EU QUERO AMASSAR O ROBERTINHO E BOTAR ELE NUM POTINHO. Tá, olha, dentro de mim ta crescendo cada vez mais essa ideia de um trisal. Olha só, pensa comigo, vamo seguir no slow slow burn e pah! trisalzinho, com beijinho, chamego, ciuminho e briga? Hahaha não me deixa te influenciar [mas se quiser...]
Este capítulo foi um capítulo muito gostoso de ser lido por três razões que eu vou elencar pra ti agora. Primeiro, eu tava escutando a playlist e eu devo dizer que ela torna a história extremamente imersiva - sem falar que teu gosto musical é muito parecido com o meu então eu to até descobrindo umas músicas novas pros meus momentos crying in the shower.
Segundo, a relação entre Nay e Roberto é muito bem explorada aqui. Claro, eu to tendo o vislumbre dos pensamentos do Roberto, mas é uma forma interessante de descobrir o que ele pensa e como ele se sente. Isso torna tudo muito mais... preciso e pesado, de um jeito que eu passo a entender ele um pouco - e me identifico cada vez mais. Roberto tem pensamentos doloroso e profundos que parecem ler algumas das obscuridades que eu tento enterrar há anos. E sobre isso, tua leitura sobre estes sentimentos, talvez porque eu me identifique, torna os capítulos dele tão significativos. De novo, um vislumbre que eu não vejo em Manchas de Sangue, o que torna esse conto realmente um achado ♥
Em terceiro, eu diria que a forma como você explora dor. Eu entendo de dor, ela me acompanha a vida toda. E por isso, acho que esse conto é muito mais pessoal, ele tem nuances de dor que, em vários estágios, eu consigo entender. E eu fico pensando, sabe, que a gente transmite isso pra história. E ouvindo a playlist enquanto eu digito esse review, D, me diz, você tá bem? Porque eu to uma bagunça e parece que você me escreve em cada capítulo, de um jeito diferente.
Eu adorei este capítulo. Sou cadelinha da tua narração em primeira pessoa e eu espero que você nos contemple com cada vez mais.
Um beso enorme, D. Eu te vejo no próximo review.
O que mais gostei: "Apanhar. Revidar. Esse era o meu vício". De novo, eu não sei se fico feliz ou assustada com a forma como eu sou parecida com o Roberto.
O que acho que pode melhorar: Não é uma melhoria, mas uma sugestão. Embarcaria mais em descrições subjetivas das feições e das ações. Você trabalha bem demais os sentimentos, acho que se somar os três, mano, MANO... sem condições ♥
Roberto é um personagem mais complexo do que parece. A energia "tô no controle" é uma fachada segura que usa. Por isso, tenho o pesar de dizer que se parece bastante comigo também.
Vou anotar aqui, xuxu. Muito obrigada pela sugestão ♥
É uma história rápida, então dei mais atenção ao contexto principal. Afunilei o que já tava "resumido".
"EU QUERO AMASSAR O ROBERTINHO E BOTAR ELE NUM POTINHO."~ Você é a segunda vítima do Roberto. "Não gosto do Roberto" pra mim é um convite a: ME FAÇA GOSTAR DELE.
Bem, a energia desses 3 é um pouco diferente do padrão "trisal". Até porque, quando criei 3 personalidades complementares, também gerei anulações entre eles, como dá pra ter uma ideia melhor no desenrolar Zion x Roberto e Zion x Nay. Na conta, Nay x Roberto bate "melhor", mas o Roberto não é lá um poço de sanidade, e a Nay tem esse "sentimento" desde "sempre" pelo Zion. Aqui no conto, claro. Em Manchas de Sangue, o buraco vulgo abismo é mais embaixo.
Meus momentos no banho são exatamente a vibe dessas músicas. Fico feliz de te proporcionar essa imersão através dos gostos musicais também, xuxu ♥
Inclusive, Broken pra crying in the shower, né?
Manchas de Sangue tem um ar mais pesado e dinâmico, não é o foco nos sentimentos do ponto de vista de cada um, visto que são 12 personagens principais e mais umas surpresinhas pelo caminho :) ~ É mais uma exploração de motivações e ideais.
Aqui, no conto, consigo dar esse valor a mais pro Roberto e pros demais. Um segredinho: Roberto é sim o foco nesse conto, mas por um motivo colocado no último capítulo, em específico, que é remetente à proposta da criação.
E não existe satisfação maior pra um escritor saber que o leitor se identifica com o personagem. Tô sorrindo igual uma doida aqui, senhor! ~ Tô muito contente que tenha curtido essa ideia.
"você tá bem?" ~ Sempre estamos bem. Ficamos mal quando paramos pra pensar. É o peso do saber.
Mas preciso perguntar: Você tá bem, Vampirinha??
Explorar a dor é uma das minhas paixões na escrita. Gosto de jogos de palavras que vão aludir a diversos tipos de experiências que ocasionem dores. Dor, de longe, é a forma mais marcante de aprender, tanto que o resultado são cicatrizes. Não defendo a dor, mas se existe creio que seja pra aprender, e vai além de sentimentos. Também se trata de ideais e todas as ramificações que puder ocasionar.
AAA MULHER! VOCÊ ATIÇA MEU LADO SENSÍVEL!
Você sempre levanta meu astral, Mandy ♥ muito obrigada por esse review tão gostoso.
Se cuide e organize, coma água, beba fruta e tome sol ♥
oi oi oi oi D
~pulinho
EU QUERO AMASSAR O ROBERTINHO E BOTAR ELE NUM POTINHO. Tá, olha, dentro de mim ta crescendo cada vez mais essa ideia de um trisal. Olha só, pensa comigo, vamo seguir no slow slow burn e pah! trisalzinho, com beijinho, chamego, ciuminho e briga? Hahaha não me deixa te influenciar [mas se quiser...]
Este capítulo foi um capítulo muito gostoso de ser lido por três razões que eu vou elencar pra ti agora. Primeiro, eu tava escutando a playlist e eu devo dizer que ela torna a história extremamente imersiva - sem falar que teu gosto musical é muito parecido com o meu então eu to até descobrindo umas músicas novas pros meus momentos crying in the shower.
Segundo, a relação entre Nay e Roberto é muito bem explorada aqui. Claro, eu to tendo o vislumbre dos pensamentos do Roberto, mas é uma forma interessante de descobrir o que ele pensa e como ele se sente. Isso torna tudo muito mais... preciso e pesado, de um jeito que eu passo a entender ele um pouco - e me identifico cada vez mais. Roberto tem pensamentos doloroso e profundos que parecem ler algumas das obscuridades que eu tento enterrar há anos. E sobre isso, tua leitura sobre estes sentimentos, talvez porque eu me identifique, torna os capítulos dele tão significativos. De novo, um vislumbre que eu não vejo em Manchas de Sangue, o que torna esse conto realmente um achado ♥
Em terceiro, eu diria que a forma como você explora dor. Eu entendo de dor, ela me acompanha a vida toda. E por isso, acho que esse conto é muito mais pessoal, ele tem nuances de dor que, em vários estágios, eu consigo entender. E eu fico pensando, sabe, que a gente transmite isso pra história. E ouvindo a playlist enquanto eu digito esse review, D, me diz, você tá bem? Porque eu to uma bagunça e parece que você me escreve em cada capítulo, de um jeito diferente.
Eu adorei este capítulo. Sou cadelinha da tua narração em primeira pessoa e eu espero que você nos contemple com cada vez mais.
Um beso enorme, D. Eu te vejo no próximo review.
O que mais gostei: "Apanhar. Revidar. Esse era o meu vício". De novo, eu não sei se fico feliz ou assustada com a forma como eu sou parecida com o Roberto.
O que acho que pode melhorar: Não é uma melhoria, mas uma sugestão. Embarcaria mais em descrições subjetivas das feições e das ações. Você trabalha bem demais os sentimentos, acho que se somar os três, mano, MANO... sem condições ♥
Roberto é um personagem mais complexo do que parece. A energia "tô no controle" é uma fachada segura que usa. Por isso, tenho o pesar de dizer que se parece bastante comigo também.
Vou anotar aqui, xuxu. Muito obrigada pela sugestão ♥
É uma história rápida, então dei mais atenção ao contexto principal. Afunilei o que já tava "resumido".
"EU QUERO AMASSAR O ROBERTINHO E BOTAR ELE NUM POTINHO."~ Você é a segunda vítima do Roberto. "Não gosto do Roberto" pra mim é um convite a: ME FAÇA GOSTAR DELE.
Bem, a energia desses 3 é um pouco diferente do padrão "trisal". Até porque, quando criei 3 personalidades complementares, também gerei anulações entre eles, como dá pra ter uma ideia melhor no desenrolar Zion x Roberto e Zion x Nay. Na conta, Nay x Roberto bate "melhor", mas o Roberto não é lá um poço de sanidade, e a Nay tem esse "sentimento" desde "sempre" pelo Zion. Aqui no conto, claro. Em Manchas de Sangue, o buraco vulgo abismo é mais embaixo.
Meus momentos no banho são exatamente a vibe dessas músicas. Fico feliz de te proporcionar essa imersão através dos gostos musicais também, xuxu ♥
Inclusive, Broken pra crying in the shower, né?
Manchas de Sangue tem um ar mais pesado e dinâmico, não é o foco nos sentimentos do ponto de vista de cada um, visto que são 12 personagens principais e mais umas surpresinhas pelo caminho :) ~ É mais uma exploração de motivações e ideais.
Aqui, no conto, consigo dar esse valor a mais pro Roberto e pros demais. Um segredinho: Roberto é sim o foco nesse conto, mas por um motivo colocado no último capítulo, em específico, que é remetente à proposta da criação.
E não existe satisfação maior pra um escritor saber que o leitor se identifica com o personagem. Tô sorrindo igual uma doida aqui, senhor! ~ Tô muito contente que tenha curtido essa ideia.
"você tá bem?" ~ Sempre estamos bem. Ficamos mal quando paramos pra pensar. É o peso do saber.
Mas preciso perguntar: Você tá bem, Vampirinha??
Explorar a dor é uma das minhas paixões na escrita. Gosto de jogos de palavras que vão aludir a diversos tipos de experiências que ocasionem dores. Dor, de longe, é a forma mais marcante de aprender, tanto que o resultado são cicatrizes. Não defendo a dor, mas se existe creio que seja pra aprender, e vai além de sentimentos. Também se trata de ideais e todas as ramificações que puder ocasionar.
AAA MULHER! VOCÊ ATIÇA MEU LADO SENSÍVEL!
Você sempre levanta meu astral, Mandy ♥ muito obrigada por esse review tão gostoso.
Se cuide e organize, coma água, beba fruta e tome sol ♥
Olha só, o Roberto admitindo fraqueza.
Me incomoda, mas eu tenho que admitir que os dois tem uma química emocional do c******.
O ZION! Dá pra chegar logo e acabar com essa festinha?
ADMITINDO PRA ELE, LEMBRE DISSO!
Não vem desmerecer a falta de coração do meu loirinho não, por favor.
Ahaa! Printei. Printei e vou montar uma figurinha com isso. Me aguarde...
É, tu vai acabar me matando qualquer dia. kkkkkkkkkkkkk