Escrito por
Ver perfilAnne Diogo :3 Estudante, futura arquiteta, fotógrafa amadora, amante das artes, inconstante, eclética, apaixonada pelas coisas simples, fasc...
Recomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
Normal
VIII - A Força
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
10 de março de 2022
Última Atualização
24 de maio de 2026
Status Editorial
Em andamento
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:

Devanear
+16•688 palavras•Histórias originais•Drama•Poesia•Ambiente rural•Ambiente urbano

Buquê de Lego
+14•437 palavras•Histórias originais•Romance•Relação pai e filho•Segredos de família•Divórcio•Recomeço
Pessoal e Intransferível
+16•560 palavras•Poesias•Romance
Pensamentos By Anne Diogo
+14•6.226 palavras•Poesias•Poesia
Manual do ex-relacionamento
+16•825 palavras•Histórias originais•Drama•Romance•Amizade
Mais como esta
Quando se tem uma mente inquieta é quase impossível não criar um universo paralelo de pensamentos que vão transbordando em letras, palavras, textos e DEVANEIOS.
Um grito no vácuo das letras para aliviar o peso da realidade e elucidar que as correntes que me prendem são apenas ilusões de uma necessidade de caber em uma roupa que não me serve mais, evento acontecido por causa de um buquê de Lego.
Senhoras e Senhores! Sejam muito bem-vindos ao Circo dos Amores. Aqui, todo sorriso esconde uma cicatriz, toda queda pode ser um voo e até o silêncio sabe fazer espetáculo. Entre cortinas vermelhas e corações partidos, estes poemas contam aquilo que ninguém ousa dizer sob as luzes do picadeiro. Baseada em vivências e pessoas reais. Aproximem-se! Aproximem-se! Sejam bem-vindos ao Circo dos Amores.
Vêri e Tomás se conheceram ainda jovens. Ela um botão de rosa e ele, um homem em busca de redenção. Um dia, em um karaokê qualquer, os dois dividiram o palco. Ela era alegria e ritmo, enquanto o homem era rigidez e vergonha. Vêri o tirou para dançar e Tomás a quis conduzir por uma vida inteira. Entre as linhas miúdas moram os grandes poetas. É necessário paixão para achá-los ali. É vital ter amor para compreendê-los.
O amor tem de ser brega. Ou pelo menos deveria de ser, como nas poesias, nos filmes, o amor é de fato lindo, generoso e puro, mas somente o amor real, o amor clamado. Não o amor de contos de fadas, mas, o amor que ensina, e que aprende também, afinal, aprendemos algo todos os dias e amar é uma delas, aprendemos a amar e deveríamos amar o amor.
Uma pequena coletânea de poemas sobre solidão, tempo, memória e fantasia. Para ler em poucos minutos ou enquanto o cigarro ainda está aceso.





