Notas iniciais
Eu as convido para uma história cheia de momentos tensos, felizes e apaixonantes. Em cada capítulo, uma intenção do nosso sonserino preferido. Uma história recheada de surpresas, mudanças nunca vistas antes. Eu as convido para ver um lado totalmente novo do nosso loiro. E um lado Malfoy da nossa querida e eterna Hermione Granger. Afinal, ela agora é uma Malfoy e está na hora de mostrar porquê de ser uma Malfoy! A fanfic, se passar no ano de 2009! Uma boa leitura e até breve! Quero ver muitos comentários, viu? Beijo. T. Albuquerque

“O Futuro começou”

A castanha sentiu seus sentidos voltando, contudo, mesmo sonolenta, sentiu um corpo quente, colado ao seu. Tal corpo atraía-a de uma maneira surpreendente, pelo cheiro que vinha do corpo.

Automaticamente, se virou, enterrando a cabeça no peito musculoso, puxando o ar com força e involuntariamente, um sorriso brotou em seus lábios, ao mesmo tempo em que um cheiro de hortelã, misturado com loção pós-barba, lhe trazia uma sensação familiar demais.

Estava entorpecida, e suspirou forte, quando sentiu, dois braços fortes, lhe apertarem contra o próprio corpo, de forma carinhosa e protetora.

"Espera, eu fui dormir sozinha e esse perfume não é o de Ronny’’

Pensará, sentido um pânico fora do normal, dominar seu corpo inteiro. Ao abrir os olhos um tanto assustada com a situação, e se erguendo lentamente, se deparou com um maxilar quase quadrado e com uma barba por fazer a sua frente.

Ainda confusa com a situação e ainda mais assustada, se ergueu um pouco mais e o grito extinguiu-se em sua garganta ao distinguir o homem deitado consigo seminu, como sendo Draco Malfoy.

Apesar de não vê-lo desde o fim da segunda guerra bruxa, era fácil demais distinguir os cabelos loiros prateados do sonserino, que se encontravam mais curtos, contudo, ainda sendo um loiro prateado.

— O que diabos, você está fazendo na minha cama? – gritou em plenos pulmões, enquanto começava a bater no loiro, tomada pela raiva da situação e o desespero.

Draco abriu os olhos assustado, sabia que a esposa estava furiosa consigo, por ele ter esquecido que na noite passada, completaram 5 anos de casados, apesar da discussão, não esperava ser acordado com tapas fortes e um berro estrondoso que com toda certeza, acordou todos na casa.

— Calma, amor – pediu, tentando contê-la, segurando os punhos ainda fechados da mesma. Merlin, ela tinha a mão pesada.

Ele entendia a fúria dela, Hermione estava furiosa e com razão, afinal em 5 anos de casados e dois anos de namoro, ele jamais esquecerá qualquer data importante para a castanha.

E especialmente na noite que deveria lembrar do dia especial, a exaustão do dia de trabalho, lhe fez esquecer a data de comemoração de casamento.

Resultando na primeira briga deles. A primeira discussão séria deles, desde o momento que se casaram.

— Não me chame de amor, Malfoy. Onde nós estamos? – o interrogou, parando de socá-lo, olhando ao redor do imenso quarto, pintado em paredes floridas, duas imensas janelas, cobertas por cortinas beges, uma penteadeira, um banheiro privado, uma estante afastada com vários livros e do lado uma escrivaninha com alguns pergaminhos.

— Estamos na nossa casa. Precisamente no nosso quarto, porquê? Hermione, você bebeu? – perguntou, a olhando avaliativo e preocupado.

— É logico que não... Espera! Nossa casa? Nosso quarto? – perguntou, o olhando chocada.

— Realmente, você não está bem – pronunciou frustrado, passando a mão direita pelos cabelos loiros, agora mais curtos do que ela lembrava.

— Sei que está brava por eu ter esquecido que ontem fizemos 5 anos de casados. Eu de verdade, sinto muito, querida – se desculpou mais uma vez. Pois sabia que cometerá um erro. E ele sabia que esse foi de fato seu pior erro.

— Casados? Cinco anos? Isso não tem graça, sua doninha albina! – o censurou, com intuito de bater nele mais uma vez.

Tomada pela raiva, avançou sobre ele, fazendo os dois caírem sobre o colchão da cama de casal, com ela por cima do mesmo, o olhando furiosamente, no entanto, antes que pudesse voltar a bater no sonserino, algo lhe chamou a atenção; Uma fotografia bruxa em cima do criado mudo.

Na foto; ela e o loiro em questão, entretanto, foi o menino nos braços do homem que lhe prendeu a atenção. Um garotinho de cabelos castanhos meios loiros lisos, com os olhos cinzas idênticos ao mesmo e com um sorriso igual ao seu, e ela própria mais velha, sorriam de forma afortunada para a câmera.

Prendeu a respiração e tonta com a descoberta, saiu de cima do loiro. Agora de pé, induziu os olhos, a mão direita e lá estava uma brilhante aliança.

Curiosa, e temendo ter a confirmação, guiou seus olhos a mão do Malfoy e lá estava, a outra aliança, no entanto, um pouco mais grossa.

— C-como isso é possível? – perguntou com a voz fina, cheia de pânico o olhando.

Casada? Com seu pior inimigo? O cara que a sempre a perseguiu em Hogwarts!

Antes que o loiro pudesse questionar a esposa sobre o que estava acontecendo, um garotinho usando um pijama com desenhos de vassouras, adentrou no quarto do casal, coçando os olhos.

— Mamãe! Papai! – a voz doce e feliz do menino, ecoou no silêncio do quarto.

Os olhos da castanha correram em direção à voz do garotinho, e seu coração disparou ao ver a semelhança que o menino tinha consigo.

— Bom dia, filho! – Draco começará a atender o que acontecia com sua esposa e tomado pelo pânico, fechou os olhos, desejando que isso não estivesse acontecendo, mas ao abrir os olhos, lá estava Hermione ainda com mesmos olhos castanhos, que tanto amava, no entanto, tão diferentes, confusos, perdidos e em total pânico.

— Bom dia! – disse com um sorriso de lado – Mamãe, a senhora não foi me acordar – o menino comentou, afinal a mãe sempre o acordava com beijos carinhosos no rosto, todos os dias.

— Sinto muito, querido – pediu desculpas, se aproximando do rapazinho que segurava um furão de pelúcia – Você é lindo demais, sabia? – perguntou, se ajoelhando diante do mesmo, o olhando com os olhos lacrimejados, enquanto sentia seu coração ser invadido por um sentimento profundo pelo pequeno, diante de si.

— Tudo bem, mamãe. É que eu puxei á senhora em tudo, ou melhor, quase! – disse brincando, apontando para os olhos, cinzas que agora brilhavam.

A castanha perceberá que ele também era sarcástico, igualmente ao loiro no tempo de Hogwarts.

— Sim, você é – afirmou, o puxando para um abraço. Aquele garotinho, era seu filho. Seu sangue, junto com o do Malfoy.

Abraço rapidamente retribuído com a mesma intensidade. E ela gostou da sensação que o filho lhe deu.

— Não é à toa que vou para a Grifinória! – afirmou, com convicção, olhando por um breve momento, com um sorriso rebelde para o pai ainda deitado na cama.

— Isso nunca! – O sonserino afirmou, sorrindo. O filho, o fez esquecer por um momento a situação fora do normal que estava vivendo. Anthony era sua luz.

E em silêncio, observou o menino correr em direção ao pai, pulando em cima do loiro que gargalhou. E ela assistiu o homem erguer o filho nos braços, enquanto o sacudia.

Tal cena, lhe trouxe paz. Uma paz desconhecida. Era como se sempre vivesse tal momento, com eles.

— Sonserina – disse, ainda o sacudindo. Mesmo com a voz firme, ela via que ele sorria, de forma espontânea e um tanto bonita para o garotinho, que falava da casa dos leões com tanto entusiasmo.

— Grifinória! – rebateu – Gri-fi-nó-ria! – soletrou, e sorriu de olhos fechados, quando o loiro o deitou no colchão, ficando por cima e em questão de segundos, começou a lhe fazer cócegas.

— Você é um Malfoy. Vai para a Sonserina! – afirmou, ainda fazendo cócegas no garotinho.

— Eu sou um Granger também! – explicou, se contorcendo, enquanto tentava fugir das mãos do pai – Eu vou para a Grifinória e o senhor ainda tem 5 anos para começar a se acostumar com a ideia, papai! – completou, quando conseguiu fugir das mãos do pai.

Draco se jogou na cama.

– Isso já era esperado! – disse olhando o garotinho, escondido por detrás da castanha – Você desde pequeno tinha a mania de ser igual a sua mãe – aperfeiçoou, olhando agora para uma esposa ainda parada no mesmo lugar.

— Vamos tomar um banho, Grifinóriano – se aproximou do filho, e saindo de trás da mãe, o menino ergueu os dois bracinhos para o pai que o pegou rapidamente – Um beijo na mamãe – se aproximou da castanha ainda parada no lugar.

Anthony se inclinou e beijou a bochecha demoradamente da mãe que sorriu com o carinho.

Quando se afastou, o filho o olhou – Não vai beijar a mamãe? –perguntou, olhando atento para o pai e para a mãe.

Afinal, todos os dias, antes do banho com o pai ou com a mãe, eles trocavam um selinho demorado. Apesar de sentir um pouco de nojo e fazer careta, gostava de ver os pais felizes.

— Humm, hoje não, filho. Sua mãe estar meio brava comigo – explicou, sorrindo – Agora vamos tomar um banho. Vai descendo. Nós daqui a pouco, vamos também – completou e com passos rápidos, seguiu para o banheiro com o filho.

Hermione se sentou na beirada da cama, abatida. Mas como explicar ao sonserino que a última coisa que lembrava era de estar deitada na cama, furiosa com o namorado Ronald, porque apesar deles estarem juntos, o ruivo ainda não tinha oficializado o namoro diante da família?

(...)

Olhou seu reflexo no espelho e notará que estava mais velha, mais madura, mais mulher. Provavelmente tinha no máximo 26 anos. Era uma adolescente no corpo de uma mulher adulta, que estava casada com ninguém menos que Draco Malfoy e tinha um filho com ele.

Um filho que já nutria um sentimento profundo no coração, já pelo seu suposto marido, total choque e descrença por tal futuro.

Desanimada e confusa com a situação, saiu do quarto e seguiu pelo fim do corredor que a levou a uma escada vertical, mesmo ciente de que tinha 18 anos, de alguma forma conseguia caminhar pela casa, como se conhecesse cada lugarzinho como a palma da sua mão, era estranho demais.

— Bom dia, senhora — a voz de uma mulher, a pegou de surpresa e terminado de descer as escadas se deparou com uma senhora que aparentava ter no máximo 50 anos, abrindo as janelas da sala.

A sala era tão bonita quanto o quarto. O espaço era amplo, iluminado e muito bem aproveitado. Em uma parte, um pouco afastada das janelas, uma lareira média.

Em frente, duas poltronas próximas para se aquecerem na friagem da noite. Na outra parte, dois sofás, um grande e um pequeno de cor marrom felpudo, no meio dos sofás, uma mesa de centro de madeira e em cima, alguns livros, um pequeno jarro de flores e mais um porta retrato, no entanto agora, a imagem não se mexia, e nela:

Draco e Anthony estavam com roupas de beisebol, usando até chapéus e para sua surpresa, até ela própria usava tal artefato, atrás deles, milhares de pessoas, Hermione perceberá que eles estavam em um campo de beisebol, assistindo com toda certeza ao jogo.

— Merlin, o que está acontecendo aqui! – perguntou a si mesma, antes de voltar a passar os olhos pela sala, notará um Raque cor bege com uma TV, aparelho de DVD, um SOM e um videogame.

Do outro lado, uma estante repleta de livros e ao lado, uma mesa em cima dela, um computador.

— A senhora está bem? Está pálida — a doce senhora se aproximou a olhando com carinho e preocupação.

— Sim, eu estou bem. Só com um pouco de dor de cabeça — explicou, sorrindo fraco.

— Vou preparar um chá para a senhora. O café da manhã está quase pronto. Os garotos vão demorar? — perguntou, olhando para as escadas.

— Não, eles já devem estar descendo – afirmou e calada seguiu a senhora que ainda não sabia sequer o nome em direção a cozinha.

E quando lá chegou, se deparou com uma cozinha moderna, bonita, espaçosa, iluminada também com duas janelas.

A cozinha era quase toda em vermelho. A mesa próxima a janela, se encontrava com um bonito café da manhã, posto a mesa, como anteriormente, ela lhe afirmara.

Se sentou na cadeira da mesa, ciente do olhar sábio da mesma sobre si.

— Aqui — se aproximou, colocando o chá de camomila em frente à castanha que o levou a boca em silêncio. Estava tão confusa, tão perdida e assustada.

— Hermione, eu sei que está magoada por Draco ter esquecido os 5 anos de casados, mas acredite, ele não o fez por mal. Ele ficou arrasado com a briga que vocês tiveram na noite anterior – a sábia senhora afirmou segurando a mão da patroa.

A jovem mulher sentiu vontade de chorar. Estava se sentindo uma intrusa, dentro do corpo dela mesma, mas não tinha outra maneira de se sentir, afinal aquela não era a vida que planejou e sonhou.

E agora se via casada com seu pior inimigo, com uma casa e com um filho.

Antes que pudesse falar algo, Draco e Anthony adentraram a cozinha. Ambos usavam bermudas pretas e camisas cinzas. Eles estavam lindos.

— Bom dia, Jill – o filho cumprimentou a senhora com um beijo carinhoso na bochecha.

— Bom dia, meu pequeno príncipe – devolveu o cumprimento – Fiz as suas panquecas preferidas — comentou, fazendo o mesmo olhar sorrindo para a poção de panquecas quentes em cima da mesa.

— Bom dia, senhor! – agora se pronunciou ao loiro já sentado na mesa, olhando avaliativo para a esposa a sua frente.

— Bom dia, Jiil – disse ainda olhando para a castanha que desconectou os olhos dele, se voltando para o filho que se servia.

— Deixa eu te ajudar – sorriu, ajudando o menino, e em silêncio observou o filho comer de maneira educada e gulosa as panquecas.

Jill era uma senhora trouxa, mas que sabia da verdadeira identidade dos seus patrões pôs eles lhe confiaram o segredo com a convivência boa que começaram a ter e com a descoberta da gravidez do pequeno Anthony, finalmente eles lhe contaram tudo sobre o mundo bruxo de qual, eles faziam parte.

E lhe entristecia o coração da senhora, vê-los agir tão indiferentes, perante um ao outro, até mesmo Anthony começará a notar a forma estranha que seus pais se tratavam.

O rapazinho estava acostumado a troca de olhares, toques de mãos e sorrisos bobos entre os pais.

O menino estava acostumado a ser acordado pela mãe com beijos e os cafés das manhãs eram sempre repletos de alegria e harmonia, no entanto, agora o ambiente estava tenso e triste.

— Acabei – o menino disse de repente, ficando triste – Vou me arrumar para a escola – completou saindo da mesa e de cabeça baixa, subiu as escadas.

Draco e Hermione se entreolharam e antes que pudessem dizer alguma coisa, Jill tomou a frente.

— Isso é uma vergonha para vocês dois. Estou ciente que discutiram ontem à noite, aliás, pela primeira vez, desde que trabalho para os senhores, mas isso não é motivo para deixar Anthony perceber a situação lamentável! – disse, passando os olhos, de um para o outro.

Respeitava muito aos dois, mas eles não escapariam de uma bronca, pôs ela sabia que eles mereciam. O loiro se sentia culpado, mas a castanha estava se sentido dez mil vezes pior. Estava causando a tristeza do seu filho, e isso lhe dói no coração.

E dada a bronca, Jill subiu para ver seu garotinho.

(...)

— Temos que conversar – o mesmo quebrará o silêncio, guiando os olhos para a esposa, a olhando tristemente. Era sua esposa, sua Hermione, contudo, dentro do corpo dela, era a castanha assustada e que ainda o odiava com todas suas forças.

— Você sabe não é? Que eu não sou ela? Que dizer, sou eu, no entanto, mas nova? – perguntou, o olhando fixamente e por um momento, Hermione viu nos olhos cinzas dele, uma tristeza profunda.

— Sim, eu estou ciente disso, Hermione. – revelou, com frieza.

Não estava com raiva da esposa, estava com raiva de si mesmo por ter esquecido a data de comemoração de casamento, por deixar seu filho triste e principalmente por não poder encontrar nos olhos castanhos da sua companheira, o mesmo amor que ela tinha por si, há 7 anos de relacionamento.

— Malfoy, eu sinto muito mesmo – afirmou, sentido seu coração se contorcer por dentro – Mais viver com você não é o futuro que eu esperava – confessou, se sentido triste.

— Não faça isso, Hermione. Por Merlin, não me destrua mais do que estou destruído – pediu, fechando os olhos por alguns segundos.

Ouvi-la afirmar que era Ronald, que ela queria como esposo, era doloroso demais. A dor de ser rejeitado estava o rasgando no meio.

— Desculpe – se desculpou, porquê perceberá que estava sendo dura demais com ele.

Sem saber ao certo o que fazia se aproximou do mesmo, o abraçando, tentando confortá-lo. Não sabia se era um habito, mas quis o fazer e o fez.

Os braços dele lhe rodearam a cintura e ela inconsciente, ou pelo hábito de fazê-lo o abraçou de volta. Essa aproximação com ele era tão estranha, entretanto, ao mesmo tempo tão boa, tão familiar que parecia que passou a vida inteira, o abraçando.

Algo que nunca aconteceu, afinal ele e ela só trocavam olhares selvagens em direção um ao outro quando se encontravam no corredores de Hogwarts.

— Mamãe, o vovô ligou e disse que amanhã tem jogo no campinho, podemos ir ver? – o menino desceu as escadas, gritando e sorriu ao ver seus pais abraçados.

A mesma rapidamente se afastou do loiro – Sim, podemos sim – aceitou tal sugestão.

Precisava ver seus pais, os abraçar e principalmente do colo da mãe nesse momento.

— Papai, o senhor nós leva? – perguntou, olhando o pai com os olhos brilhando.

Draco confirmou com a cabeça e Hermione sorriu na verdade, gargalhou quando, ele gritou animado, voltando a subir as escadas.

Gostava de vê-lo feliz, lembrava-se de si mesma, quando seus pais concordavam com algo que ela tanto queria.

— Eu preciso ir trabalhar – Draco comentou, fazendo ela finalmente lembrar que ele ainda estava na sala. – Você vai ficar bem? Aqui, sozinha? – perguntou com a voz cheia de preocupação.

— Não vou estar sozinha. Jill e Anthony vão estar o tempo inteiro aqui comigo. Não se preocupe – tranquilizou o loiro, que aceitou a situação, no entanto, pediu que em qualquer situação entrasse em contanto com ele, urgentemente.

— Você está certa – afirmou, se aproximando – Vou trocar de roupa. – concluiu, antes de subir as escadas, apressado.

A castanha suspirou aliviada. Era tão estranho ver o mesmo cara que tanto a perseguiu, humilhou-a nos tempos de Hogwarts, tratá-la bem, com cuidado, com zelo e ela se atrevia até dizer; com amor.

Se deitou no sofá, abraçando os próprios braços, se sentido sozinha, confusa e perdida. Precisava encontrar uma explicação para tal situação.

Por que estava no futuro? Como isso aconteceu, afinal? Era uma forma de corrigir o erro de ter se casado com o sonserino? E o mais importante, porquê casará?

Pelo filho? Não foi um erro... Talvez a parte de casar com Draco, sim, mas Anthony não era um erro. Era uma benção

Onde estava Ronny, Harry, Ginny? E por que vivia no mundo trouxa? Logo com o cara que mais odeia e desprezou seu mundo?

Eram tantas perguntas sem respostas, e cansada da situação, acabou por fechando os olhos, torcendo que quando acordasse estivesse na Toca mais uma vez.

Notas finais
Oi de novo, pessoal! Seja bem-vindas. Tenho que confessa, estou bastante ansiosa para ler os comentários de vocês, me contando, sobre o que achou do primeiro capítulo, da capa, da Sinopse, enfim. De tudo em si! Até breve, minhas lindas! Beijo!