Escuta aqui, tu para de fazer eu gostar do Roberto, mulher.
~dancinha
D, duas palavras pra ti: para. béns. Eu pude sentir uma diferença sutil de narração, considerando as visões diferentes observadas entre Roberto e Nay. Essa mudança de tom é extremamente importante pra garantir que a gente, enquanto leitor, possa diferenciar os personagens. Então achei que isso ficou realmente muito bem construído.
A relação que você tem construído entre Nay e Roberto também é um ponto bem intrigante da narrativa. Nota-se que, aqui, todo mundo já está entrelaçado, e que algumas mudanças são sim construídas pra dar vazão aos relacionamentos. Eu ainda preciso me aprofundar ans dinâmicas, pra poder encaixar o Zion nessa história e descobrir que time eu vou torcer. Mas gosto - muito mesmo - de como tu constituiu a relação deles. De novo, houve uma continuidade ao passo que tu arrumou a ruptura. Fenomenal, eu gosto disso, de quando o autor brinca com o próprio mundo. Acho realmente maravilhoso.
Outra coisa que eu gostei muito nesse capítulo foi como tu trabalhou o peso dos sentimentos da Nay. É bastante difícil saber o que a Nay ta sentindo a maior parte do tempo, o narrador é quase sempre muito sucinto. Aqui a gente tá dentro da cabeça dela e isso torna o texto mais profundo e pesaroso, mais pesado, explora medos diferentes e mais caóticos. Sobre isso, eu também achei muito bom.
Acho que essa narrativa pode ser muito mais pessoal e particular e, justamente por isso, gosto de como tu tá conduzindo e construindo os eventos pra que nos envolvamos mais com os personagens nesse ponto do enredo. Há muito a ser explorado lá na frente e eu to doida pra te acompanhar nessa caminhada.
Um beso, D. Um feliz natal - mas tenho certeza que vou te desejar de novo em breve haha - e muitos presentinhos, sejam físicos, sejam sentimentais ♥
O que mais gostei: Roberto e Nay juntos, ai para mulher, não faz isso comigo aaaa
O que acho que pode melhorar: Demais e de mais.
Demais e de mais me odeiam. Principalmente quando tô com o olho viciado na leitura rápida.
De novo você me salvando o pescoço, Mandy ♥
Vou me atentar mais a esses safados.
"Roberto e Nay juntos, ai para mulher, não faz isso comigo aaaa" ~ VAI TER QUE ENGOLIR ♥ NÃO ME ODEIE POR FAVOR. VAI GOSTAR DO ROBERTINHO SIM, LICENÇA.
Fico contente que tenha conseguido criar essa nuance na narração das duas figuras mais espalhafatosas do conto. E mais ainda por ter te induzido a olhar o loirinho com olhos mais agradáveis.
OBS: Diferenciar esses três é fácil, difícil é entender. Brincadeira brincadeira.
A parte mais gostosa dessa história vai ser justamente as relações que eles alimentam no decorrer do conto. Vou deixar alguns trechos mais descontraídos e outros mais intensos, mantendo essa balança no jogo de um pouquinho de cada um deles.
Eu ia dizer uma coisinha que ia estragar sua experiência, então dá licença...
Não se preocupa com o menino Zion. Esse conto tem um foco maior no Roberto, por ser o personagem que mais posso extrair de MdS sem tanto medo. Até porque a Nay e o Zion ainda tem coisas mais "pesadas" pra contar e esse não é o objetivo dessa iniciativa que tive.
Brincar é uma palavra que resume minhas intenções. Quero que seja descontraído e gostoso de se ler, sem tanto medo do que está por vir a cada capítulo. Se não conseguir te arrancar um sorriso, então falhei como escritora.
A Nay é o meu coringa em MdS. É o maior baque da história, pode ter certeza. Trazer ela de uma forma mais leve seria pedir demais, por isso deixei a inserção dela e do Roberto um pouco mais minuciosa, pra não passar completamente em branco, já que são sentimentos bem mais profundos do que o que estou trazendo pra Manchas no Natal.
"Há muito a ser explorado lá na frente e eu to doida pra te acompanhar nessa caminhada." ~ Espero que se divirta com isso, Vampirinha!! ♥
Um feliz natal, Mandy. Te desejo tudo em dobro, e que sua noite seja tão feliz quanto você me faz ♥
Escuta aqui, tu para de fazer eu gostar do Roberto, mulher.
~dancinha
D, duas palavras pra ti: para. béns. Eu pude sentir uma diferença sutil de narração, considerando as visões diferentes observadas entre Roberto e Nay. Essa mudança de tom é extremamente importante pra garantir que a gente, enquanto leitor, possa diferenciar os personagens. Então achei que isso ficou realmente muito bem construído.
A relação que você tem construído entre Nay e Roberto também é um ponto bem intrigante da narrativa. Nota-se que, aqui, todo mundo já está entrelaçado, e que algumas mudanças são sim construídas pra dar vazão aos relacionamentos. Eu ainda preciso me aprofundar ans dinâmicas, pra poder encaixar o Zion nessa história e descobrir que time eu vou torcer. Mas gosto - muito mesmo - de como tu constituiu a relação deles. De novo, houve uma continuidade ao passo que tu arrumou a ruptura. Fenomenal, eu gosto disso, de quando o autor brinca com o próprio mundo. Acho realmente maravilhoso.
Outra coisa que eu gostei muito nesse capítulo foi como tu trabalhou o peso dos sentimentos da Nay. É bastante difícil saber o que a Nay ta sentindo a maior parte do tempo, o narrador é quase sempre muito sucinto. Aqui a gente tá dentro da cabeça dela e isso torna o texto mais profundo e pesaroso, mais pesado, explora medos diferentes e mais caóticos. Sobre isso, eu também achei muito bom.
Acho que essa narrativa pode ser muito mais pessoal e particular e, justamente por isso, gosto de como tu tá conduzindo e construindo os eventos pra que nos envolvamos mais com os personagens nesse ponto do enredo. Há muito a ser explorado lá na frente e eu to doida pra te acompanhar nessa caminhada.
Um beso, D. Um feliz natal - mas tenho certeza que vou te desejar de novo em breve haha - e muitos presentinhos, sejam físicos, sejam sentimentais ♥
O que mais gostei: Roberto e Nay juntos, ai para mulher, não faz isso comigo aaaa
O que acho que pode melhorar: Demais e de mais.
Demais e de mais me odeiam. Principalmente quando tô com o olho viciado na leitura rápida.
De novo você me salvando o pescoço, Mandy ♥
Vou me atentar mais a esses safados.
"Roberto e Nay juntos, ai para mulher, não faz isso comigo aaaa" ~ VAI TER QUE ENGOLIR ♥ NÃO ME ODEIE POR FAVOR. VAI GOSTAR DO ROBERTINHO SIM, LICENÇA.
Fico contente que tenha conseguido criar essa nuance na narração das duas figuras mais espalhafatosas do conto. E mais ainda por ter te induzido a olhar o loirinho com olhos mais agradáveis.
OBS: Diferenciar esses três é fácil, difícil é entender. Brincadeira brincadeira.
A parte mais gostosa dessa história vai ser justamente as relações que eles alimentam no decorrer do conto. Vou deixar alguns trechos mais descontraídos e outros mais intensos, mantendo essa balança no jogo de um pouquinho de cada um deles.
Eu ia dizer uma coisinha que ia estragar sua experiência, então dá licença...
Não se preocupa com o menino Zion. Esse conto tem um foco maior no Roberto, por ser o personagem que mais posso extrair de MdS sem tanto medo. Até porque a Nay e o Zion ainda tem coisas mais "pesadas" pra contar e esse não é o objetivo dessa iniciativa que tive.
Brincar é uma palavra que resume minhas intenções. Quero que seja descontraído e gostoso de se ler, sem tanto medo do que está por vir a cada capítulo. Se não conseguir te arrancar um sorriso, então falhei como escritora.
A Nay é o meu coringa em MdS. É o maior baque da história, pode ter certeza. Trazer ela de uma forma mais leve seria pedir demais, por isso deixei a inserção dela e do Roberto um pouco mais minuciosa, pra não passar completamente em branco, já que são sentimentos bem mais profundos do que o que estou trazendo pra Manchas no Natal.
"Há muito a ser explorado lá na frente e eu to doida pra te acompanhar nessa caminhada." ~ Espero que se divirta com isso, Vampirinha!! ♥
Um feliz natal, Mandy. Te desejo tudo em dobro, e que sua noite seja tão feliz quanto você me faz ♥