



Você realmente me conhece?
Até que ponto uma mãe se doa por amor a um filho? Às vezes, é preciso mudar a si mesma pelo bem daqueles que amamos...
Sinopse
Escrito por
Ver perfilSou uma pessoa apaixonada por escrever, faço isso praticamente o tempo todo e sonho em ser uma escritora famosa um dia. Em meus contos vocês...
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Capítulo 1- For you...
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Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
17 de julho de 2019
Última Atualização
17 de julho de 2019
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Don´t so Cute
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" – Ela é jornalista! Disse uma senhora com voz rouca, a outra fez uma careta e torceu o nariz como se lembrasse de algo nojento. — Sua mãe deve sentir vergonha da filha se prestar a um papel tão vulgar! A segunda senhora falava ainda com expressão de nojo. – E aquela saia, como pode trabalhar rodeada de homens vestida assim? Ao ouvir isso levei meus olhos para saia que eu usava, faltavam quatro dedos para o joelho, um palmo maior do que as que estão na moda atualmente na França. Seria até composto, suspirei. A última coisa que precisava era ouvir aquele tipo de pensamento fechado logo cedo, mas não consegui manter a língua dentro da boca, acabei o lanche e me dirigir até as duas senhoras ali sentadas."
Suspirei andando pelos corredores, lutando o máximo possível para minhas pernas pararem de tremer e apesar de já estudar aqui há quatro anos, toda vez que entro no quarto andar sinto arrepios, possivelmente por causa dos comentários que constantemente estão nos corredores. “O andar assombrado” Eles dizem para assustaram os mais novos, e conseguem. Infelizmente os senpais têm esse péssimo habito.
Ele se lembra de tudo. Da mãe, dos dias com Clara, das coisas que disse e das que deixou passar. Mas lembrar já não parece suficiente. Entre objetos guardados e uma carta inesperada, ele procura algo que ainda seja capaz de fazer diferença.
Corações em busca de harmonia fomentam dentro de si uma perpétua dissonância. Ela faz tinta com a terra seca do quintal; ele dá nome a tudo o que se bebe e jura que água e vinho, juntos, são uma mistura intragável. Anos depois da tarde em que a chuva não veio, a mesma tempestade alcança os dois em lugares diferentes. Talvez seja tarde para voltar. Talvez nunca tenha sido sobre vinho.
Cresci sendo muito fã da trilogia A Seleção da Kiera Cass, e esse meu livro de contos, (coletâneas ou o que quer que você chame) foi inspirado por Felizes Para Sempre. A execução vai ser diferente porque eu não tenho a criatividade e a maestria da Kiera. Mas vou me esforçar. É isso. Um beijo a todos os (cinco) costarenhos de carteirinha que gostam das loucuras que eu escrevo e que escolheram me acompanhar. Esse livro (por enquanto não lançado oficialmente) é um presente pra vocês que ficaram com um gostinho (esquisitíssimo) de quero mais depois de ler Anything But Ordinary.
Aurora tinha vinte e sete anos, uma carreira em construção, cinco melhores amigas espalhadas pelo mundo e uma habilidade impressionante para fingir que sabia exatamente o que estava fazendo da própria vida. Brasileira e arquiteta, vivia em Roma entre projetos internacionais, apartamentos alugados, saudades do Brasil e a constante dúvida sobre qual seria seu próximo destino. Emma, por outro lado, tinha uma vida estável na Itália e nenhuma intenção de complicá-la. Até que, numa quinta-feira de outubro, encontrou uma cadeira vazia ao lado de uma brasileira que parecia incapaz de levar qualquer coisa muito a sério. Uma pergunta sobre zebras. Dois spritz. Algumas provocações. E uma história que nenhuma das duas estava procurando. Entre ruas italianas, aeroportos, amizades de infância, famílias separadas por oceanos e escolhas que nem sempre têm respostas certas, Aurora e Emma descobrirão que amar alguém pode ser muito mais complicado do que se apaixonar. Porque algumas pessoas aparecem para ficar. Outras nos ensinam a partir. E existem aquelas que mudam completamente o significado de voltar para casa.





