“O Futuro” - Dramione

43 Parte 2 - Vigésimo nono - capítulo - A leõa "


Notas iniciais
Oi pessoal, quanto tempo, hein? E eu sei, dessa vez, me ausentei por muito tempo e peço desculpas por isso, galerinha. Devo ter deixado vocês muito ansiosas, hein? Eu não vou enrolar muito, porquê imagino o quanto vocês estão loucas para pularem logo para o capítulo. A atitude de Hermione, vai agradar muito vocês e a observação de Draco, será que está correta? Me conte, tudo nos comentários!Desejo um uma ótima leitura e até o mais breve possível! Abraços!

Sem Draco os dias eram iguais, sem cor e sem vida. E as noites eram muito piores. Pesadelos com Astória levando o seu namorado para longe, para sempre, lhe atormentavam. Acordava chorando, soluçando, tremendo e gritando.

Após os primeiros pesadelos, Harry, Ginny, Luna, Blásio e Theodore, dormiam com ela, no quarto. Mesmo com os protestos da monitora chefe, todos espalhavam todos as noites, sacos de dormir no quarto do loiro, onde Hermione só conseguia dormir.

Hermione se sentia culpada, afinal quase todas as noites, acabava por acorda-los, mas mesmo assim, todos se recusavam a deixa-la. E antes de dormir, Theodore se aproximou, lhe entregando um embrulhinho.

— Nós tiramos, sem vocês verem – comentou beijando a testa da castanha – Durma bem, cunhada – desejou antes de se deitar no saco de dormir ao lado de Luna.

Observou Theodore e todos os outros dormirem e após alguns minutos, finalmente teve coragem de abrir o presente do sonserino, tomada pela curiosidade. E seus olhos se encheram de lágrimas, enquanto tocava na imagem, que se movia a sua frente.

Draco e ela abraçados, enquanto ele lhe dizia algo, fazendo a mesma sorrir, antes de se aconchegar contra o corpo do loiro, que sorria satisfeito. Hermione recordava esse dia. Em um passeio que fizeram por Hosgmede, juntos com Luna e Blásio.

E querendo dar certa privacidade ao sonserino e a corvina, Draco e ela, derem uma desculpa qualquer, os deixando seguir na frente, pelo povoado.

E chorando, dormiu abraçada a foto. “Ele vai voltar para você”— seu coração afirmava para si, e com isso, parou de chorar e sorrindo, ela dormiu, sentido Draco ali, com ela. A abraçando, como sempre fazia. A protegendo, a amando. Como ela lhe amava também.

(...)

Aos longos dos 15 dias, Draco já sentia tonturas, fraqueza e uma sede incomum, mas se recusava a qualquer custo de aceitar qualquer coisa oferecida por Astória. As torturas acabaram, graças ao indivíduo desconhecido. Mais mesmo assim, se recusava a comer até mesmo algo que ele lhe oferecia.

— Você já está magro demais garoto – o homem comentou, sentando de frente ao loiro, amarrado e com grandes olheiras nos olhos. Era visível para qualquer um, que o herdeiro dos Malfoys, teria grandes problemas de saúde, se não fosse achado rapidamente e socorrido.

— Eu não vou comer nada que ela me ofereça – assegurou, o olhando por um momento, enquanto sentia mais uma vez, a tontura e a ânsia de vômito lhe subir pela garganta rapidamente.

Mas enquanto a ânsia chegava, coisa nenhuma saia, além de um viscoso liquido incolor. Draco sabia que estava mal. Na verdade, muito mal, mas mesmo assim se recusava a aceitar qualquer coisa daquela corvina insana.

— Porquê insistir tanto em ficar sem comer rapaz? – o questionou, o observando, enquanto limpava o vômito da camisa do loiro, atento a cada reação do herdeiro dos Malfoys.

— Meus instintos, me dizem que tem algo nesta comida. Algo que vai me mudar e muito pior. Mudar meus sentimentos pela minha namorada – declarou, o olhando por um momento, sorrindo triste – E eu não posso suportar isso – concluiu, fechando os olhos, simplesmente vendo Hermione a sua frente, lhe sorrindo, lhe chamando de amor.

Amor.

Como sentia falta dela, lhe chamando de amor. Agora, tudo fazia sentido. Longe dela, começará a entender as mudanças de Hermione, desde a primeira vez que se viram na frente da sala da diretora de Hogwarts. Foi ali, que ela tentou a primeira aproximação. E foi no olhar dela, na estação, que ele viu o alivio da mesma, por vê-lo ali. O amor por detrás do alivio.

As tentativas de aproximação dela, às vezes, que ela demostrava uma preocupação fora do normal, consigo. A repeliu muitas vezes, não por causa do preconceito, contudo, sim por estar ciente de que não a merecia.

Contudo, mesmo assim Hermione não desistiu. Lutou por ele, pelo futuro, que ela viverá ou que viu, quando esteve no futuro. Ela esteve no futuro de alguma forma e os viu juntos. Como uma família. Com um filho. Anthony! O nome do filho deles.

— Você ama mesma essa garota, não é? – perguntou, admirado com os pensamentos que via na mente do loiro. E em todos os pensamentos do loiro, a grifinória estava presente.

— Para sempre – Draco disse convicto, voltando a fechar os olhos e dormir rapidamente. E desejou de alguma forma, que ela o encontrasse logo. As torturas, a fome, a sede, não se comparava a falta que sentia dela. E a imensa vontade de urgentemente começar o futuro, que ela vivenciará, juntos.

(...)

Hermione observava o mapa do maroto, atenta a cada passo da corvina, quando notou ela desaparecer do nada, como se tivesse aparatado. Foi então, que ela percebeu qual lugar Astória estava usando para aparatar de Hogwarts, para onde Draco provavelmente estava. E com passos rápidos, saiu do salão principal, encontrando Theodore e Luna no caminho.

— Eu o achei – disse, passando por eles, correndo para a sala precisa, onde esperaria Astória.

Theodore correu atrás da amiga e Luna foi avisar os outros e rapidamente, todos foram ao encontro da amiga. Quando chegaram, encontraram Hermione, analisando a entrada da sala precisa.

— Ela está usando a sala precisa para aparatar – explicou de braços cruzados, traçando um plano em sua mente.

E em silêncio, todos esperaram os próximos passos de Hermione. Sabiam que ela teria um brilhante plano em mente. E seguiriam qualquer ordem dada por ela. E quando Astória surgiu, Hermione avançou sobre ela, lhe dando um tapa certeiro na face, fazendo a morena cair para trás.

No primeiro momento, iria se controlar, mas quando a viu e lembrou que por causa dela, estava longe do namorado, a raiva lhe dominou em proporções assustadoras.

— Ficou louca, Granger? – ela gritou, tocando na face quente, por conta do tapa. E olhando a grifinória sempre tão calma, se assustou ao vê-la tão furiosa.

— Ainda não, Greengrass – assegurou, a segurando pelo pulso, a fazendo ficar em pé – Mais eu sugiro, se não quiser apanhar mais, me leve até o meu namorado imediatamente – acrescentou, apertando os punhos da garota, que a olhava de olhos arregalados.

— Não sei do que você está falando, garota – mentiu, tentando se soltar e ao olhar pelo ombro da castanha, se deparou com Potter, Zabinni, Nott, Weasley e Luna, alguns metrôs, nenhum deles, vindo tirar a grifinória de cima de si.

— Não se faça de sonsa – exigiu, segurando seus pulsos e a olhando, pronta para lhe dar outro tapa.

— A única sonsa aqui é você, Granger – ela revidou – Mentiu para o Draco. O manipulou, o enganou – acrescentou – Eu ouvi sua conversa com aquela garota, Granger – confessou, fazendo a castanha arregalar os olhos e afrouxar o aperto – Esteve no futuro de alguma forma e se viu, casada com o Draco – acrescentou, olhando profundamente para a castanha.

— Hermione, do que ela está falando? – Theodore perguntou, se aproximado, vendo sua cunhada parada, com o corpo trêmulo – Do que Astória está falando? – perguntou, tocando no ombro da castanha, que o olhou, com lágrimas nos olhos.

— E voltou, o cercando, o atraindo para sua teia – finalizou, conseguindo se soltar da grifinória, que a olhava totalmente paralisada – Eu contei tudo ao Draco, Granger – acrescentou, fazendo a mesma fechar os olhos com força, imaginando a raiva e mágoa do loiro.

— Eu vou conversar com ele. E eu vou explicar tudo. – afirmou – Draco vai entender – afirmou, confiante, chorando. Precisava ter fé, que o loiro iria entender. Que seu sonserino iria lhe dar uma chance de explicar a situação a ele.

Notas finais
E isso ai, galera! Fica á critério de vocês, me disserem oque achou do capítulo em si, hein? Me contem tudo. Bastante ansiosa com as observações, elogios, críticas e sugestões também! Abraço e até breve!