Orora - A saga do Amanhecer
Orora - A saga do Amanhecer
Orora - A saga do Amanhecer
Contam as lendas antigas, que este reino já foi próspero. Os campos verdejantes estendiam-se até que a visão perdesse o foco. As terras férteis e produtivas erguiam-se desde as praias até os altos picos gelados dos montes Hannah.
Tudo corria perfeitamente, em harmonia. Não havia egoísmo entre os cidadãos, os recursos eram fartos e acessíveis à todas as classes.
Mas nenhum equilíbrio pode ser mantido apenas com o bem, uma balança não se sustenta apenas por sorrisos e atitudes gentis. Com o avanço da ciência, a classe mágica conhecida como curandeiros elementais, sentiu-se menosprezada. Por que as pessoas iriam à procura de suas curas através das cores, do ar e até do fogo, quando podiam simplesmente ingerir os tais "medicamentos" criados pela cientista Dinea?
[...]
— Eu falhei, meu amigo, não pude proteger o reino de tanta maldade humana. - Abraçou sua filha, Alises. Depositando um selo em sua testa. - Cuide bem do povo, se eu não regressar, saiba que vejo uma grande líder em você. - Desfez o abraço que unia os dois. Kanteru caminhou até seu cavalo e com um grande urro, tal qual um urso, seguiu seu rumo até as árvores da luz.
— Pai... - Lágrimas escorreram lentamente pela extensão aveludada do rosto de Alises. - Você tem que regressar... Eu não... não consigo... - Sussurrou para si mesma
Mas com o passar do tempo, ele nunca regressou, e algo dentro do meu ser começou a mudar.
Tudo corria perfeitamente, em harmonia. Não havia egoísmo entre os cidadãos, os recursos eram fartos e acessíveis à todas as classes.
Mas nenhum equilíbrio pode ser mantido apenas com o bem, uma balança não se sustenta apenas por sorrisos e atitudes gentis. Com o avanço da ciência, a classe mágica conhecida como curandeiros elementais, sentiu-se menosprezada. Por que as pessoas iriam à procura de suas curas através das cores, do ar e até do fogo, quando podiam simplesmente ingerir os tais "medicamentos" criados pela cientista Dinea?
[...]
— Eu falhei, meu amigo, não pude proteger o reino de tanta maldade humana. - Abraçou sua filha, Alises. Depositando um selo em sua testa. - Cuide bem do povo, se eu não regressar, saiba que vejo uma grande líder em você. - Desfez o abraço que unia os dois. Kanteru caminhou até seu cavalo e com um grande urro, tal qual um urso, seguiu seu rumo até as árvores da luz.
— Pai... - Lágrimas escorreram lentamente pela extensão aveludada do rosto de Alises. - Você tem que regressar... Eu não... não consigo... - Sussurrou para si mesma
Mas com o passar do tempo, ele nunca regressou, e algo dentro do meu ser começou a mudar.
KivaStreisand
Sinopse
Contam as lendas antigas, que este reino já foi próspero. Os campos verdejantes estendiam-se até que a visão perdesse o foco. As terras férteis e produtivas erguiam-se desde as praias até os altos picos gelados dos montes Hannah.
Tudo corria perfeitamente, em harmonia. Não havia egoísmo entre os cidadãos, os recursos eram fartos e acessíveis à todas as classes.
Mas nenhum equilíbrio pode ser mantido apenas com o bem, uma balança não se sustenta apenas por sorrisos e atitudes gentis. Com o avanço da ciência, a classe mágica conhecida como curandeiros elementais, sentiu-se menosprezada. Por que as pessoas iriam à procura de suas curas através das cores, do ar e até do fogo, quando podiam simplesmente ingerir os tais "medicamentos" criados pela cientista Dinea?
[...]
— Eu falhei, meu amigo, não pude proteger o reino de tanta maldade humana. - Abraçou sua filha, Alises. Depositando um selo em sua testa. - Cuide bem do povo, se eu não regressar, saiba que vejo uma grande líder em você. - Desfez o abraço que unia os dois. Kanteru caminhou até seu cavalo e com um grande urro, tal qual um urso, seguiu seu rumo até as árvores da luz.
— Pai... - Lágrimas escorreram lentamente pela extensão aveludada do rosto de Alises. - Você tem que regressar... Eu não... não consigo... - Sussurrou para si mesma
Mas com o passar do tempo, ele nunca regressou, e algo dentro do meu ser começou a mudar.
Tudo corria perfeitamente, em harmonia. Não havia egoísmo entre os cidadãos, os recursos eram fartos e acessíveis à todas as classes.
Mas nenhum equilíbrio pode ser mantido apenas com o bem, uma balança não se sustenta apenas por sorrisos e atitudes gentis. Com o avanço da ciência, a classe mágica conhecida como curandeiros elementais, sentiu-se menosprezada. Por que as pessoas iriam à procura de suas curas através das cores, do ar e até do fogo, quando podiam simplesmente ingerir os tais "medicamentos" criados pela cientista Dinea?
[...]
— Eu falhei, meu amigo, não pude proteger o reino de tanta maldade humana. - Abraçou sua filha, Alises. Depositando um selo em sua testa. - Cuide bem do povo, se eu não regressar, saiba que vejo uma grande líder em você. - Desfez o abraço que unia os dois. Kanteru caminhou até seu cavalo e com um grande urro, tal qual um urso, seguiu seu rumo até as árvores da luz.
— Pai... - Lágrimas escorreram lentamente pela extensão aveludada do rosto de Alises. - Você tem que regressar... Eu não... não consigo... - Sussurrou para si mesma
Mas com o passar do tempo, ele nunca regressou, e algo dentro do meu ser começou a mudar.
Notas adicionais
Esta história me pertence, assim como os personagens.
Bruna Anacleto
Bruna Anacleto
Escrito por
KivaStreisand
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 13 de mar. de 2015, 22:14
Atualizado em 17 de mar. de 2015, 21:30
2492 palavras
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Notas adicionais
Esta história me pertence, assim como os personagens.
Bruna Anacleto
Bruna Anacleto
Autor
KivaStreisand
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 13 de mar. de 2015, 22:14
Atualizado em 17 de mar. de 2015, 21:30
2492 palavras