos.
Clara dá aulas de português para estrangeiros e faz magia desde pequena. Joana só sabe da primeira parte. Até aparecer para um café dizendo que visitou a escola onde a amiga trabalha, numa cidade que não aparece no mapa. A primeira pista está num material didático: alguém está ensinando pessoas comuns a encontrar lugares mágicos sem explicar o que vão descobrir. Os percursos levam a uma biblioteca fechada, documentos alterados e moradores que não querem ver suas casas transformadas em cenário de exercício. Com a confiança da amiga abalada, Clara precisa descobrir quem está distribuindo aquelas instruções e por quê. E explicar há quanto tempo vinha deixando Joana do lado de fora.
Um estudante de fotografia abre uma caixa de metal esquecida no fundo do armário do avô. Lá dentro: negativos antigos, cadernos que o avô nunca deixou ninguém ler, uma partitura dedicada a alguém que ninguém da família conhece e um gorrinho vermelho que, depois de treze anos guardado, ainda está morno. O avô não pode mais viajar. As respostas ficaram no Norte, numa vila que talvez nem exista mais. Então o neto vai no lugar dele, em pleno Círio de Nazaré, com uma câmera, um melhor amigo que se recusa a ficar em casa e a impressão de que algumas fotos guardam mais do que mostram. Doze fotos. Onze lugares vazios. E o que ficou de fora do quadro.







