Livros e fanfics

Recomendado por S S Pierre

S S Pierre
Então, essa história é tuuuudo de bom, e nem venham meninas, Caio é da VANESSA! Tu fica tipo, esperando esse retardado fazer alguma coisa, meu deus, virgem até os 20? QUAL É CAIOOO? Eu to amando essa história e fico sempre esperando por mais, porque é muito engraçada. (e porque tem um conterrâneo gaúchinho que eu me amarro). Não tem como parar, eu super recomendo, é uma leitura leve, cheia de humor e talvez quem sabe num futuro NADA LONGE um romance néééé? (Super apoio Caio e Nessa, e quem ler vai super apoiar tb) A Amanda te faz dar gargalhadas, mesmo sendo um assunto super tabu e estressante, a virgindade, ela consegue levar isso de um jeito tão engraçado, e ver o Caio dramático apavorado com a ideia de quebrar a promessa é impagável. Então deixo minha recomendação dessa história engraçada, fofa (Nessa&Caio) e cheia de drama. :3
(1) OUVIR / (2) ESCUTAR

(1) Ouvir indica que a pessoa percebe pelo sentido da audição. -> Ex: Ela ouviu as reclamações da mãe.
(2) Escutar significa estar atento para ouvir. -> Ex: ele escutou a conversa por detrás da porta.
Ou seja, “ele escutou com atenção” é redundante.

"FRENÉTICAMENTE"

ISSO NON ECZISTE! As palavrinhas terminadas em "mente", que indicam o modo como a ação foi efetuada, NÃO são acentuadas. A sua sílaba tônica, a mais forte, passa a ser o "MEN", não sendo acentuada por não se encaixar na regra de acentuação das paroxítonas. Então, nada de "frenéticamente", "diáriamente", "inevitávelmente", etc.

Recomendado por antarctic

antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua. Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.