Livros e fanfics de Yaoi

Recomendado por Yaazi

Yaazi
Por onde eu devo começar? O tanto de emoções que essa história proporciona é indescritível. Há partes em que você ri, partes que em suspira de amores pelas personagens e horas que você chora, ah, e como chora. A autora consegue tratar de um tema tão forte com uma naturalidade absurda, além de não deixar tudo cair em estereótipos e ser mais uma relação abusiva. É impressionante como em pouco tempo você passa a ter expectativa a cada acontecimento. Você se apega de uma forma surpreendente, de uma que só uma boa história pode proporcionar tal feito. O que eu tenho a dizer para a autora é: obrigada! Obrigada por permitir que uma história tão maravilhosa assim exista. Abraços!♥
"ELE FALOU, ELA DISSE..."

Falar e dizer podem ser usados para indicar falas, mas é monótono e repetitivo. Use outros verbos, como "explicar", "expôr", "retrucar", "responder", "sussurrar", "murmurar", "verbalizar", "implorar", "pedir", "afirmar"...

(1) PRESCREVER / (2) PROSCREVER

(1) Prescrever é receitar ou perder a validade. -> Ex 1: Para o tratamento das minhas alergias, o médico prescreveu banho frio. Ex 2: O prazo de validade dos remédios já prescreveu.
(2) Proscrever significa banir, abolir, expulsar. -> Ex: No meu tratamento, o banho frio foi proscrito.

Recomendado por Miss Chelly

Miss Chelly
Gostei dessa historia desde o primeiro parágrafo que li. No fim do prólogo eu sabia que essa historia merecia uma recomendação, mas fui forte (até agora) e resolvi ler mais capítulos simplesmente para ver se eu encontrava algum furo na historia, uma incoerência...qualquer coisa. Bem, se você considera uma falha a historia te emocionar mais do que deveria, então encontrei um defeito, afinal. O Chris está num sanatório e eu gostaria de dizer que por um engano, mas sim, ele tem um distúrbio psicológico. Só que eu ainda acho que é um engano todos os outros estarem fora da clinica onde Chris está. Porque, na verdade, Chris pensa o que todo mundo pensa, mas finge que não. Vê o que todos veem, mas acham melhor esquecer. A diferença é que Chris analisa muito, se preocupa muito e está mais do que claro que ele passou por muita coisa antes de chegar na clinica onde ele está. Mas Chris não é o único personagem que merece estar nessa recomendação. Na verdade, todos os outros personagens merecem. Acho que se me perguntassem por que eu gosto tanto dessa historia e por que eu acho que essa autora está acima da capacidade de muitos outros autores, eu diria que -Dentre tantos motivos- são os personagens que ela cria; Para mim esses personagem são as pessoas que eu conheço, são as pessoas que passam por mim na rua, e mais importante: esses personagens sou eu! E criar personagens assim em historias é ser um Dr. Frankenstein e construir um novo humano a partir de outros. É difícil, genial e quem vê a obra fica sem palavras (a diferença é que nesse caso a admiração é boa). Eu tenho que dizer que adoro o fato de a dona Alasca pesquisar sobre os distúrbios que ela fala e de ela fazer esse distúrbios não serem apenas um acessório como a cor da blusa, mas serem uma característica. Os distúrbios estão misturados ás personalidades e interferem nas ações de cada um dos personagens. Outro ponto positivo na historia é que ela é bem cuidada. Ela não é escrita e jogada de qualquer jeito. Logo se vê que é uma historia bem revisada e sei que a autora revisa mais de uma vez. Acho que esse cuidado (perigosamente perto do perfeccionismo) é um esforço que muitos não fazem, mas que faz uma diferença enorme e mostra que a autora se importa com o que vamos ler. De fato, ela se certifica de que vamos perder o ar em cada capitulo, que vamos querer comentar mesmo ficando sem palavras em cada um deles e que vamos ter milhares de perguntas e teorias apenas esperando para ver como a historia vai se desenrolar.