“O Futuro” - Dramione

2 " O Primeiro dia - Nova realidade "


Notas iniciais
Oi pessoal! Se eu estou feliz? Nossa, não tenho nem palavras para descreve o quanto, queridas. Caramba, 57 acompanhado, 7 favoritaram e, esperem um minutinho. Deixem, eu ir ali, fora, grita e pular de alegria, sim? A Primeira recomendação! Ohh, nossa, nossa! Eu estou nas nuvens! Muito muito, obrigada, Wicca! Espero que essa seja a primeira de muitas, okay, galera? Mas sem pressão! Hahaha! Só um pouquinho de pressão! Prometo, emoções boas pela frente. Momentos tensos, fofos, cheio de harmonia, e um Draco aos poucos, conseguindo conquistar Hermione. Uma tensão sexual muito grande entre eles, algo do que a castanha tentar fugir de qualquer forma. Bom, agora, uma notícia não tão legal. Infelizmente, meu notebook quebrou. A placa mãe, já era! A sorte? E que eu, passei os dois capítulos já prontos, para o meu celular para dá uma revisada final. Que sorte hein? Mas eu vou tentar concerta-lo o mais rápido possível e também, vou fazer uma forcinha para escrever os próximos capítulos, no computador da minha irmã. Não quero deixar vocês, na mão. E nem eu quero teque deixar a fanfic, agora que comecei e estou bastante empolgada com ela. Agora, boa leitura e até a próxima vez. Um abraço carinhoso.

A castanha dormia, ou melhor, tentava dormir e acordar com os costumeiros gritos de Molly em algum lugar da Toca. No entanto, ao mesmo tempo, acordar ou voltar para sua realidade, significava deixar o seu filho, e Merlin, isso ela não desejava de maneira alguma.

Mãos pequenas, lhe sacudiam, lhe tirando dos pensamentos confusos que a dominavam e a deixavam ainda mais confusa com tal situação.

— Mamãe? – a voz do rapazinho, a fez abrir os olhos e foi impossível não sorrir docemente para o filho, parando à sua frente, a olhando com um sorriso tão bonito nos lábios.

Hermione não sabia o porquê de isso tudo estar acontecendo, mas só tinha certeza de uma coisa naquele momento, não queria deixa-lo e nem perdê-lo. Não queria que ele se tornasse apenas uma lembrança de um futuro que não aconteceu.

— Oi, meu querido – o saudou, passando as mãos pelos cabelos loiros acastanhado do mesmo.

Ele era tão bonito, tão parecido consigo. Mas, tinha também muito de Draco, tal pensamento, fez seu estômago se contorcer e seu coração bater acelerado em seu peito. Era seu filho. Seu filho, com Draco Malfoy.

— Deita aqui comigo, um pouquinho – pediu, sorrindo e rapidamente, Anthony rapidamente atendeu ao pedido da mãe. Hermione o abraçou com força, enquanto pressionava seu nariz nos cabelos cheirosos e molhados dele.

Atitude que fez o rapazinho soltar um sorriso tímido e o coração da castanha se prendeu aquele riso, como se fosse o som mais perfeito do mundo inteiro e de alguma forma para ela, era.

— A senhora está bem? – perguntou, erguendo os olhos para olha-la nos olhos. Era visível a preocupação no tom de voz dele.

— Estou bem, querido. Não se preocupe – tranquilizou o filho, o olhando nos olhos.

Anthony permaneceu em silêncio por algum tempo, contudo, sorriu antes de falar de novo.

— A senhora está é me enrolando – contestou sorrindo, de uma maneira sarcástica e irônica para a mãe. Como se a pegasse aprontando ou tentando engana-lo.

— Eu? – perguntou, sem entender sobre o que ele falava, contudo, sorriu de volta para o mesmo.

— Sim, está! – o garotinho afirmou, usando o mesmo tom, que ela usava quando afirmava alguma coisa em sua juventude, ciente de que estava certa. Afinal, ela não era a sabe-tudo, atoa!

— E sobre o que eu estou, lhe enrolando, rapazinho? – perguntou divertida, fazendo cócegas no mesmo.

— Hoje é sexta-feira, mamãe. E nós sempre, almoçamos com o papai – comentou, a olhando, profundamente.

A castanha mordeu os lábios inferiores, ciente de que precisava disfarçar, e sorriu timidamente para o filho, como se confirmasse que foi pega no flagra.

E o rapazinho apenas, sorriu orgulhoso.

— A senhora, não me engana – afirmou, saindo dos braços da mãe, ficando de pé, frente a ela, esperando, ela se levantar também.

A eterna grifinória notará que o filho, usava uma calça jeans azul, um par de tênis brancos e uma camisa cinza com o desenho de Mickey Mouse, estampado na frente da camisa.

— Certo, então. Eu vou subir para me arrumar – explicou, saindo do sofá, preocupada. – Eu já volto, querido – afirmou, subindo as escadas.

Como explicar ao filho, que não fazia ideia de onde era esse restaurante? Oh, Merlin, a cada segundo, vivendo no futuro, ou seja, lá, o que fosse isso, estava a enlouquecendo.

Ao entrar no quarto, abriu o guarda roupa, e ficou chocada ao encontrar roupas tão diferentes, do que estava acostumada a usar no seu dia a dia. E por fim, acabou encontrando algumas peças que a agradaram, e agora se encontrava em frente ao espelho, analisando a roupa que escolherá.

Uma calça jeans azul clara, uma blusa bege dobrada no cotovelo e um par de sapatilhas brancas. No rosto uma maquiagem simples, um pouco do seu habitual perfume, um par de brincos de argolas e um colar. Sorriu gostando do resultado, final.

— A senhora está tão diferente, mas continua linda de qualquer jeito! – a voz de Anthony a assustou e ao se virar lá estava o filho, escorado na porta, contudo, com um sorriso bonito nos lábios.

— Obrigada, meu amor! – sorriu agradecida, o garotinho realmente era bem galanteador, como o pai. – Vamos? – o chamou, pegando a bolsa, esperando os próximos passos do mesmo.

Antony seguiu na frente e após se despedirem de Jill, que sorriu feliz, seguiram pelas ruas trouxas de mãos dadas. Hermione notará que andaram algumas quadras e ao virarem a esquina, ela finalmente pode avistar o restaurante que o filho tanto falará no caminho.

Rapidamente, o mesmo soltará sua mão e correu em direção ao restaurante, e vindo atrás, com passos lentos, a castanha observava, uma senhora de meia-idade, afagar os cabelos de Anthony, que sorriu com o gesto.

— Boa tarde, Hermione – a mulher cumprimentou a castanha, antes de se aproximar, abraçando-a com carinho. A castanha correspondeu ao abraço. De alguma forma, o abraço dela, a aliviou um pouco do peso que carregava consigo.

— Boa tarde – devolveu a saudação, se afastando, sorrindo, agradecida a ela.

— Draco ainda não chegou, como sempre – riu divertida – Por que não se sentam? Eu vou levar uns biscoitos que fiz para vocês – sugeriu, antes de seguir para a cozinha.

Hermione se sentou na mesa, um pouco afastada das outras, onde Anthony já se encontrava sentado e sorrindo, ambos começaram a dialogar e ela aproveitou o momento para conhecer o máximo que podia do filho.

Anthony era incrível. Tinha 3 anos, gostava de ler, jogar Quadribol e Beisebol. Estudava no mundo trouxa, pelo menos, até a carta de Hogwarts chegar. Momento que ele esperava com ansiedade, contando os dias, segundo o próprio.

Entusiasmo que fez ela sorrir.

(...)

Draco Malfoy, pela primeira vez, adentrou no restaurante que costumava encontrar a esposa e o filho, todos as sextas-feiras, de cabeça baixa. Tentou se concentrar no trabalho ao longo do dia, contudo, não tirará Hermione da cabeça, um segundo sequer.

Precisava conversar com alguém, urgentemente, porém, não sabia quem acreditaria nele e nem a quem, recorrer. Estava tão confuso, quanto ela estava. Às sextas-feiras, era o último dia da semana era seu predileto, afinal, os encontrava sempre, porém, a rotina que vivenciava a 2 anos, depois do nascimento do filho, não acontecesse.

Sentiu seu coração se apertar, por dentro. Merlin, temia ter perdido sua esposa. A mulher que sempre amou em segredo, mesmo não querendo amar e pior; perder sua família.

— Papai – a voz inconfundível do filho, o fez erguer a cabeça e olhando na direção da mesa afastada, de onde vinha a voz, lá estava eles.

E o peso que carregava nas costas, simplesmente, desaparecerá, como fumaça. Sua família, estava ali. E seu coração encontrou o motivo de prosseguir batendo forte, contra seu peito, enquanto, os olhava.

Com passos rápidos se aproximou da mesa, onde eles estavam, com os olhos, presos nos castanhos, que também o olhava. Merlin, como queria beija-la, tê-la em seus braços, nesse exato momento. Todavia temia a reação da castanha.

— Que surpresa maravilhosa – a voz dele era cheia de entusiasmo e vinha acompanhado de um sorriso que Hermione, achou incrivelmente belo, porém tirou tal pensamento da cabeça, afinal aquele homem, mesmo que mais velho, era o insuportável Draco Malfoy.

— Mais a gente sempre vem encontrar o senhor aqui, nas sextas-feiras! – comentou, olhando o pai curiosamente.

— Eu sei disso, filhão! – disse, bagunçando os cabelos do filho, feliz e se sentindo em paz, finalmente – Eu só estou feliz por encontrar os dois, aqui –confessou, antes de se sentar de frente a esposa e o filho.

E como se sempre vivesse essa realidade, Hermione decidiu aproveitar o almoço ao lado, deles dois. Sorriam, conversavam animadamente, e ela e o loiro de vez em quando trocavam olhares intensos.

Olhares que a deixava atordoada, contudo, de um forma boa. Ela não deveria se deixar envolver pela situação, todavia, a harmonia compartilhada entre eles era algo tão inesperada, mas ao mesmo tempo tão boa.

Quando ela notou, já era quase duas horas da tarde e depois de pagar pela ótima refeição e trazer em sua mão esquerda, um saquinho com bolinhos, ambos caminhavam pela rua em direção a uma pracinha próxima a casa deles, enquanto, Anthony corria na frente.

— Obrigado por isso – ele quebrou o silêncio, enquanto se sentavam em um banco de frente ao filho, que agora se encontrava, se sacudindo no balanço.

Hermione entendeu perfeitamente sobre o que ele falava.

— Não tem de que! – garantiu, sorrindo para ele, por um momento.

Draco estava ainda mais bonito, não podia negar tal afirmação.

Os olhos cinzas antes cheios de mistérios, frios, calculistas e raivosos, nesse momento brilhavam, de uma forma única e ela podia jurar de forma apaixonante diretamente só para ela.

— Como está reagindo a tudo isso? – perguntou, sútil a olhando profundamente.

Estava preocupado e de alguma forma tinha que mostrar a ela que não era mais o mesmo preconceituoso, idiota, arrogante sonserino do passado. E que ela era a principal responsável pela mudança dele.

— Sinceramente, não sei. É tudo tão confuso – admitiu, voltando a observar o filho indo mais rápido no balanço – Que dizer você e eu não podíamos nós ver em Hogwarts que trocávamos olhares cheios de fúria em direção um ao outro – relembrou frustrada, ainda olhando para frente.

Evitava olhá-lo nos olhos. Tinha algo nos olhos dele, que simplesmente a prendia.

— E agora estamos casados e dividimos a mesma cama – Draco completou, sorrindo gentilmente para a mesma, palavras que fizeram, a castanha ficar com as bochechas vermelhas, diante de tal comentário.

Reação que fez o loiro sorrir divertido, afinal Hermione ficava linda envergonhada.

— Se quiser, eu durmo no quarto de hóspedes – insinuou compreensivo, segurando na mão da castanha, fortemente.

Ambos se entreolharam fixamente, enquanto saboreavam, uma familiar correte elétrica percorrer seus corpos.

Algo que o loiro já estava acostumado a acontecer toda vez que tocava a esposa, mas tal sensação era nova para Hermione que rapidamente tirou sua mão de cima do mesmo, um tanto assustada com a sensação nova e inesperada.

— Está ficando tarde, é melhor irmos! – comentou se afastando do loiro ficando de pé e tentando fugir da atração que começará a sentir por aquele que sempre odiou.

Foi em direção ao filho e depois de conseguir tirar Anthony do balanço, eles seguiram em silêncio para casa.

(...)

Eles estavam próximos á lareira, aquecidos pelo fogo e no silêncio, o único som ouvido era a madeira estralando sobre o fogo, as respirações deles e de vez em quando, o sorriso divertido de Anthony que ria de algo escrito no livro.

Hermione estava sentada na poltrona, olhando o filho, deitado sobre o tapete felpudo, com um livro grosso aberto a sua frente, um copo de chocolate quente e alguns biscoitos, contudo apesar da alimentação estar próxima, ele estava verdadeiramente mais interessado no livro.

— Ele é igualzinho a você! – a voz de Draco soou muito perto, e erguendo a cabeça para cima, lá estava ele, encostado em sua poltrona, a olhando ou melhor a devorando com os olhos.

— Parece que sim! – concordou, sorrindo voltando sua atenção para o filho – Você realmente vai dormir no quarto de hóspedes? – perguntou, ciente de que ele ainda estava próximo a si. Tal aproximação, a deixava, tonta, anestesiada e com as pernas bambas.

O loiro suspirou. Não estava acostumado a dormir longe dela, e desde do começo do namoro, sempre dormia com ela. E agora, tinha que dormir longe, por que ele próprio sugeriu tal coisa. Se arrependeu amargamente, mas não podia volta atrás, agora. Tinha que ir com calma.

— Dei minha palavra, não dei? – comentou ciente de que era uma pergunta sem resposta – Só vou deitar no quarto, quando Anthony já estiver deitado para não levantar suspeitas – completou, antes de seguir em direção á porta.

— Pizza! – Anthony gritou, animado, indo atrás do pai.

E olhando divertida, Hermione observou, os dois Malfoys olharem para a pizza, já cheios de fome.

— Mamãe, a senhora não vai comer? – questionou, observando a mãe ainda sentada.

— Não precisa, a gente vai voltar com a pizza – Draco afirmou e sorrindo, a castanha se sentou no tapete, e começou a folear o livro que o filho lia.

Sorriu ao distinguir o livro como; Hogwarts, uma história.

— Voltamos – Anthony surgiu na sala, com os copos, o loiro vinha logo atrás com os pratos, os talheres, um vinho e um refrigerante para o filho.

A jovem mulher os ajudou e em um silêncio confortável, se alimentaram. Ao final da refeição, o pequeno Granger deitou a cabeça no colo da castanha e aos poucos, o sono começou a domina-lo.

E fazendo carinho nos cabelos do filho, Hermione o observou dormir tão lindamente em seu colo. Em silêncio e com calma, o pegou nos braços e antes que pudesse pedir ajudar do loiro, o mesmo já se seguia na frente e ciente de que deveria segui-lo, ela o fez.

Seguiu com o filho nos braços, enquanto sentia seu coração se aquecer de tanto amor. Seu filho, em seus braços, parecia um sonho. Sempre sonhou em ser mãe e agora tal sonho se realizou, afinal.

O loiro abriu a porta, lhe dando passagem e foi que ela viu o quanto o quarto do rapazinho era bonito, iluminado, muito bem dividido e vermelho, sorriu.

— E eu sei. É frustrante – o mesmo comentou, caminhando em direção a cama.

O quarto estava pintada de vermelho, com desenhos de vassouras por toda divisão. No centro, encostada na parede a cama de madeira, com lençóis, travesseiros e colcha também vermelhas. Dos dois lados, os criados mudos brancos, com um abajur em um e no outro, retratos dele, Draco e ela.

Em frente à janela, uma escrivaninha, um computador em cima, livros e cadernos. Na outra extremidade, vários brinquedos e para seu terror; uma vassoura pequena.

Olhou para Draco que apenas sorriu amarelo.

— Ele gosta – tentou explicar, afinal estava ciente de que a esposa detestava voar.

— Vamos conversar sobre isso depois – afirmou, antes de acomodar Anthony na cama e cobri-lo.

O observou por algum tempo e ao se virar, lá estava o loiro com seu pijama em mãos. Ele realmente dormiria no quarto de hóspedes.

— Bom, você já sabe onde é nosso quarto, então – deu os ombros, a olhando fixamente – Aqui – se aproximou, entregando um pedaço de papel dobrado – Boa noite, amor. – completou e sem dar chances á castanha de devolver a saudação, o loiro sumiu da visão da mesma e para ela só lhe restou ouvir a porta do quarto de hóspedes colidir com um pouco de força contra o forro da porta.

Ela suspirou forte, e depois de beijar carinhosamente a testa do filho, seguiu para seu quarto.

Adentrou no banheiro privado, e se perguntou como pode aceitar viver cercada de tanto luxo? Não era algo exagerado, contudo tudo naquela casa era caro e algo lhe dizia que tinha o dedo do Malfoy no meio.

— Mas a banheira é algo útil! – comentou consigo mesma, tirando a roupa, enquanto enchia a banheira com água quente e com sais de banho.

A água quente lhe fez gemer satisfeita, precisava relaxar de alguma forma aquela água lhe trouxe paz.

Analisou o banheiro. Grande, espaçoso, com banheira, box, chuveiro quente, espelho, lanternas presas nas paredes. Ela tinha que admitir a casa fora muito bem decorada e ela gostava da forma que a casa estava.

Saiu do banho quando a água finalmente ficará fria, e colocando uma camisola extremante preta de seda e que ela achou extremamente curta, se jogou por debaixo das cobertas. E caiu no sono profundo.

— Com o cheiro dele é maldade – murmurou, entre o sono. E por algum momento, imaginou e desejou que o loiro adentra-se no quarto e a fizesse sua.

Tentaria se acostumar á nova realidade. Mas precisava urgentemente, ir á biblioteca, pesquisar sobre tal situação. Bufou aborrecida, recriminou seu próprio pensamento e finalmente caiu no sono.

Notas finais
E então, moças o que acharam do capítulo? Me contem tudinho! Estou bastante ansiosa. Quero ver muitos comentários, viu? Eu não mereço? Eu acho que sim. Hahaha, com o passar do tempo, vocês vão ver o quanto, eu estou dramática! Mas eu sou legal, viu? Beijo, e até a próxima!