Livros e fanfics de Darkfic

Recomendado por CallaCalls

CallaCalls
Primeiramente essa é uma historia que é muito bem escrita, e pra quem nunca tentou escrever na sua vida, saiba que dá um trabalhão. Como a propria autora vem falando, não custa nada dar uma opniãozinha em um trabalho em que você vem usufruindo. E de fato, eu venho Usufruindo bastante dessa o.c., mas não necessariamente venho danfo o valor que ela merece. É como um pedido de descul0a por ser uma leitora fantasma, não que seja proposital, é só que eu nunca tive o hábito de comemtar os trabalhos que eu admiro muito. Me perdoe por isso Miky. Saiba que a sua fanfic é muito incrível e que eu odiaria se você parasse de escrever porque não vê um feedback do seu trabalho. Eu adoro o seu trabalho. Não acho especificamente que a opinião dos leitores seja o mais importante, mas sim o seu interesse em continuar a história, ja6 que muitas vezes um escritor só sabe a opinião do publico depois de ter seu livro entregues em mãos. Mesmo assim respeito que você dê tanto valor a isso, é bem compreensivel aliás. Mesmo assim, por favor não desiste da gente nem da sua história. Você não sabe o quão incrivel você é como escritora.
"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"

WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)

(1) SEDE/ (2) CEDE

(1) Estabelecimento principal (lemos séde); necessidade de beber (lemos sêde). -> Ex: Vou à sede amanhã / Estou com sede.
(2) Verbo ceder, abrir mão de algo, desistir ou dar (lemos céde, igual à pronúncia de estabelecimento principal). -> Ex: Ele não me cede aquele livro.

Recomendado por Hunter Pri Rosen

Hunter Pri Rosen
Uma história leve e divertida, ambientada em São Paulo (Sampa para os íntimos), que tem dois bichinhos adoráveis (Ernesto, um gato bem egocêntrico e Mozart, um cachorro super companheiro), personagens bem interessantes, muito humor, romance na medida certa e uma trama muito gostosa de ler e acompanhar. Chamem os Bombeiros mostra o dia a dia de um jornal, focando em Giovanna (uma repórter) e Júlio (um fotógrafo), além de personagens secundários super gente da gente (como o Felipe, por exemplo) que interagem com os protagonistas e crescem até o fim da história. Bem escrita e bem desenvolvida, essa trama cativante me prendeu do começo ao fim e rendeu boas risadas, ataques de fofura e alguns suspiros também. Recomendadíssima!