Algoritmo (Digimon)

Nada acontece por acaso...Todo acontecimento ou coincidência da vida tem algo trabalhando por trás, um motivo que move as coisas e arranja os destinos. Nada acontece por acaso, nem mesmo quando cinco jovens acordam de um desmaio em um lugar diferente e bizarro e encontram criaturas que parecem ter saído da mais louca das imaginações.
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Pouco a pouco, as verdades começam a aparecer e o grande desenho por trás das pequenas peças de quebra-cabeça do incidente vai ficando mais visível. A inocente, o esquisito, o tímido, a impulsiva e o sociopata são obrigados a conviver não somente entre si, mas também com as criaturas, e a completar uma espécie de missão forçada.
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Cada um com seus próprios desejos, medos, relações internas e laços diferentes, os cinco jovens acabam embarcando em uma série de eventos cada vez mais tempestuosos junto às criaturas. Do contraditório Rugido do Trovão até a terrível Monolith, do exército de Zeus até a história do Renascimento, dos eventos por trás dos Três Terrores até a fundação da Arma; tudo pelo que eles passam deixa marcas e impactos que trazem mudanças psicológicas enquanto laços desconhecidos começam a nascer e se fortalecer.
Cada um com sua importância, Millo, Foxteit, Jingal, Kaoru, Lionill, Linn, Gray, Raid, e até mesmo Yggdrasil, ENIAC, o próprio Deus e finalmente o Algoritmo reúnem-se para fazer parte de um história às vezes tocante, às vezes impulsiva, que começa quando cinco jovens acordam de um desmaio e têm suas vidas mudadas para sempre.
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Uma história de Digimon focada no drama, realismo e em lutas envolventes, as partes que faltam no anime.
Roger França

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
Roger França


Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 1 de out. de 2012, 20:30
Atualizado em 15 de nov. de 2012, 19:21
15015 palavras

Júnior Brito
Eu recomendo essa história porque Roger França além de escrever muito bem, sabe descrever personagens e Digimon com maestria. A história não fica massante, e você se cativa por alguns dos personagens. Além de conseguir sentir raiva de outros. E qualquer um desses dois sentimentos são aprováveis já que pra senti-los, o autor precisa descrever sua personalidade e forma de agir com bastante cuidado.