Livros e fanfics de Fantasia

Recomendado por A Louca dos Cavalos

A Louca dos Cavalos
Uma história bela? Seria pouco para definir. Uma história que mexe com seu emocional? Certo. Uma história para apreciar? Certo. Uma história para refletir? Com certeza. Óbvio que tem muitos outros adjetivos mas veja por si mesmo. Cada um tem seu jeito de entonação. Amei essa história pelo jeito dela, escrita, narrativa, sentimento, dedicação, simplesmente incrível e sem contar que mexeu com meu emocional, mas foi para algo bom, que valeu a pena. Leia e se deliciem com essa obra perfeita. Sem dúvidas me mudou, mudou como enxergo os personagens, a história o todo em geral. Façam isso, dediquem um tempo para agradecer seus personagens, já pararam para perceber que eles são pessoas como nós? Que nós damos vida, capacidade para eles? Nós somos os elos deles, nós somos os "deuses" deles, o criador. E eles são nossos pedaços, saíram de nós, de nossa capacidade de darmos capacidades a eles. Essa história definitivamente foi uma mudança para mim, poderia bajular mais, se bem que quem ler verá que não é bajulação de minha parte, é conteúdo que a história trouxe a tona para os apreciadores e estou passando para outros conhecerem esta obra.
(1) DISCRIÇÃO / (2) DESCRIÇÃO

(1) É a qualidade de ser discreto. -> Ex: a sua discrição era digna de comparação a um ninja.
(2) É o ato de descrever algo. -> Ex: talvez você devesse melhorar a sua descrição do ambiente.

(1) PRESCREVER / (2) PROSCREVER

(1) Prescrever é receitar ou perder a validade. -> Ex 1: Para o tratamento das minhas alergias, o médico prescreveu banho frio. Ex 2: O prazo de validade dos remédios já prescreveu.
(2) Proscrever significa banir, abolir, expulsar. -> Ex: No meu tratamento, o banho frio foi proscrito.

Recomendado por Napolitana

Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção. Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos... Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa. Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle. PS. A autora é muito gente boa!