“O Futuro” - Dramione

44 Parte 2 - trigésimo - capítulo - Reencontros"


Notas iniciais
Oi pessoal, quanto tempo, hein? Antes de mais nada, quero agradecer pela compressão de vocês, comigo. Vocês são sensacionais, de verdade! Agradeço mesmo, minhas leitoras e leitores! Eu estou voltando aos poucos, viu! Finalmente, estou conseguindo escrever e isso é sensacional! Volta para esse universo é bom demais! Só peço um pouquinho de colaboração de vocês, tá? Até breve, gente! Amo vocês!

Draco olhava para o homem a sua frente o avaliando, quando em questão de segundos, o próprio simplesmente foi lançado longe, caindo inconsciente aos seus pés. E olhando para a entrada da porta, alguém totalmente mascarado adentrou no local, sorrindo totalmente satisfeito para o seu oponente no chão, antes de olha-lo nos olhos profundamente.

O desconhecido que agora percebeu, ser pequeno demais para ser um homem, logo concluiu que era uma mulher de estatura média, deu um passo em sua direção, o sonserino arregalou os olhos, totalmente assustado.

Estava fraco demais para reagir e antes que pudesse sequer tentar dizer algo, sentiu seus sentidos se perderem e caiu na escuridão. Ao abrir os olhos, percebeu que estava deitado na cama, com uma garota, direcionando uma colher cheia de algo, que cheirava muito bem a sua boca e depois de 20 dias, se deixou ser alimentando.

Após se alimentar e estar satisfeito, também agora enxergando melhor, prontamente reconheceu a garota, a mesma sendo a garçonete da lanchonete, que esteve no beco Diagonal, antes de retornar para Hogwarts.

Lembranças imediatamente vieram a sua mente, recordando dela, falando sobre uma garota, que esteve a sua procurar também naquela mesma cafeteria, no mesmo dia. E por um momento se deixou sorrir bobo.

Agora por fim sabia exatamente, de quem a ela se referia naquele dia. Quem era a moça que lhe esperou tão ansiosamente na cafeteria, naquele dia; era Hermione. Sua Hermione Granger

— Era Hermione, naquele dia, não era? – perguntou, se sentindo um pouco mais forte, a olhando nos olhos.

Lary parou os curativos, devolvendo o olhar sorrindo. Sorriso, que afirmava que era Hermione, que esteve lá, naquele dia.

— Como está se sentindo, Draco? – perguntou suavemente, voltando a fazer os curativos no punho do loiro enfaixando sua mão direita machucada, cheia de cortes, que mostravam que ele tentará fugir várias vezes do cativeiro que Astória o levou.

— Sinceramente? Não sei, ainda estou confuso com tudo isso. E com o que Astória fez. Isso é uma loucura total – o loiro lamentou, sem acreditar no que a corvina fez por 20 longos dias.

— Algumas pessoas escondem bem sua personalidade – ela esclareceu tristemente, o olhando – Mais temo que a as atitudes de Astória, foram consequências sofridas na linha do tempo – explicou, ciente de que ele sabia sobre a viagem no tempo de Hermione para o futuro.

— Sim, eu também penso assim – concordou com a teoria dada por aquela garota tão cheia de segredos, mas que o livrou de Astória. Agora, finalmente poderia voltar para Hogwarts. Voltar para Hermione.

— Ela sente muito sua falta – comentou, percebendo que o loiro estava com o pensamento longe, provavelmente pensando em uma certa grifinória.

— Quem é você exatamente? – ele perguntou, se ajeitando na cama, ainda se sentido fraco.

— Vou lhe contar tudo Draco. Mas antes preciso que entenda, que tudo precisa ser mantido em segredo, pelo bem do seu futuro ao lado de Hermione – explicou, fazendo o loiro afirmar com a cabeça, aceitando os termos.

E então, Lary lhe contou sobre a briga do casal no futuro, sobre as palavras proferidas por Hermione, naquela fadada noite. A noite que mudou tudo, simplesmente tudo. Ele estava ciente, de que Hermione Granger, era uma bruxa poderosa, mas de alguma forma, trazer ela própria com 17 anos para o futuro, era demais.

Descreveu com detalhes, sobre a estadia dela, no futuro. Da determinação dele próprio no futuro para reconquistar a esposa e por fim, conseguindo ter sua sabe-tudo, mais uma vez, ainda que na fase adolescente.

— Então, como ela acordou um dia depois do suposto encontro de vocês, no passado, a linha do tempo que escrevia a história de vocês, foi apagada. Rompida, quebrada – Lary revelou algo, que não contou a própria Hermione, quando foi procura-la.

O loiro prendeu a respiração, diante da revelação. Por um triz, ele e Hermione, não ficaram juntos. Por um triz, ambos estariam separados para todo sempre. Se odiando ou melhor, se esquivando do sentimento, que no fundo, lá no fundo, era o mais puro e profundo amor.

E ele provavelmente agora estaria casado com alguém, sem ama-la, para satisfazer os desejos dos seus pais. E sem se importar chorou, agradecendo por aquela grifinória ter lutando por ele, mesmo o próprio a rejeitando tantas e tantas vezes.

(...)

— Você disse que ela tinha que ficar longe de mim, por um ano inteiro, certo? – ele a questionou, enquanto se aproximava da cozinha, a encontrando, com poções para serem ingeridas por ele.

Lary sorriu por um momento, sabendo que uma hora, o sonserino a questionaria.

— Sim, mas Hermione não conseguiu ficar longe de você. E convenhamos, você não facilitou os planos dela, Draco – finalizou, piscando, ciente de que o loiro não deixou a morena se afastar de maneira alguma.

O sonserino sorriu, relembrando essa época. O período em que ela tentou se afastar, no entanto, ele não deu chance a mesma, disso acontecer.

— Quando vou poder voltar para Hogwarts? – perguntou, depois de alguns minutos em silêncio.

— Quando você se curar das feridas e ganhar um pouco de peso – a mesma explicou, ciente de que Hermione piraria se visse o namorado neste estado deplorável. E aceitando a decisão dela, o loiro esperou pacientemente seu retorno para Hogwarts.

(...)

Hermione, as garotas e os garotos retornaram profundamente desolados para Hogwarts, por fim conseguiram localizar o esconderijo de Astória, contudo quando chegaram ao local, encontraram o lugar vazio, sem nenhum sinal do sonserino.

Pressionaram Greengrass, porém, a mesma afirmou que a última vez que viu o herdeiro dos Malfoys, ele estava ali, no esconderijo. E depois de chamarem as autoridades, todos cogitaram um sequestro de verdade.

Lucius e Narcisa exigiram uma resposta, o mais rápido possível, enquanto Hermione observava toda a situação, lutando contra as lágrimas, se sentido ainda mais culpada, pelo o que acontecia com seu namorado.

— Não foi sua culpa – Thedore afirmou se aproximando, da mesma, segurando nos ombros da grifinória, tentando conforta-la, de alguma maneira.

— Eu não disse nada – Granger afirmou, tentando ser forte, dar uma de durona, mesmo estando destruída por dentro.

— E nem precisa, Hermione. Sua expressão facial já diz por si só – completou – Você escondeu muitas coisas, mas fez isso por medo da reação do Draco, quando descobrisse tudo – esclareceu, tentando tirar um pouco do peso, que a mesma segurou por tanto tempo sozinha.

— E quem garante, que ele não está me odiando neste momento? – perguntou, limpando as lágrimas com violência do rosto.

— Eu tenho plena certeza que ele não está com raiva de você – afirmou – provavelmente ficou no começo, mas não está mais – completou, beijando a testa da mesma, a deixando sozinha em seguida, com seus pensamentos.

E olhando para o céu, Granger pediu que Theodore estivesse certo sobre a raiva de Draco, sobre o segredo, que ela teve que ocultar. Mas alguns dias se passaram e com isso, Hermione sofria mais.

E caminhando pelo jardim de Hogwarts agasalhada, tentava se manter forte por todos seus amigos, seus pais, pelos pais do namorado, que se aproximaram com o passar dos dias e principalmente por ele.

Olhava para o céu da tarde, onde caia neve, quando escutou passos, se aproximando. Gemeu frustrada. Os meninos, não a deixavam sozinha por muito tempo e irritada, se virou, pronta para expulsar, Harry, Theodore ou Blásio.

— Eu quero ficar sozinha, por Merlin... – se virou e paralisou diante da visão na sua frente. Há alguns metros, lá estava Draco, com uma barba rala sobre a face, com profundas olheiras, com um sobretudo preto e com um cachecol sobre o pescoço, a olhando profundamente, com os olhos embaçados de emoções.

— Draco – murmurou o nome dele, baixando, enquanto tudo se paralisava ao seu redor.

— Hermione – e depois de longos 25 dias, Granger o ouviu dizer seu nome carregado de uma emoção profunda. E ela fechou os olhos, saboreando seu nome, sendo pronunciando por ele.

Notas finais
E então, me digam oque acharam do capítulo, hien? Finalmente, eles se reencontraram! Oque será que vai acontecer agora, que nosso sonserino sabe de toda verdade? Elogios, sugestões, dicas, críticas, estou aberta a todos! Beijo e até breve!