Moi Dix Mois
Moi Dix Mois é uma banda japonesa de visual kei formada em 2002 pelo renomado músico Mana, que também é conhecido como o fundador e guitarrista da lendária banda de visual kei Malice Mizer. Com sua estética gótica e som obscuro, o Moi Dix Mois se tornou uma das bandas mais influentes do movimento visual kei. O nome "Moi Dix Mois" significa "Meus Dez Meses" em francês, representando os dez meses que Mana passou trabalhando no projeto antes de sua estreia oficial. A banda lançou seu primeiro álbum, intitulado "Dix Infernal", em 2003, recebendo aclamação tanto dos fãs quanto da crítica especializada. A sonoridade do Moi Dix Mois é caracterizada por riffs de guitarra pesados e melódicos, acompanhados por teclados atmosféricos e vocais dramáticos. Suas letras abordam temas sombrios e misteriosos, muitas vezes explorando conceitos relacionados a vampiros e ocultismo. A combinação única desses elementos cria uma atmosfera única e cativante em suas músicas. Além do talento musical de Mana como guitarrista principal, ele também é responsável pela composição das músicas e pelas letras da maioria das faixas do Moi Dix Mois. Sua habilidade técnica na guitarra e sua criatividade artística são amplamente reconhecidas dentro da cena visual kei. Ao longo dos anos, o Moi Dix Mois lançou vários álbuns bem-sucedidos, incluindo "Nocturnal Opera", "Beyond the Gate" e "D+SECT". A banda também realizou várias turnês internacionais, ganhando uma base de fãs leal em todo o mundo. Em resumo, Moi Dix Mois é uma banda de visual kei que combina elementos góticos e obscuros com um som pesado e melódico. Com sua estética única e talento musical excepcional, eles se destacam como uma das bandas mais influentes do movimento visual kei até hoje.
Histórias e Obras
Descubra leituras recentes ambientadas neste universo.
"A cada encontro que tinha com Mana, sentia uma felicidade tão grande que, por várias e várias vezes, pensou que seu coração fosse parar. Só não esperava que o palhaço destino, numa piada mórbida, fizesse o coração de Mana, literalmente, parar primeiro."
"Sabe-se lá quanto tempo aquilo duraria. Um ano, cem anos, mil anos? Só era certo de que Kaya era preso a Hora e Hora era preso a Kaya."
Na verdade eu sequer sei quanto tempo se passou desde que nós nos tornamos incapazes de pará-lo. Quando percebi, era apenas eu. Sobrevivendo de mim mesmo. Da minha voz. Da minha música. Te reconstruindo em melodias que jamais tocaram seus ouvidos. E esperando com elas tocar o seu coração.
...afinal de contas, o Közi é o homem da minha vida. Közi X Mana, Kamijo X Kaya. E uma pontinha platônica de Kamijo X Mana, mas não correspondida. Rs! NOTA: "boku no otoko" significa, literalmente, "meu homem" em japonês. q.
"Asagi sempre foi um irresponsável - Disse Mana, sem emoção alguma. - Agora me inventa de morrer e me deixa esse pirralho como herança."
E cada gota de chuva era uma lágrima, uma dolorosa lágrima de vidro que tornava mais fundas as feridas nos nossos corações...
Certo, todo músico tem lá suas excentricidades, mas... De quem foi a estúpida ideia de passar férias numa favela do Rio de Janeiro?

Proteja o nosso refúgio de histórias
Cada capítulo que te fez sorrir, chorar e sonhar só continua existindo pelo carinho e apoio da nossa comunidade.
Não somos uma grande corporação — o +Fiction é um refúgio independente, mantido com carinho por uma única pessoa para quem vive de histórias.
Eles escolheram manter este espaço vivo. Junte-se aos nossos heróis!
Apenas uma coisa... quero fechar os olhos e não ter que lembrar essa cena. Não ter que lembrar que isso aconteceu comigo. Seria simples... se não tivesse que ver alguém tão doce dizendo que lhe fizeram isso também.
Um juiz e um assassino. Um amor proibido, coberto de segredos e mentiras. Uma tragédia prestes a se repetir. No fim das contas, quem está falando a verdade?
"Virou-se assustado e depois, esqueceu-se de seu objetivo. Esqueceu-se até mesmo como se fazia para respirar. Esqueceu-se de segurar o fichário em mãos deixando este escorregar e abrir espalhando algumas folhas."
"No fim das contas, Hizaki tinha razão. Talvez a muralha que os separasse não fosse tão invisível assim. De um lado, estava o grande Mana-Sama. Do outro, ele, Teru. Mas quem era Teru comparado a Mana? Quem era Teru aos olhos de Mana...?"







