Livros e fanfics de Drama

Recomendado por Miss Weirdo

Miss Weirdo
Ok, eu me rendo. Estou recomendando sua fic. Como ser a primeira não rolou, eu sou a SEGUNDA, porque prata sempre reluziu mais que ouro, na minha opinião. Como expressar meu amor incondicional por Chadrew, Chardrew, Annabeth e PIPER (diva suprema das tagarelas, rainha dos personagens figurantes e minha musa inspiradora que merece um spin off) acima de tudo sem ser por meio desta humilde recomendação, que eu espero que deixe um belo de um sorriso em seu rosto, autor amigo do face? Você escreve muito bem, sabia? Minhas emoções oscilam como uma TPM enquanto estou lendo, porque uma hora odeio certa pessoa que você sabe muito bem quem é, e nas outras eu odeio menos porque acho que ela está sambando de salto 15 na piriga de nome zoado. É isso, você merece essa recomendação, reviews em todos os capítulos e trocentos views, simplesmente por merecer. Tento ser uma leitora dedicada, mas do pouco que você já me conheceu, sabe que eu sou só uma pseudo-ruiva (na sua opinião) que fala asneiras. Mas de uma coisa tenha certeza: "Eu de letras, ela de irônicas" ta na minha listinha de melhores fics.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

Recomendado por Miss Mistery

Miss Mistery
Foi definitivamente a melhor história que eu já li. Me faz pensar sobre a realidade em que vivemos: cada um de nós preso em sua própria redoma, sem coragem de sair, se acovardando para tirar o outro desse transe. Precisamos agir. Dar o primeiro passo, e não esperar (talvez em vão) que o outro o faça. Nessa era da tecnologia, essas redomas tem triplicado de número. Este emocionante conto me fez enxergar que eu às vezes me tranco em minha própria redoma, e agradeço à autora por me ensinar que preciso me libertar dela, e ser mais comunicativa e simpática. Foi um presente que Hunter Pri Rosen me deu. Obrigada. Camille Chase Schreave