Recomendado por Ariane Munhoz

Ariane Munhoz
Poucas pessoas são capazes de escrever na mesma linguagem que Stephen King sem tornarem ela algo totalmente descaracterizado, quiçá unir universos tão complexos quanto o da Torre Negra e o da Coisa. Aqui, temos uma obra-prima, que retrata um dos melhores personagens do clube dos Otários como ele realmente é. Esse parece um daqueles spinoffs que às vezes os escritores soltam de seus livros para unir pontas soltas. Simplesmente maravilhoso! Li com o clima de suspense que A Coisa me causava, sempre ansiando pela próxima cena e me preparando para o susto. Venha flutuar também! Aqui todos nós flutuamos! [Baleia Fanfiqueira]
(1) HOUVE / (2) OUVE

(1) Do verbo “haver”, significa “existiu”. Lembrando que é invariável (SEMPRE no singular). -> Ex: houve um acidente ontem às vinte e duas horas.
(2) Do verbo “ouvir”, significa perceber pelo sentido da audição. -> Ex: ele sempre ouve as conversas alheias.

"ELE FALOU, ELA DISSE..."

Falar e dizer podem ser usados para indicar falas, mas é monótono e repetitivo. Use outros verbos, como "explicar", "expôr", "retrucar", "responder", "sussurrar", "murmurar", "verbalizar", "implorar", "pedir", "afirmar"...

Recomendado por Arrriba

Arrriba
Eu sinto que é sempre um dever recomendar as histórias da lovegoog, e não um direito. Simplesmente porque é tão complicado encontrar boas adaptações das histórias de Stephen King - até mesmo em relação às produções cinematográficas, que dirá no universo das fanfics -, que acaba sendo impossível não prestigiar uma escritora tão talentosa e tão sensível aos temas. Como a boa "Kingete" que me considero, posso dizer sem sombra de dúvidas que encontrar essa autora foi um grande golpe de sorte. Ela sabe abrandar minhas sofrências após terminar as leituras de SK, hehehe. E com Sunday Shoes não foi diferente! Se aproveitando de um gancho genial que surge em "Novembro de 63" em referência à "It", a autora explora magistralmente um momento tão leve para o Clube dos Otários, em especial Richie e Bev. E olha, não é nada fácil conseguir pegar os enredos stephenkingianos trágicos/medonhos e conseguir criar algo tão doce, por isso a minha admiração pela lovegood é ainda maior! E a minha gratidão também, porque suas palavras sempre acalmam minhas típicas "depressões pós-King", hehehehe! Sendo fã ou não do mestre contemporâneo do horror, com certeza vale dar uma chance às obras desse perfil, recomendo muito! ♥