O rapaz se aproxima de mim com um sorriso perverso no rosto.

Beija-o Ele ordena, com a boca tão próxima da minha que pude sentir seu hálito azedo. — Agora!

Caminho até o garoto caído no chão e, com lágrimas no rosto, toco em seu braço.

Perdão! — digo, chorando. Me desculpa, mesmo!

Após isso, beijo-o, sentindo cada parte de meu corpo reviver ao toque de nossos lábios. O gosto gelado na boca do rapaz esquentava cada vez mais, ele estava morrendo. Tento parar, mas meu corpo não se afasta. Eu estava sugando a alma dele e me odiava por gostar.