Livros e fanfics de Paródia

Recomendado por Annie Sanchez

Annie Sanchez
E é agora que a titia Allask faz uma recomendação u-u a SEGUNDA a fazer a recomendação, mas okay. Vamos lá. The Heart Never Lies... Bem, conta a história da linda Lizzie que é uma garota (obviamente) que se muda para uma escola como o irmão (lindo e perfeito) dela. É isso ai, e pra melhorar, a ideia foi dos retardados dos pais dela (e do irmão lindo). Claro que ela faz amigos, que acham que ela é um menino "colorido" e, claro que tem aquele garoto que começa a gostar dela e se sentir confuso quanto a sua sexualidade. E digo que foi por isso que eu amei a fic. Além da autora ser diva purpurina e fazer as minhas vontades (há, eu disse que não ia colocar isso, mas acabei colocando u-u). Cara, seguinte: Leia essa fic. Eu sei que eu estou parecendo aqueles caras que estão tentando vender alguma coisa, dizendo: compre este produto. Mas dane-se. Leia. Só leia e se encante com o Dylan (mas não tanto porque ele é meu) e com o Ryan. Porque sim u-u
"HOUVERAM" MUITOS ACIDENTES

O verbo "haver", no sentido de existir, é invariável; sendo assim -> Houve muitos acidentes.

(1) SENÃO / (2) SE NÃO

(1) Senão é equivalente a "de outro modo", "a não ser" ou "mas sim". -> Ex: Não lhe resta outra coisa senão pedir perdão.
(2) Se não significa "caso não". -> Ex: Se não conseguir vir, não tem problema.

Recomendado por Napolitana

Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção. Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos... Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa. Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle. PS. A autora é muito gente boa!