Pokémon - Two Steel Friends
17 De volta a Violet City! É hora de uma despedida!
Notas iniciais
Eu estava relutante em entrar no Pokéathlon. Não gosto de esportes, aquele lugar nunca seria minha praia. Eu ia dizer para Steven que seria melhor desistirmos e tentarmos de novo um outro dia, quando então, o Pokégear toca.
– Uh... Alô?
– Sony? Alô? É você?
– Ah, sim, sou eu.
– Ótimo! Sou eu, Elm! Onde você está?
– Hmm... No National Park.
– Ótimo, ótimo. Olha, eu estou em Violet City hoje dando uma palestra na escola daqui. Já que você está perto você podia vir aqui e me entregar o Togepi e o relatório que você fez até agora da pesquisa.
– Ah, sim, sim. Ok. – Eu não queria ter ouvido o Elm falar sobre entregar o Togepi. Eu tinha esquecido que eu não iria ficar com ele inicialmente.
– Se puder chegar antes das aulas da tarde começarem, ótimo. Eu queria que os alunos vissem você. Você podia mostrar a eles a vida de um treinador.
– Ok. Tô indo pra aí. Até.
– Até.
Eu fechei meu Pokégear e olhei para Steven. Ele estava curioso para saber o que era.
– Hey, Steven, precisamos deixar o Pokéathlon para depois.
– Aron?
– É. Elm pediu pra que fossemos pra Violet City o mais rápido que pudermos.
– Aron... – Steven fez uma cara de quem não gostou, mas tinha entendido. Ele queria participar do Pokéathlon, mas isso também era importante.
– Bem, senão vejamos... – Abri meu Pokégear e fui checar o mapa – Para chegar na rota 36, precisamos sair pela saída leste do parque... aí depois é só seguir e chegamos em Violet. Ótimo. Vamos Steven!
Quando estávamos quase entrando no parque de novo, Togepi começou a balançar no meu braço.
– Hm? O que foi, Togepi?
– Thucki! – Togepi apontava pro chão.
– Você tá pedindo pra ir pro chão?
– Thucki!! – Togepi afirmou e pulou no chão por si mesmo.
– Oh... Okay... Você já sabe andar mesmo... Só não se afaste muito, ok?
– Thuckiprii!! – O pequeno Togepi saiu correndo e entrou no parque. Steven e eu corremos antes que ele se afastasse demais e se perdesse. O parque tinha um olhar diferente quando não era a hora do Bug Catching Contest. Não era tão movimentado, era mais calmo, pessoas e Pokémon iam e vinham. Algumas pessoas se exercitavam caminhando, correndo ou andando de bicicleta. Algumas pessoas passeavam com seus Pokémon, admirando a paisagem. Realmente andando assim parecia mais bonito. No centro do parque, onde o concurso ocorria, havia pessoas trabalhando, instalando algumas tendas e coisas do tipo. Talvez estivessem preparando o evento que iria acontecer em breve. Depois de caminharmos por alguns minutos revigorantes, chegamos na saída. Saímos com um sorriso no rosto. Quando estávamos já na rota 36, encontramos um garoto de uniforme, recolhendo alguns livros no chão.
– Ai, que droga... Eu vou me atrasar... Cade o livro de Algebra?...
Eu andei até o garoto e peguei um livro perto dele – É esse?
– Oh?... SIM! – Ele pegou o livro na minha mão e enfiou em sua mochila – Ai, cara, valeu! Eu to super-atrasado então eu vim correndo, aí tropecei numa pedra, e... Já sabe.
– Eu entendo. Mas não foi nada, só foi uma boa ação, hehe.
– Bem, obrigado, me chamo Alan.
– Eu sou o Sony. Prazer.
– Ah, o prazer é meu... Aliás, que horas são?
Olhei meu Pokégear – Meio dia e meia. Nossa, ainda não comi...
– AAAAH! AIAIAI! ESSE CAMINHO DEMORA QUASE UMA HORA PRA PERCORRER!! A AULA COMEÇA DE UMA E QUINZE DA TARDE!! EUEUEU VOU INDO!! – O Schoolkid saiu correndo como se estivesse numa maratona de triátlon. Eu sei bem o que ele passava. A escola de Violet City era a de referência em toda Johto. Era melhor e mais avançada até que a de Goldenrod. Nas escolas, os garotos entravam com 6 ou 7 anos e estudavam até a 5ª série. Depois disso, os alunos que fossem tomar uma vida como um treinador, o que era a opção mais tomada por todos, estudavam em casa, ou no meio da jornada. Os que quisessem seguir uma outra carreira, eram matriculados no ensino fundamental avançado, e estudavam rigidamente, não só a profissão que queriam tomar, mas também a como batalhar, para própria defesa pessoal. Os alunos, geralmente não tinham Pokémon no fundamental primário, mas era quase que obrigatório na 7ª em diante, por isso, algumas escolas ensinavam a como capturar Pokémon desde cedo para que os alunos já ficassem com Pokémon garantidos.
– Isso me lembra dos meus tempos de escola... Ah... Bons tempos...
– AAAH NÃÃO!! – Escutamos um grito vindo de longe, parecia do mesmo menino que vimos antes. Corremos até encontra-lo. Ele estava correndo de um lado pro outro reclamando. Uma coisa parecida com uma árvore estava na frente dele. – Ótimo, cresceu uma árvore em um final de semana. QUEM PLANTOU ISSO AQUI?
– Isso não é uma árvore... – Eu cheguei perto do Schoolkid, encarando aquilo que parecia ser uma árvore, mas definitivamente, não era.
– So... Sony?... Então o que é isso?
– Hm... – Peguei a Pokédex do me bolso e apontei para a coisa bloqueando o caminho.
– Bip! Sudowoodo, Pokémon Imitação. Mesmo que ele sempre pretenda imitar uma árvore, sua composição é mais similar a uma rocha do que de vegetação.
– Ah, então é um Sudowoodo?
– Hm-hum, acho que esse é o território dele.
– Ai que ótimo! Mas ele tinha que ficar logo aqui no meio da passagem?
– Não esquenta. – Eu abri minha mochila, peguei o regador que a Lyra me forçou a comprar, e minha garrafa d’água – Isso vai servir pra alguma coisa... – Eu coloquei a água no regador e me dirigi até o Sudowoodo. Eu coloquei o regador acima dele, deixando a água sair pelos buraquinhos do mesmo – Olha a chuva!
– SUUUDO!! WOODOOO!! – O Sudowoodo começou a se sacudir, tentando fugir da água. Como ele era um Pokémon do tipo pedra, odiava água.
– Boa, Sony!
– Não foi nada!
– E agora o que a gente faz com o Sudowoodo zangado?
– Hmm? – Eu me virei e vi o Sudowoodo furioso, se preparando para atacar – Isso eu ainda não pensei... Hehe...
– Sudo... WOODO!! – O Sudowoodo veio para cima de mim, tentando me bater com seus braços.
– Waaah! – Eu esquivei por um triz, quase que o Sudowoodo conseguia me atacar – Ok! Se é assim... Steven, Metal Claw!
– Aaa... Ron!
– Suuu...
– Nossa! Que ataque!
– Você gostou? Hehe.
– Sudo... Woodo... – O Sudowoodo começou a dançar, balançando seus braços.
– O que ele tá fazendo?...
– Dançando... Não, pera! Eu vi isso semana passada na escola! O Sudowoodo vai usar o Mimic!
– Mimic? – Do nada, o Sudowoodo parou de dançar e brilhou, depois armou seus braços e arranhou Steven – O QUE?... ELE... COPIOU O METAL CLAW?...
– Era disso que eu tava falando! Mimic copia o último ataque usado pelo oponente!
– Isso quer dizer que agora o Sudowoodo aprendeu Metal Claw?
– Exato, mas temporariamente!
– Bem, ainda sim temos vantagem! Metal Claw de novo, Steven!
– Aaa... Ron!
Sudo... WOODO! – O Sudowoodo usou o mesmo ataque que Steven.
– Aa...
– Steven! Você tá bem?
– WOODO! – O Sudowoodo deu uma rasteira em Steven, jogando-o para trás.
– Aaar!!...
– STEVEN! – Eu corri até Steven para socorrê-lo.
– Aquilo foi um Low Kick?
– Você ainda tem dúvidas?
– Thucki! Tchucki! – Togepi veio entrando na frente e começou a balançar suas mãozinhas.
– TOGEPI! SAI DAÍ MENINO! É PERIGOSO!
– Espere, Sony!
– Uh?
– Ele vai usar o Metronome!
– Sério? Mas... Ele sabia esse ataque?...
– THUCKI! – Togepi parou de balançar os dedos e apontou para cima, brilhando logo após. Depois disso, o Togepi começou a criar uma onda gigante, na qual ele subiu em cima.
– MAS EIN?
– Ele tá usando o Surf! Que maneiro!
– SUDOOOO! – O Sudowoodo, ao ver a água, tentou fugir, mas acabou “levando um caldo”. Depois de molhado, ele saiu correndo.
– Caraca, isso foi incrível!... E... E EU VOU ME ATRASAR! VALEU, FALOU, FUI! – E o Schoolkid saiu correndo de novo.
– E lá vai ele de novo... Bem, vamos andando, Steven. E você foi ótimo, Togepi, mas tome mais cuidado, na próxima! Você podia ter se machucado!
– Thucki! – Togepi balançou a cabeça e ficou pulando.
– Pra você é tudo brincadeira, né? Tá, vamos andando.
Depois de um tempo já estávamos em Violet City. Já fazia um tempo que não passávamos por aqui. Tudo era bem nostálgico.
– Okay... Já estamos na cidade. Acho que o Elm deve estar na escola. Já é Uma e meia... E eu ainda não almocei... Sem dinheiro, sem comida... Acho que se eu vender essa Everstone eu consigo algum dinheiro...
– Aron...
– Thuck... PRIIIII!! – Togepi chorava. Provavelmente com fome.
– Não, bebê. Não chore... – Eu o peguei em meus braços e comecei a balançá-lo carinhosamente para acalmá-lo — Eu consigo comida para nós todos... Eu acho... Ai eu sabia que deveria ter poupado dinheiro... Hmm... Espere aí... O meu Cartão de Treinador! Ele pode servir como cartão de crédito! Por que não pensei nisso antes? – O cartão de treinador não é só um cartãozinho para mostrar que você é um treinador. Ele também pode servir como cartão de crédito.
– TRIIIIIIII!!
– Aiaiai! Calma Togepi! Já vamos comer!
Eu corri o máximo que pude para o Centro Pokémon. Por sorte eles ainda estavam vendendo os almoços prontos para treinadores e seus Pokémon. Após terminarmos nossa refeição, íamos nos dirigindo à escola, quando vimos o professor Elm do lado de fora, esperando.
– Ah, finalmente você chegou, não? – Dizia Elm, um pouco bravo – Eu acabei de acabar minha palestra e eles já começaram outra aula.
– Ai, professor, foi mal...
– Tudo bem, eu consegui com que guardassem um tempinho para mim para te mostrar para eles. – Elm desvia seu olhar para baixo e percebe o pequeno Pokémon do meu lado – Ei... Esse é o Pokémon que chocou do ovo que eu te dei, não foi?
– Ah, sim, sim! Esse é o Togepi. – Falei, levantando-o – Eu fiz também umas anotações que percebi com ele. Ele já podia andar sem ajuda já no segundo dia de nascido e conseguia comer alimentos sólidos no terceiro, mas quem percebeu isso foi a Lyra. Lembra dela, né?
– Oh, sim. Lembro. Aliás, obrigado, Sony.
– Não foi nada! – Eu coloquei o Togepi no chão e comecei a vasculhar minha mochila, onde retirei alguns papeis – Aqui está as pesquisas sobre o Steven e também a sobre o Togepi.
– Oh, Sony, você é tão responsável... Obrigado. Aqui está o seu pagamento.
– Oh... Pagamento?... Mas...
– Eu não te falei? Ajudando nas pesquisas você ganhava um pagamento...
– Ah, verdade... – Eu não tinha ouvido a parte do pagamento. Eu meio que parei de ouvir o que ele estava dizendo quando ele falou que eu ia ganhar um Pokémon.
– Hmm... Com licença, Professor Elm, este é o treinador que você tinha falado? – Falava uma mulher, saindo da escola e vindo em nossa direção. Ela provavelmente era uma professora.
– Oh, sim. Este é Sony.
– Oi! – Respondi sorrindo.
– Bem, eu não pretendia tirar o espaço da aula, mas as crianças insistiram tanto pra que eu trouxesse o treinador...
– Entendo... Bem, Sony, você está pronto?
– Hm? Tô.
– Ótimo. Vou mostrar onde é a sala.
Entramos na escola e fomos passeando dentre os corredores. A escola é realmente grande como falavam. Havia várias salas e armários. Crianças corriam para lá e para cá, algumas com algum Pokémon. Subimos uma escada e chegamos à sala que queríamos: A 3° série.
– Crianças, aqui está! Esse é o treinador que eu lhes falei antes! – Apresentou Elm. As crianças fizeram uma algazarra. Devo admitir que fiquei um pouco sem jeito. Eu sou meio tímido com pessoas novas. – Vamos, Sony, se apresente!
– Aw... Erm... Olá, crianças, eu sou o Sony e eu sou um treinador...
As crianças começaram a gritar, eu continuei meio tímido. Então, um dos alunos levantou – Ei! Ei! Quantos Pokémon você tem? – perguntou.
– Oh, eu tenho 5, Steven, Ghast, Owly, Dock e Togepi... Ah, e o Learf! É mesmo. Eu tenho 6. – Eu não contei com a Beedrill. Eu não pretendia deixá-la como membro do grupo, afinal, eu tenho pavor à Beedrills. – Este aqui é o Steven, ele é um Aron. – Falei, mostrando Steven a eles.
Eles murmuravam entre si, falando o quão fantástico achavam o Pokémon. Após isso, outro aluno ficou de pé e me perguntou – Ô moço, você tem alguma Insígnia?
– Moço? Hehehe... Não precisa me chamar assim... Bem, eu tenho 3. Inclusive, uma dessas é a do Gym aqui de Violet City.
Os alunos comentavam entre si o quão legal era pra eles que eu tivesse ganhado 3 insígnias, principalmente a daqui de Violet City, já que todos conheciam Falkner e muitos o consideravam o mais forte.
– Hmm... O Sony também vai falar sobre os desafios que os treinadores enfrentam, não, Sony? – Dizia a professora, meio impaciente. Ela não queria que eu só enchesse a cabeça dos alunos de esperanças. Ela queria que os alunos aprendessem sobre a dura jornada de um treinador.
– Oh, sim. Sim. Bem, pessoal. Primeiro de tudo: O que um treinador faz não é só sair por aí pegando Pokémon, colecionando insígnias e batalhando. E aliás, nem pensem que um treinador não estuda. Por estar fora da escola ele terá que estudar por conta própria. – Dessa vez a professora gostou do que eu falei. Ela arqueou suas sobrancelhas, meio que dizendo “estão vendo?”. Os alunos ficaram meio confusos com isso. Eles não entenderam direito tudo o que eu falei.
– Ei, Tommy!
– É Sony, burro.
– Ai, desculpa... Ô Sony!
– Pode falar!
– É que meu pai me falou que treinadores não ganham dinheiro com batalhas... É verdade? E como eles viajam?
– Oh... Bem... Seu pai está certo. Batalhas não dão dinheiro... A não ser é claro que você trabalhe com batalhas, como os Gym Leaders. – Os alunos ficaram pasmos. Eles achavam que as batalhas eram um tipo de aposta, e quem perdesse, ganhava algum dinheiro – Mas você pode ganhar dinheiro vendendo itens que você acha no caminho... E também há o Cartão de Treinador. Ele pode servir como um Cartão de Crédito.
– Então não dá pra ganhar dinheiro sendo treinador?...
– Não, só se você trabalhar com batalhas, como eu falei.
– Mas Sony, eu posso ser uma treinadora e ser professora ao mesmo tempo? – perguntou uma garotinha na primeira fileira – É que eu queria ser ensinar e batalhar... Ou ensinar à batalhar!
– Ah, claro que sim!
A garotinha ficou feliz com o que eu disse, e comemorou. Vários outros alunos fizeram-me perguntas e a professora também me incentivou a falar sobre outras coisas. Ficamos conversando até o sinal tocar, anunciando o recreio. Todos os alunos saíram correndo, gritando e brincando. Antes que saíssemos da sala, chamei a atenção da professora.
– Hmm... Professora?
– Oh! Diga Sony.
– Bem, eu tenho este Pokémon... Eu não sei se eu posso cuidar dele então... – Eu peguei a Pokéball da Beedrill em meu bolso e mostrei a professora – Bem, eu quero que fique com esse Pokémon.
– Oh... Obrigado, Sony. Muito bom de sua parte.
– De nada... Bem, acho que já vou indo. Adeus!
– Até mais ver!
Elm e eu fomos andando em direção à saída da escola. Aquilo parecia demorar uma eternidade. A cada passo que eu dava, mais eu sabia que o momento de me despedir do Togepi chegava. E mesmo que eu só tenha ficado com ele por quatro dias, eu me apeguei a ele.
– Bem, Sony... Acho que está na hora de irmos...
– ... Eu sei... Togepi... – Me virei pra falar com o Togepi – Vá com o Elm...
– Tchucky! – O pequeno Togepi sorriu e foi em direção a Elm. Ele percebeu que eu não ia junto e não parecia estar só estar “deixando-o com o Elm” – Thuki?
– Não, Togepi... Eu não vou com você... Vocês vão ter que ir só...
Togepi já tinha entendido tudo. O pequeno começou a chorar. Ele não queria ficar longe de mim nem eu dele.
– Eu sei... sniff... Eu também não quero te perder, mas... Você tem que ir... Eu sei que despedidas são duras... Mas... Eu sempre estarei com você em seu coração. Não torne isso mais difícil para nós... Sniff...
– Tchuki... – Togepi, parou de chorar e balançou a cabeça. Lagrimas ainda caiam de seus olhos.
– Vai ficar tudo bem! Confie em mim, Ok?
– Sniff... Thuki!
– Desculpe te fazer passar por isso, Sony... Eu...
– Não, Professor. Sniff... Tudo bem! – Eu pego Togepi nos braços e dou-lhe um abraço, antes de entregá-lo – Apenas me prometa, Elm... Cuide bem do Togepi.
– Certo. Eu... Eu cuidarei bem dele! Eu prometo!
– Obrigado. Tchau, Togepi! Tchau Elm.
– Tchau, Sony.
– Tchukie!
Despedimos-nos e Elm foi fazendo seu percurso junto a Togepi. Foi difícil dizer “tchau”, mas aquele Togepi não seria meu. Eu apenas choquei o ovo para Elm. Apesar disso, eu acabei criando algum sentimento por aquele Togepi. Senti uma lágrima cair de um olho enquanto via Elm e Togepi se distanciarem mais e mais. Mas eu tinha que ser forte. Sequei minha lágrima e me virei para o Oeste, onde eu deveria seguir percurso para Ecruteak.
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