Livros e fanfics de Yaoi
Recomendado por Neko Jikook
Neko Jikook
Como prometido e muito bem merecido está aqui a minha recomendação por essa história fantástica que trata sobre um assunto muito comum mas extremamente pouco visto pelas pessoas e pela massa de biscoitos ambulante que se denomina "sociedade".
Algumas pessoas quando vêem alguém mais cheinho ou alguém muito magro, tendem a ridicularizá-los pois não estão dentro dos padrões impostos pela sociedade atual.
É um absurdo uma professora, com currículo excepcional e diploma de mestrado e doutorado em línguas não poder dar aula pois sua média no IMC está acima do requisitado/adequado para se dar aula. DESDE QUANDO PRECISA SER MAGRINHA E GOSTOSA PRA DAR AULA!? É um absurdo.
Uma criança, inocente, gentil, carinhosa, porém, tem um pouco a mais de peso. Essa criança vai ser ridicularizada pelos outros até " sse dar conta de que precisa fechar a boca e emagrecer". Nada a ver. Desde quando peso virou documento oficial? Desde quando peso influência nas suas notas, no seu desempenho escolar. Não afeta em nada.
Mas o assunto que a Sweet está tratando é algo muito sério e não pode ser ridicularizado, ignorado ou levado na brincadeira, pois a Ana (anemia) e a Mia (bulimia) são doenças seríssimas e não podem ser deixadas de lado.
Algumas pessoas, de tanto sofrerem bullyng na escola e até mesmo em casa como a Valentina da história, se matam ou se cortam, elas perdem o motivo de viver pois não se eclncaicham em nada do que é imposto para elas, e isso é um problema muito sério.
As pessoas tem que acordar e ver que bulimia e anemia tem cura apenas em aceitar a pessoa como ela é, sem ridicularizá-la pelo seu peso ou aparência.
Os quilos à mais que você tem não influenciam na sua essência, no seu caráter, então ame-se do jeito que você é.
E para aquelas pessoas que sofrem com este tipo de doença ou já sofreram, sintam-se acolhidos por está história maravilhosamente bem escrita, pois não é todo dia que vemos uma história tão bem escrita e com autores responsáveis como a Sweet.
Mais uma vez parabéns pela história e muito sucesso com ela ♥
Bjs - Neko Hina.
(1) SEDE/ (2) CEDE
(1) Estabelecimento principal (lemos séde); necessidade de beber (lemos sêde). -> Ex: Vou à sede amanhã / Estou com sede.
(2) Verbo ceder, abrir mão de algo, desistir ou dar (lemos céde, igual à pronúncia de estabelecimento principal). -> Ex: Ele não me cede aquele livro.
(1) DISCRIÇÃO / (2) DESCRIÇÃO
(1) É a qualidade de ser discreto. -> Ex: a sua discrição era digna de comparação a um ninja.
(2) É o ato de descrever algo. -> Ex: talvez você devesse melhorar a sua descrição do ambiente.
Recomendado por Miss Chelly
Miss Chelly
Gostei dessa historia desde o primeiro parágrafo que li. No fim do prólogo eu sabia que essa historia merecia uma recomendação, mas fui forte (até agora) e resolvi ler mais capítulos simplesmente para ver se eu encontrava algum furo na historia, uma incoerência...qualquer coisa. Bem, se você considera uma falha a historia te emocionar mais do que deveria, então encontrei um defeito, afinal.
O Chris está num sanatório e eu gostaria de dizer que por um engano, mas sim, ele tem um distúrbio psicológico. Só que eu ainda acho que é um engano todos os outros estarem fora da clinica onde Chris está. Porque, na verdade, Chris pensa o que todo mundo pensa, mas finge que não. Vê o que todos veem, mas acham melhor esquecer. A diferença é que Chris analisa muito, se preocupa muito e está mais do que claro que ele passou por muita coisa antes de chegar na clinica onde ele está.
Mas Chris não é o único personagem que merece estar nessa recomendação. Na verdade, todos os outros personagens merecem. Acho que se me perguntassem por que eu gosto tanto dessa historia e por que eu acho que essa autora está acima da capacidade de muitos outros autores, eu diria que -Dentre tantos motivos- são os personagens que ela cria; Para mim esses personagem são as pessoas que eu conheço, são as pessoas que passam por mim na rua, e mais importante: esses personagens sou eu! E criar personagens assim em historias é ser um Dr. Frankenstein e construir um novo humano a partir de outros. É difícil, genial e quem vê a obra fica sem palavras (a diferença é que nesse caso a admiração é boa).
Eu tenho que dizer que adoro o fato de a dona Alasca pesquisar sobre os distúrbios que ela fala e de ela fazer esse distúrbios não serem apenas um acessório como a cor da blusa, mas serem uma característica. Os distúrbios estão misturados ás personalidades e interferem nas ações de cada um dos personagens.
Outro ponto positivo na historia é que ela é bem cuidada. Ela não é escrita e jogada de qualquer jeito. Logo se vê que é uma historia bem revisada e sei que a autora revisa mais de uma vez. Acho que esse cuidado (perigosamente perto do perfeccionismo) é um esforço que muitos não fazem, mas que faz uma diferença enorme e mostra que a autora se importa com o que vamos ler. De fato, ela se certifica de que vamos perder o ar em cada capitulo, que vamos querer comentar mesmo ficando sem palavras em cada um deles e que vamos ter milhares de perguntas e teorias apenas esperando para ver como a historia vai se desenrolar.