Recomendado por Queen Vee

Queen Vee
Acredito que é uma tremenda falta de respeito uma fanfic como esta não possuir uma recomendação sequer, portanto vamos começar pela minha. 259 palavras. Três dígitos. Três motivos para eu estar recomendando isso: 1- Muitos não gostam de histórias curtas demais, por acharem que sempre vai estar faltando alguma pecinha no quebra-cabeça. Em outras narrativas, é verdade, isso acontece. Aqui não. Em um número de três dígitos abaixo de 300 a autora nos trouxe tudo que o enredo precisava, e mesmo o fim nos deixando com a ânsia de "quero mais", não é pela falta de informações, e sim pelo fator número dois. 2- A escrita é maravilhosa. Não sei se devo dizer "impecável", mas é a impressão que dá. Limpa, nítida, clara. Polida, digo. Pouquíssimas palavras recheadas de significados infinitos que acredito ultrapassar long fics com milhares de capítulos intermináveis e tediosos. 3- A aura que a autora passa só contribui. Apesar de nunca ter lido nada desta, apenas as 259 palavras de Mello x Near me deixou com uma vontade incontrolável de brotar magicamente em sua inbox e beijar teus pés para que escreva algo comigo. Afinal, alguém que te conquista em 259 palavras deve ser uma das criaturas mais incríveis do planeta. Três fatores. Três dígitos. Três minutos para eu escrever isso. Obrigada. Agora pegue meus três motivos e mova seu mouse até "Amargo", porque o sabor que restara em seus lábios será mais que meramente adocicado.
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME

(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).

(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO

(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.

Recomendado por Beah Padfoot

Beah Padfoot
Simplesmente não sei ao certo o que dizer, pois eventualmente acabei de encerrar a leitura compartilhando do mesmo sentimento do personagem me perguntando realmente até onde os seres humanos podem ir, e até onde podem limitar-se. Em poucas palavras, vi tantas explosões de sentimentos que se quer posso definir ao certo, com exatas palavras o que essa One-Shot trouxe ao meu ser, chegando a ser completamente inefável.