Cara, você conseguiu acabar com todas as qualidades tão admiradas pelos apaixonados por Calvin. Tudo o que todos querem ter pra si, a imaginação e a capacidade de vive-la intensamente junto de uma amizade tão forte e (pra ele) real. Fiquei extremamente chateada com esse crescido Calvin, rompeu com toda minha esperança. Ele simplesmente virou um adolescente normal. Por este ponto de vista "crescer é uma droga"!
Acredito que essa foi a intenção, criar um mundo onde Calvin, como qualquer pessoa normal, teria dificuldade de retornar ao maravilhoso mundo da imaginação. ( E como isso é triste)!
Minha esperança é de um dia essa carta obter resposta!
Sim, eu escrevi essa oneshot tentando exprimir a chateação de perder aos poucos aquele otimismo sobre a vida, que temos em demasia na época da infância e faz as coisas em volta parecerem "melhores do que são". Ficou tão depressivo porque eu estava triste e entediada quando pensei em escrever, sendo que tudo que eu escrevo tende para esse espírito mesmo, rs... Eu também gosto mais do Calvin original.
Me desculpe pela demora em responder, eu estava dando um tempo daqui (lê-se sem internet mesmo).
E obrigada pelo comentário! Essas mil e poucas palavras me vieram muito naturalmente, o que não costuma ocorrer, tanto que eu postei aqui no site já pensando em excluir. Acho que não farei mais isso...
R
Rouza Louge
Para você autor ter uma ideia,Calvin e Haroldo,são e sempre serão meus quadrinhos preferidos,na fic pude perceber que você pensou em se empenhou justamente no que seria mais provável para o Calvin no futuro!E por mais provável e imaginável que seja para todos ainda sim em pareceu distinto de todos,o mais interessante!Eu realmente amei o capítulo,vai ser interessante também se Haroldo vai voltar ou não (a decisão).Continue!
Eu também adoro esses dois! Conheci os quadrinhos quando era criança ainda, e o modo como todos os elementos trazem à reflexão simplesmente me encanta, até hoje.
Amou? Obrigada, de verdade. Eu também acho triste que as coisas acabem desse jeito, e me deprimem bastante aquelas fanarts do Calvin já adulto pensando no Haroldo como algo de sua infância, mas não consigo imaginar acontecendo de outro modo...
Bem, essa oneshot me surgiu muito rapidamente, e eu não penso nela tendo uma continuação (muito menos com o final que todos desejam). Mesmo assim, agradeço por comentar!
Wow... Acho que é a única palavra que encontro para descrever esse capítulo...
Sempre fujo de ler ou ver coisas que mostrem o Calvin crescido. Calvin e Hobbes foi algo que li muito em minha infância e acredito que é meu quadrinho favorito. Quando leio coisas sobre o Calvin crescendo e o Haroldo ficar no esquecimento lembro em como a vida passa rápido.
Adorei a escrita e a história, por mais que tenha ficado triste que o Calvin tenha entregado o Hobbes para a prima dele hehe
Também me entristece pensar nas coisas acabando desse jeito, mesmo que para mim seja o que mais provavelmenteocorreria — com um Calvin menos depressivo, claro... Mas foi exatamente esse sentimento de perda e nostalgia (enquanto lia as tirinhas menos felizes) que me fez pensar nessa oneshot.
Ah sim, essa parte de ele dar a pelúcia para a garota, rs... É uma daquelas coisas que se faz sem pensar, e depois bate o arrependimento.
vou ser rápido e simples: A-M-E-I a sua fic, sempre fui fã do calvine hobbes e devo dizer que gostei imenso, apesar de ser ficção consegui sentir a amizade do calvin em cada palavra que ele escreveu e espero que continue a escrever fics tão boas como essa e muito obrigado por escrever esta fic. :D
Eu fico lisonjeada com um comentário tão positivo, não sei nem o que dizer. Também adoro Calvin and Hobbes, e estava receosa sobre a fic estar ou não suficientemente boa, já que ela decepciona os que gostam de finais felizes; quase excluí depois de escrever, mas decidi dar uma chance...
Olha, eu amo Calvin e Hobbes. As únicas pessoas na minha escola além de mim que gostam também são as professoras de português, então eu geralmente não converso com ninguém sobre isso. Essa fanfic quase me fez chorar. Meus olhos encheram de água mas a lágrima não escorreu. Está simplesmente perfeita, deu um final triste ao pequeno Calvin e seu grande amigo Hobbes. Consigo imaginar como algo que aconteceria. Não quer escrever uma resposta de Hobbes, não? Mesmo que seja parte da imaginação de Calvin, acredito que ficaria muito legal... faça-me chorar! Parabéns!
Olá, fico realmente feliz que tenha gostado. Também amo Calvin and Hobbes, e acho que a obra deveria ser bem mais conhecida; ela é tão... única.
Maldito suor nos olhos, não é? Rs. Eu sou trágica por natureza, mas neste caso eu realemente não consigo ver desfechos tão mais felizes...
Olha, sobre uma continuação, eu teria que pensar bastante sobre; esta oneshot por pouco não passa pela minha retaliação crítica... Não prometo, mas posso tentar. E desculpe pela demora em responder, meus acessos à internet e eu estamos com problemas :s
Eu encontrei, eu li, eu amei e chorei! Ja imaginei cartas de calvin para Hoobs mas cara essa ficou tipo PFTA amei, queria mais! Pq n escreve uma fic baseada ma carta? Eu acharia lgl! Hahahah
Bjbj e eu amei!
Eu também amei o seu comentário, haha. Perfeita? Obrigada.
Eu amo que tenha gostado a ponto de pedir continuação, mas eu não tenho ideia de como eu faria isso, já esta oneshot quase que não sai... Eu prometo que, se der, eu faço alguma coisa.
Não posso explicar o que eu senti lendo essa história. As histórias de Calvin e Haroldo sempre estiveram presentes de algumas forma na minha vida. Nas minhas primeiras gramáticas eram as suas tirinhas que eu mais gostava. Mas o tempo passou e, como Calvin, eu também cresci. Ler essa carta foi como se eu tivesse escrito também! Muito bom, parabéns pelo seu trabalho.
Eu também leio essas tirinhas a longa data e hoje as considero como minhas favoritas do gênero — e pensar que eu quase fiz pouco caso quando minha psicóloga me presentou a elas D:
Quando eu escrevi a carta tentei fazê-la como o Calvin faria, mas acabei colocando um bom pedaço de mim nela; acho que "eu cresci" descreve bem todo o sentimento.
Muitas desculpas pela demora em responder, e agradeço de coração pelo seu comentário! ^^
Meu caro,kkk, é redundante eu dizer que achei seu texto incrível. Devo dizer que quando era criança não acompanhava com tanto afinco as tirinhas do Calvin, mas de modo geral, descreveria a família do Calvin como relativamente unida (decididamente, não descreveria o pai dele como um filho da puta, só meio indiferente as vezes), mas seu texto me fez analisar o que já tinha lido e vejo que talvez você esteja mais próximo da verdade. Lembro de ter lido a ultimo tirinha, onde Calvin diz não ter tempo pra brincar por que está ocupado fazendo lição, comportamento inesperado dele, e não pude deixar de pensar que todo mundo acaba passando por essa transação, querendo ou não.
Bem, quando eu pensei no desenrolar da relação do Calvin com o pai, para a oneshot, eu não quis fazê-lo parecer um filho da P*** exatamente, seria mais uma situação de ele ter se afastado depois do divórcio (talvez com o filho trabalhoso pesando nessa decisão), mas como a carta contém apenas as Verdades do Calvin, fica explícito apenas o que esse sente; não dá pra saber com exatidão se o cara despreza o garoto ou se é rancor de filho 'abandonado'... Mas eu não nego que, nas tirinhas originais e na minha opinião, o pai demonstre amar o menino.
É, foi nessa última tirinha que eu me inspirei, rs. Ela me fez pensar sobre essa questão de crescer, ganhar malícia para enxergar a vida, mudar... Foi um final que me pareceu muito honesto.
Obrigada por ter lido e por compartilhar comigo sua opinião :D
M
Mallu Nb
JESUS CRISTO!
EU AMEI ESSE CAPITULO!
Faz sentido pensar isso né? Mas por que o Pai dele foi embora? Rolou altas teorias na minha cabeça, 35% delas são adultério.
E Calvin gostando de filosofia... Novamente, faz sentido.
E a quedinha pela Susie foi ótima.
Eu fiquei meio chocada quando li que o Calvin entregou o Hobbes para alguém.
ps: quase chorei nessa parte.
Enfim...
Ótima estoria.
Ps 2: Usar os nomes originais foi a cereja do bolo.
Bem, eu não pensei em um motivo específico para a separação dos pais dele (não me mate :P), eu precisei descrever um futuro alternativo e decidi colocar um não tão feliz ou esperado; partindo da interpretação de que Calvin seria 'diferente' das outras crianças e refletindo sobre a relação dele com o pai em algumas tirinhas, considerei razoável esse acontecimento.
Eu quis deixar a oneshot verossimilhante às tirinhas, então usei muitas referências à obra original, explícitas ou nem tanto. Fico feliz que tenha notado!
E é, essa de o Calvin dar o Hobbes, foi mais para que ele pudesse ter algo de que se arrepender, um dos tipos de "burrice" associados à adolescência...
Obrigada pelo review o/
M
Marcondes
O seu escrito é extremamente reflexivo e tocante, especialmente por ser envolto em uma sinceridade e uma simplicidade que são difíceis de serem explicadas.
De fato na maioria das vezes quando crianças é que nós enxergamos as coisas com mais simplicidade e com menos fingimento, menos preocupação em sermos socialmente corretos ou adequados.
A sua história expressa muito bem a pressão que os adolescentes vivem em sua grande maioria, pois eles mais se preocupam em se encaixarem em grupos do que serem eles mesmos, do que serem autênticos.
Eu acredito que no nosso mundo muitas vezes as pessoas se preocupam em demasia em serem aprovadas pelos outros e elas esquecem de olharem para elas mesmas.
A sua história me fez refletir sobre muitas coisas, inclusive se eu tenho sido honesto comigo mesmo.
Ao escrever sobre a perspectiva do Calvin, eu tentei manter a essência do personagem que vejo nas tirinhas e colocá-la em conflito com as mudanças causadas pelo crescimento, e pelo ambiente. Eu creio que ele é do tipo que nunca perderia o "lado infantil" sem deixar de ser ele mesmo, apesar de que, em uma visão otimista, Calvin se daria bem como uma pessoa crescida.
Por outro lado, crescer trás toda uma etapa de desencantos também, em que as pessoas classificam e são classificadas por critérios muito banais, principalmente na adolescência, e isso acaba desgastando os espíritos mais livres; eu preferi colocar por esse ângulo, pois o acho bastante verossímil.
Calvin and Hobbes também me faz refletir sobre o ser humano e o mundo, de um modo que eu não consigo expressar em palavras, talvez por eu ter sido uma criança como ele... Sem contar que adoro temas que envolvam amigos imaginários, rs.
Nossa, mas que história linda! Eu sempre gostei de Calvin e Haroldo, esses dois já me fizeram dar muitas risadas com o mundo doido cheio de imaginação e esperança que só pertencia a eles. A inocência da infância é a coisa mais linda desse mundo! Em minha opinião, crescer abre feridas irreparáveis no coração, pois sentimos saudades dos tempos em que não havia preocupações e em que éramos ingênuos e acreditávamos piamente que ninguém jamais nos faria mal... Sentimos tanta saudade que isso acaba nos machucando por dentro. Eu sou a prova viva disso, pois foi há pouco tempo que consegui superar o meu Complexo de Peter Pan e finalmente me conformar de que infelizmente precisava crescer. Sabe quando a inocência se vai? É nesse ponto que começa a adolescência. A morte da inocência é o nascimento da adolescência. E sabe... Isso me fez lembrar de alguém muito especial... Ah, que saudade do meu amigo imaginário: O Bob, o pinguim azul. Por onde ele anda, hein? Eu só espero que ele esteja bem quentinho, envolto num cobertor de lã vermelha, num cantinho bem especial da minha mente e que a sua inocência não tenha se deturpado em meio aos meus atuais ideias de adolescente. Não te esqueças de mim, Bob, porque eu nunca me esquecerei de ti. Nunca mesmo.
Ah, obrigada! Também adoro esses dois e as reflexões que cada final de tirinha trazem, ainda hoje — até porque, conforme adquirimos experiência, surgem interpretações e sentidos que não vimos nas vezes anteriores; eu era só uma criança quando conheci a obra de Bill Watterson.
Para falar a verdade eu também sofri um pouco para crescer, mas posso dizer que gosto da mentalidade complexa que desenvolvi com a contribuição do tempo; sendo que se eu pudesse, resgataria o otimismo e um pouco da empatia que morreu com a minha infância...
Sabe que às vezes eu penso sobre isso? Para onde vão os amigos imaginários quando os amigos imaginadores crescem? Há tantas hipóteses reconfortantes quanto deprimentes para seus destinos (e realistas também), mas espero que esse seja algo bem próximo ao cantinho especial de seu Bob.
Nossa muito bom. É tão estranho lembrar de certas coisas e sentir essa melancolia automática, é só tocar no passado e já era. Essas tirinhas fizeram parte da minha infância e eu lembrei de muita coisa lendo isso. É uma saudade muito bonita, apesar daquela dorzinha no fundo da mente, e também é chato não saber como todos essas coisas vão fazer falta um dia. Sua escrita é muito boa, nada muito repetitivo, os elementos se dispõem muito bem, não deixando nada clichê. E acima de tudo, a ideia central da carta ao amigo imaginário me tocou bastante, é muito semelhante ao que já aconteceu comigo há bastante tempo. Enfim... Muito bom mesmo e você merece todas as congratulações.
Obrigada, que bom que gostou. Pelo menos pra mim, entrar em contato com o passado é uma coisa estranha, em si; eu não faço muito isso, mas quando acontece ele acaba deixando um impacto considerável, que geralmente é um gosto amargo, no máximo agridoce... Essas tirinhas tiveram participação especial na minha infância também, gosto de refletir sobre elas e sobre os sentimentos que acabam se desencadeando.
Cara, eu sinceramente me surpreendi com os retornos positivos, porque tanto a ideia, como o desenvolvimento dessa carta, vieram de uma vontade tão súbita que eu nem tive tempo pra pensar criticamente sobre. Significa muito pra mim um elogio vindo de alguém como você — e por falar nisso, eu já fui ler o capítulo extra de "A primeira vez que rimos juntos".
Cara, você conseguiu acabar com todas as qualidades tão admiradas pelos apaixonados por Calvin. Tudo o que todos querem ter pra si, a imaginação e a capacidade de vive-la intensamente junto de uma amizade tão forte e (pra ele) real. Fiquei extremamente chateada com esse crescido Calvin, rompeu com toda minha esperança. Ele simplesmente virou um adolescente normal. Por este ponto de vista "crescer é uma droga"!
Acredito que essa foi a intenção, criar um mundo onde Calvin, como qualquer pessoa normal, teria dificuldade de retornar ao maravilhoso mundo da imaginação. ( E como isso é triste)!
Minha esperança é de um dia essa carta obter resposta!
Parabéns! ( Embora eu prefira Calvin, a criança).
Sim, eu escrevi essa oneshot tentando exprimir a chateação de perder aos poucos aquele otimismo sobre a vida, que temos em demasia na época da infância e faz as coisas em volta parecerem "melhores do que são". Ficou tão depressivo porque eu estava triste e entediada quando pensei em escrever, sendo que tudo que eu escrevo tende para esse espírito mesmo, rs... Eu também gosto mais do Calvin original.
Me desculpe pela demora em responder, eu estava dando um tempo daqui (lê-se sem internet mesmo).
E obrigada pelo comentário! Essas mil e poucas palavras me vieram muito naturalmente, o que não costuma ocorrer, tanto que eu postei aqui no site já pensando em excluir. Acho que não farei mais isso...
Para você autor ter uma ideia,Calvin e Haroldo,são e sempre serão meus quadrinhos preferidos,na fic pude perceber que você pensou em se empenhou justamente no que seria mais provável para o Calvin no futuro!E por mais provável e imaginável que seja para todos ainda sim em pareceu distinto de todos,o mais interessante!Eu realmente amei o capítulo,vai ser interessante também se Haroldo vai voltar ou não (a decisão).Continue!
O que mais gostei:
Praticamente de tudo.
Eu também adoro esses dois! Conheci os quadrinhos quando era criança ainda, e o modo como todos os elementos trazem à reflexão simplesmente me encanta, até hoje.
Amou? Obrigada, de verdade. Eu também acho triste que as coisas acabem desse jeito, e me deprimem bastante aquelas fanarts do Calvin já adulto pensando no Haroldo como algo de sua infância, mas não consigo imaginar acontecendo de outro modo...
Bem, essa oneshot me surgiu muito rapidamente, e eu não penso nela tendo uma continuação (muito menos com o final que todos desejam). Mesmo assim, agradeço por comentar!
Wow... Acho que é a única palavra que encontro para descrever esse capítulo...
Sempre fujo de ler ou ver coisas que mostrem o Calvin crescido. Calvin e Hobbes foi algo que li muito em minha infância e acredito que é meu quadrinho favorito. Quando leio coisas sobre o Calvin crescendo e o Haroldo ficar no esquecimento lembro em como a vida passa rápido.
Adorei a escrita e a história, por mais que tenha ficado triste que o Calvin tenha entregado o Hobbes para a prima dele hehe
Também me entristece pensar nas coisas acabando desse jeito, mesmo que para mim seja o que mais provavelmenteocorreria — com um Calvin menos depressivo, claro... Mas foi exatamente esse sentimento de perda e nostalgia (enquanto lia as tirinhas menos felizes) que me fez pensar nessa oneshot.
Ah sim, essa parte de ele dar a pelúcia para a garota, rs... É uma daquelas coisas que se faz sem pensar, e depois bate o arrependimento.
Obrigada por ter lido!
vou ser rápido e simples: A-M-E-I a sua fic, sempre fui fã do calvine hobbes e devo dizer que gostei imenso, apesar de ser ficção consegui sentir a amizade do calvin em cada palavra que ele escreveu e espero que continue a escrever fics tão boas como essa e muito obrigado por escrever esta fic. :D
O que mais gostei:
tudo
O que acho que pode melhorar:
nada
Eu fico lisonjeada com um comentário tão positivo, não sei nem o que dizer. Também adoro Calvin and Hobbes, e estava receosa sobre a fic estar ou não suficientemente boa, já que ela decepciona os que gostam de finais felizes; quase excluí depois de escrever, mas decidi dar uma chance...
Acredite, eu que lhe agradeço! Muito obrigada ^‿^
Olha, eu amo Calvin e Hobbes. As únicas pessoas na minha escola além de mim que gostam também são as professoras de português, então eu geralmente não converso com ninguém sobre isso. Essa fanfic quase me fez chorar. Meus olhos encheram de água mas a lágrima não escorreu. Está simplesmente perfeita, deu um final triste ao pequeno Calvin e seu grande amigo Hobbes. Consigo imaginar como algo que aconteceria. Não quer escrever uma resposta de Hobbes, não? Mesmo que seja parte da imaginação de Calvin, acredito que ficaria muito legal... faça-me chorar! Parabéns!
O que mais gostei:
tem que ser uma coisa só?
O que acho que pode melhorar:
nada
Olá, fico realmente feliz que tenha gostado. Também amo Calvin and Hobbes, e acho que a obra deveria ser bem mais conhecida; ela é tão... única.
Maldito suor nos olhos, não é? Rs. Eu sou trágica por natureza, mas neste caso eu realemente não consigo ver desfechos tão mais felizes...
Olha, sobre uma continuação, eu teria que pensar bastante sobre; esta oneshot por pouco não passa pela minha retaliação crítica... Não prometo, mas posso tentar. E desculpe pela demora em responder, meus acessos à internet e eu estamos com problemas :s
Muito obrigada!
Eu também amei o seu comentário, haha. Perfeita? Obrigada.
Eu amo que tenha gostado a ponto de pedir continuação, mas eu não tenho ideia de como eu faria isso, já esta oneshot quase que não sai... Eu prometo que, se der, eu faço alguma coisa.
Obrigada novamente!
Não posso explicar o que eu senti lendo essa história. As histórias de Calvin e Haroldo sempre estiveram presentes de algumas forma na minha vida. Nas minhas primeiras gramáticas eram as suas tirinhas que eu mais gostava. Mas o tempo passou e, como Calvin, eu também cresci. Ler essa carta foi como se eu tivesse escrito também! Muito bom, parabéns pelo seu trabalho.
Eu também leio essas tirinhas a longa data e hoje as considero como minhas favoritas do gênero — e pensar que eu quase fiz pouco caso quando minha psicóloga me presentou a elas D:
Quando eu escrevi a carta tentei fazê-la como o Calvin faria, mas acabei colocando um bom pedaço de mim nela; acho que "eu cresci" descreve bem todo o sentimento.
Muitas desculpas pela demora em responder, e agradeço de coração pelo seu comentário! ^^
Meu caro,kkk, é redundante eu dizer que achei seu texto incrível. Devo dizer que quando era criança não acompanhava com tanto afinco as tirinhas do Calvin, mas de modo geral, descreveria a família do Calvin como relativamente unida (decididamente, não descreveria o pai dele como um filho da puta, só meio indiferente as vezes), mas seu texto me fez analisar o que já tinha lido e vejo que talvez você esteja mais próximo da verdade. Lembro de ter lido a ultimo tirinha, onde Calvin diz não ter tempo pra brincar por que está ocupado fazendo lição, comportamento inesperado dele, e não pude deixar de pensar que todo mundo acaba passando por essa transação, querendo ou não.
O que mais gostei:
a profundidade e sutileza dado ao Calvin
Bem, quando eu pensei no desenrolar da relação do Calvin com o pai, para a oneshot, eu não quis fazê-lo parecer um filho da P*** exatamente, seria mais uma situação de ele ter se afastado depois do divórcio (talvez com o filho trabalhoso pesando nessa decisão), mas como a carta contém apenas as Verdades do Calvin, fica explícito apenas o que esse sente; não dá pra saber com exatidão se o cara despreza o garoto ou se é rancor de filho 'abandonado'... Mas eu não nego que, nas tirinhas originais e na minha opinião, o pai demonstre amar o menino.
É, foi nessa última tirinha que eu me inspirei, rs. Ela me fez pensar sobre essa questão de crescer, ganhar malícia para enxergar a vida, mudar... Foi um final que me pareceu muito honesto.
Obrigada por ter lido e por compartilhar comigo sua opinião :D
JESUS CRISTO!
EU AMEI ESSE CAPITULO!
Faz sentido pensar isso né? Mas por que o Pai dele foi embora? Rolou altas teorias na minha cabeça, 35% delas são adultério.
E Calvin gostando de filosofia... Novamente, faz sentido.
E a quedinha pela Susie foi ótima.
Eu fiquei meio chocada quando li que o Calvin entregou o Hobbes para alguém.
ps: quase chorei nessa parte.
Enfim...
Ótima estoria.
Ps 2: Usar os nomes originais foi a cereja do bolo.
Olá! Que bom que gostou!
Bem, eu não pensei em um motivo específico para a separação dos pais dele (não me mate :P), eu precisei descrever um futuro alternativo e decidi colocar um não tão feliz ou esperado; partindo da interpretação de que Calvin seria 'diferente' das outras crianças e refletindo sobre a relação dele com o pai em algumas tirinhas, considerei razoável esse acontecimento.
Eu quis deixar a oneshot verossimilhante às tirinhas, então usei muitas referências à obra original, explícitas ou nem tanto. Fico feliz que tenha notado!
E é, essa de o Calvin dar o Hobbes, foi mais para que ele pudesse ter algo de que se arrepender, um dos tipos de "burrice" associados à adolescência...
Obrigada pelo review o/
O seu escrito é extremamente reflexivo e tocante, especialmente por ser envolto em uma sinceridade e uma simplicidade que são difíceis de serem explicadas.
De fato na maioria das vezes quando crianças é que nós enxergamos as coisas com mais simplicidade e com menos fingimento, menos preocupação em sermos socialmente corretos ou adequados.
A sua história expressa muito bem a pressão que os adolescentes vivem em sua grande maioria, pois eles mais se preocupam em se encaixarem em grupos do que serem eles mesmos, do que serem autênticos.
Eu acredito que no nosso mundo muitas vezes as pessoas se preocupam em demasia em serem aprovadas pelos outros e elas esquecem de olharem para elas mesmas.
A sua história me fez refletir sobre muitas coisas, inclusive se eu tenho sido honesto comigo mesmo.
Obrigado pelo excelente escrito!
Olá, que bom que gostou!
Ao escrever sobre a perspectiva do Calvin, eu tentei manter a essência do personagem que vejo nas tirinhas e colocá-la em conflito com as mudanças causadas pelo crescimento, e pelo ambiente. Eu creio que ele é do tipo que nunca perderia o "lado infantil" sem deixar de ser ele mesmo, apesar de que, em uma visão otimista, Calvin se daria bem como uma pessoa crescida.
Por outro lado, crescer trás toda uma etapa de desencantos também, em que as pessoas classificam e são classificadas por critérios muito banais, principalmente na adolescência, e isso acaba desgastando os espíritos mais livres; eu preferi colocar por esse ângulo, pois o acho bastante verossímil.
Calvin and Hobbes também me faz refletir sobre o ser humano e o mundo, de um modo que eu não consigo expressar em palavras, talvez por eu ter sido uma criança como ele... Sem contar que adoro temas que envolvam amigos imaginários, rs.
Eu que agradeço pela sua atenção! Obrigada!
Nossa, mas que história linda! Eu sempre gostei de Calvin e Haroldo, esses dois já me fizeram dar muitas risadas com o mundo doido cheio de imaginação e esperança que só pertencia a eles. A inocência da infância é a coisa mais linda desse mundo! Em minha opinião, crescer abre feridas irreparáveis no coração, pois sentimos saudades dos tempos em que não havia preocupações e em que éramos ingênuos e acreditávamos piamente que ninguém jamais nos faria mal... Sentimos tanta saudade que isso acaba nos machucando por dentro. Eu sou a prova viva disso, pois foi há pouco tempo que consegui superar o meu Complexo de Peter Pan e finalmente me conformar de que infelizmente precisava crescer. Sabe quando a inocência se vai? É nesse ponto que começa a adolescência. A morte da inocência é o nascimento da adolescência. E sabe... Isso me fez lembrar de alguém muito especial... Ah, que saudade do meu amigo imaginário: O Bob, o pinguim azul. Por onde ele anda, hein? Eu só espero que ele esteja bem quentinho, envolto num cobertor de lã vermelha, num cantinho bem especial da minha mente e que a sua inocência não tenha se deturpado em meio aos meus atuais ideias de adolescente. Não te esqueças de mim, Bob, porque eu nunca me esquecerei de ti. Nunca mesmo.
Ah, obrigada! Também adoro esses dois e as reflexões que cada final de tirinha trazem, ainda hoje — até porque, conforme adquirimos experiência, surgem interpretações e sentidos que não vimos nas vezes anteriores; eu era só uma criança quando conheci a obra de Bill Watterson.
Para falar a verdade eu também sofri um pouco para crescer, mas posso dizer que gosto da mentalidade complexa que desenvolvi com a contribuição do tempo; sendo que se eu pudesse, resgataria o otimismo e um pouco da empatia que morreu com a minha infância...
Sabe que às vezes eu penso sobre isso? Para onde vão os amigos imaginários quando os amigos imaginadores crescem? Há tantas hipóteses reconfortantes quanto deprimentes para seus destinos (e realistas também), mas espero que esse seja algo bem próximo ao cantinho especial de seu Bob.
Obrigada por ler e comentar!
perfeito
O que mais gostei:
eu amei
Que bom que gostou!
Obrigada!
Nossa muito bom. É tão estranho lembrar de certas coisas e sentir essa melancolia automática, é só tocar no passado e já era. Essas tirinhas fizeram parte da minha infância e eu lembrei de muita coisa lendo isso. É uma saudade muito bonita, apesar daquela dorzinha no fundo da mente, e também é chato não saber como todos essas coisas vão fazer falta um dia. Sua escrita é muito boa, nada muito repetitivo, os elementos se dispõem muito bem, não deixando nada clichê. E acima de tudo, a ideia central da carta ao amigo imaginário me tocou bastante, é muito semelhante ao que já aconteceu comigo há bastante tempo. Enfim... Muito bom mesmo e você merece todas as congratulações.
Obrigada, que bom que gostou. Pelo menos pra mim, entrar em contato com o passado é uma coisa estranha, em si; eu não faço muito isso, mas quando acontece ele acaba deixando um impacto considerável, que geralmente é um gosto amargo, no máximo agridoce... Essas tirinhas tiveram participação especial na minha infância também, gosto de refletir sobre elas e sobre os sentimentos que acabam se desencadeando.
Cara, eu sinceramente me surpreendi com os retornos positivos, porque tanto a ideia, como o desenvolvimento dessa carta, vieram de uma vontade tão súbita que eu nem tive tempo pra pensar criticamente sobre. Significa muito pra mim um elogio vindo de alguém como você — e por falar nisso, eu já fui ler o capítulo extra de "A primeira vez que rimos juntos".
Muito obrigada por dividir sua opinião comigo!