Meu Pedacinho de Chão
"Meu Pedacinho de Chão" é uma novela brasileira, escrita por Benedito Ruy Barbosa e dirigida por Luiz Fernando Carvalho. A trama foi ao ar pela Rede Globo entre abril e agosto de 2014, sendo baseada na obra homônima de Benedito Ruy Barbosa. A história se passa em um vilarejo fictício chamado Santa Fé, onde vive a jovem professora Juliana (interpretada por Bruna Linzmeyer). Ela chega à cidade para lecionar na escola local e acaba se envolvendo com o rico fazendeiro Pedro Falcão (interpretado por Rodrigo Lombardi), despertando a ira da malvada Catarina (interpretada por Juliana Paes), que também é apaixonada pelo fazendeiro. Além do romance central, "Meu Pedacinho de Chão" aborda diversos temas sociais e culturais, como a luta dos trabalhadores rurais pela posse da terra, os conflitos entre as classes sociais e a importância da educação para transformar vidas. Uma das características marcantes da novela é sua estética única. Com cenários coloridos e figurinos exuberantes, "Meu Pedacinho de Chão" apresenta uma atmosfera lúdica e surrealista, remetendo a um conto de fadas. Essa estética diferenciada foi elogiada pela crítica e conquistou o público. Outro destaque da novela são as atuações do elenco. Além dos protagonistas Bruna Linzmeyer, Rodrigo Lombardi e Juliana Paes, o elenco conta com grandes nomes como Osmar Prado, Antônio Fagundes e Juliana Paiva, que entregam performances memoráveis. "Meu Pedacinho de Chão" também recebeu diversos prêmios e indicações. A trilha sonora da novela, composta por Marcus Viana, foi bastante elogiada e contribui para a atmosfera mágica da trama. Com uma história envolvente, estética única e atuações marcantes, "Meu Pedacinho de Chão" se destaca como uma novela brasileira diferente e encantadora. É uma obra que cativou o público com sua originalidade e criatividade, conquistando um lugar especial na memória dos telespectadores.
Histórias e Obras
Descubra leituras recentes ambientadas neste universo.
Dizem, que nem mesmo o frio congelante do inverno pode apagar um amor verdadeiro. E Juliana descobriu-se exatamente desta maneira, nem mesmo a mais pura neve foi o suficiente para lhe tirar aquele amor do peito.
Breves dias de recém casados passaram voando mas toda a felicidade é interrompida quando uma grande guerra estoura. Um homem entre 18- 50 anos é convocado de cada família e nem a tradicional e influente família Napoleão foi deixada de fora. Como Gina e Juliana vão lidar com a ida de seus maridos para um caminho de poucas chances de volta? Como sobreviverão os habitantes de santa fé aos olhos da guerra?!
A estória será contemporânea, eles (Gina e Nando), moradores da vila de Sta. Fé irão para a cidade grande estudar pela vontade de seus pais, que possuem terras e por uma rixa. Pois querem provar um ao outro que o filho será o melhor agrônomo da região. Gina e Ferdinando já não se gostam e vão se gostar menos ainda ao descobrir que morarão na mesma república, e estudarão na mesma Universidade. Juliana e Renato já dividem a República com Ferdinando à algum tempo. Gosto de romances explícitos, portanto, informo desde então.
É incrivel como os filhos são parecidos com os pais.E quando os filhos não conhecem algum familiar?,será que eles continuam parecidos?Será que um pai ou uma mãe quando amam demais o filho continuam se comunicando ou protegendo ele mesmo depois da morte?e quais segredos esconde um olhar?. Venha descobrir nessa história que acontece na vila de santa fé.
Os habitantes da pacata Vila de Santa Fé nunca imaginariam um dia ir parar em um lugar completamente diferente do que estavam acostumados. Eles encontram Gina, que sempre viveu em um mundo futurístico, em que a guerra e a discórdia são coisas comuns. Mas enquanto buscam uma maneira de tudo voltar ao normal, eles acabam descobrindo que nunca mais serão os mesmos.
O que aconteceria se víssemos o q realmente aconteceu além da imaginação do menino Serelepe..
Ah, o carnaval. Festejo nacional conhecido mundialmente por seus enérgicos musicais, festivais e romances. Mas, detalhe um tanto quanto velado entre os brasileiros, é que nem em todos os cantos os festejos são tão “modernos” quanto nas capitais. É esta, inclusive, a realidade da calma Vila de Santa Fé, onde nossa história se ambienta.
Quem chegasse perto da casa de Gina e Ferdinando se assustaria com a briga que rolava lá dentro. Tudo teve início com as eleições em que a jaguatirica ajudou Epa e ganhou gosto por política, o que já era motivo para Ferdinando ficar exasperado. Mas o que o engenheiro não contava, é que a história toda ficaria ainda mais complicada devido a Catarina. Desde que começou a ajudar o orfanato onde Lepe havia vivido, ela foi se envolvendo cada vez mais com a comunidade local, até que um belo dia ela reuniu a família inteira para contar uma novidade: —Eu vou ser candidata! Epaminondas se apoiou na escada com uma mão, enquanto levava a outra ao coração: —Mas essa mulher quer me matar! Catarina, me dê um tiro logo e acabe com esse sofrimento! —Ma vê se pode uma coisa dessas! Pedro Falcão chacoalhava as mãos, dividido entre a surpresa e a vontade de rir da cara do amigo. Ferdinando olhava a madrasta com olhos arregalados. —Mas Catarina, já não basta tudo que eu passei quando fui candidato? Pra que isso agora? Lepe e Zelão, por sua vez, não disseram nada, mas balançavam a cabeça em uma muda reprovação. Por outro lado, as mulheres estavam alvoroçadas. Gina foi a primeira a apoiar a decisão: —Ara! Que eu tô c'ocê nessa briga Catarina! A exclamação entusiasmada da ruiva fez Ferdinando colocar a mão na testa, em uma atitude de desespero: —Menininha, pra que se meter nisso? —Mas olha Catarina, é um frangotinho mesmo! Já está aí de novo com medo das eleições! Gina disse com desdém, fazendo o sangue de Ferdinando ferver, e arrancando uma risada debochada de Catarina. Ferdinando olhou de forma ameaçadora para Gina. —Saiba você Gina, que eu não tenho e nunca tive medo de ser candidato! Tanto, que eu posso muito bem fazer campanha pelo atual prefeito, só para te provar isso! —Mas Nando, ocê ia ter coragem de fazer campanha contra mim? Catarina olhou chocada para o enteado, sendo consolada por Dona Tê, que lhe dava tapinhas no ombro olhando de forma reprovadora para o genro. Antes que o engenheiro pudesse se explicar, Epaminondas deu um pulo da escada e bateu no ombro do filho: —Isso aí Nandinho, não vamos deixar essas abusadas brincarem com a gente não! Imagine só, a Catarina na prefeitura! Ia encher tudo de frufrus, distribuir vestidos e presentes! Neste momento, Juliana, que até então estivera quieta em seu canto, acompanhando o desenrolar da história, resolveu opinar: —E o senhor acha isso coronel, porque não acredita que mulher possa fazer política, ou porque não acredita que a sua esposa possa? Ela disse isso com um discreto sorriso no rosto, sabendo que o coronel teria problemas em contornar a situação. Enquanto Epa gaguejava tentando arrumar um argumento, Ferdinando crispava os dedos tentando se manter calmo. Não que se opusesse à participação política das mulheres, mas já imaginava os problemas que viriam na família. Pituca pôs fim à situação dizendo: —Pois saibam seus destrambelhados, que aqui nesta sala acabamos de formar o comitê de campanha da minha mãe! E garanto que vamos ganhar essa eleição! Catarina sorriu emocionada com o apoio da filha. —E nós aqui, acabamos de formar o comitê de oposição!! Epa disse aos berros. Não era vontade nem de Ferdinando, nem de Zelão entrar na briga, mas quando as mulheres fizeram uma roda, colocaram as mãos uma sobre a outra e deram um grito de guerra, resolveram que era melhor tentar impedir que essa loucura continuasse. Lepe ainda não havia se decidido, mas olhou para o grupo de mulheres determinado á sua frente, e para o grupo de homens realmente 'destrambelhados', tal qual sua doce Pituca dissera, e decidiu que seria bem divertido tomar parte da disputa. Caminhou resoluto para o centro da roda de homens, estendeu sua mão no ar fazendo com que os outros o imitassem e criou e deu seu próprio grito de guerra. Os dois grupos se olharam de forma desafiadora. A guerra havia só começado.

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Essa história mostra o que aconteceu depois do casamento entre Nando e Gina.
Sabe aquelas redações que todo estudante, uma vez na vida, fez sobre "o que você fez nas férias?". O que será que nossos adolescentes terão para escrever ao voltarem dessas férias?
Imaginem a vila de Santa Fé como um reino, o reino de Santana. Imaginem uma época de príncipes, princesas, reis, rainhas... Piratas. Uma época de bailes, lutas de espadas, uma monarquia. E é assim que se inicia essa história...
E se essa Historia fosse um pouco diferente da que já conhecemos? E se ao invés do coronel Epaminondas querer separá-los quisesse juntá-los? Isso mesmo, obriga-los a se casarem mesmo antes deles se conhecerem direito, por pura aliança politica. É! Essa vai ser a historia Ginando de uma forma um pouco... diferente, mas é claro com o mesmo jeito peculiar dos personagens.






