Livros e fanfics de Ação
Recomendado por MariaErica
MariaErica
Há uma enorme diferença entre fazer uma boa história, com ótima gramática, e boa ideia central, do que escrever algo em que você se deposita, você escreve com a sua alma e com amor, porque você GOSTA disso.
E gente, a Letícia, é simplesmente, MARAVILHOSA!
Night Troopers não foi a primeira história que eu li dela, na verdade. Mas ver algo já finalizado dela... É estonteante. Eu costumo dizer que quanto melhor a história, menos eu tenho a falar, porque quanto mais eu falar, mais spoiler terá.
Night Troopers fala de Jazmine, uma garota que odeia o seu nome, acabou de perder a mãe e não se entende muito bem a sua irmã mais velha, Melody, na casa de quem ela vai passar o verão.
Era pra ser a pior época da vida dela, vocês não acham? Ser aqueles dias em que ela iria querer cometer suicídio, se trancar no quarto e viver uma ENORME crise adolescente, certo?
Mas, esse período se prova algo muito diferente, e bom. E você vai amar a Jay (ou Jazz), porque ela não é uma heroína grandiosa e perfeita. Ela é normal. Cheia de dúvidas, defeitos, qualidades, pessimismos e muitas outras coisas. Ela é uma adolescente com complexos e que ama a música, mesmo sem entender a letra.
Ela gosta do silêncio da noite, e mostra pra todas nós, o porquê de nós gostarmos disso também.
Essa história é maravilhosa, porque ela não faz com que apenas a Jazmine se encontre, se resolva, se aproveite... Ela faz com que nós, leitoras e leitores, consigamos tudo isso, também.
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME
(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).
(1) QUANTO x (2) QUANDO
(1) Significa "que número de", "que quantia". -> Ex: Quanto sobrou?
(2) Sempre lembra o tempo de uma ação. -> Ex: Quando você irá me dizer quanto sobrou?
Obs.: enquando non ecziste, é enquanto.
Recomendado por Miss Chelly
Miss Chelly
Gostei dessa historia desde o primeiro parágrafo que li. No fim do prólogo eu sabia que essa historia merecia uma recomendação, mas fui forte (até agora) e resolvi ler mais capítulos simplesmente para ver se eu encontrava algum furo na historia, uma incoerência...qualquer coisa. Bem, se você considera uma falha a historia te emocionar mais do que deveria, então encontrei um defeito, afinal.
O Chris está num sanatório e eu gostaria de dizer que por um engano, mas sim, ele tem um distúrbio psicológico. Só que eu ainda acho que é um engano todos os outros estarem fora da clinica onde Chris está. Porque, na verdade, Chris pensa o que todo mundo pensa, mas finge que não. Vê o que todos veem, mas acham melhor esquecer. A diferença é que Chris analisa muito, se preocupa muito e está mais do que claro que ele passou por muita coisa antes de chegar na clinica onde ele está.
Mas Chris não é o único personagem que merece estar nessa recomendação. Na verdade, todos os outros personagens merecem. Acho que se me perguntassem por que eu gosto tanto dessa historia e por que eu acho que essa autora está acima da capacidade de muitos outros autores, eu diria que -Dentre tantos motivos- são os personagens que ela cria; Para mim esses personagem são as pessoas que eu conheço, são as pessoas que passam por mim na rua, e mais importante: esses personagens sou eu! E criar personagens assim em historias é ser um Dr. Frankenstein e construir um novo humano a partir de outros. É difícil, genial e quem vê a obra fica sem palavras (a diferença é que nesse caso a admiração é boa).
Eu tenho que dizer que adoro o fato de a dona Alasca pesquisar sobre os distúrbios que ela fala e de ela fazer esse distúrbios não serem apenas um acessório como a cor da blusa, mas serem uma característica. Os distúrbios estão misturados ás personalidades e interferem nas ações de cada um dos personagens.
Outro ponto positivo na historia é que ela é bem cuidada. Ela não é escrita e jogada de qualquer jeito. Logo se vê que é uma historia bem revisada e sei que a autora revisa mais de uma vez. Acho que esse cuidado (perigosamente perto do perfeccionismo) é um esforço que muitos não fazem, mas que faz uma diferença enorme e mostra que a autora se importa com o que vamos ler. De fato, ela se certifica de que vamos perder o ar em cada capitulo, que vamos querer comentar mesmo ficando sem palavras em cada um deles e que vamos ter milhares de perguntas e teorias apenas esperando para ver como a historia vai se desenrolar.