Beija-me.
1 Prólogo.
O rapaz se aproxima de mim com um sorriso perverso no rosto.
– Beija-o – Ele ordena, com a boca tão próxima da minha que pude sentir seu hálito azedo. — Agora!
Caminho até o garoto caído no chão e, com lágrimas no rosto, toco em seu braço.
– Perdão! — digo, chorando. – Me desculpa, mesmo!
Após isso, beijo-o, sentindo cada parte de meu corpo reviver ao toque de nossos lábios. O gosto gelado na boca do rapaz esquentava cada vez mais, ele estava morrendo. Tento parar, mas meu corpo não se afasta. Eu estava sugando a alma dele e me odiava por gostar.
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