loop artificial
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Sinopse

loop artificial é um poema sobre mariposas, ciência, física e os amores artificiais que nos atraem, confundem e nos fazem perder o rumo. Tal qual mariposas perdidas na noite
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"Take me out tonight because I want to see people and I want to see life..." - The Smiths - There is a light that never goes out

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loop artificial

167 palavras•~1 min

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Sofia sentiu-se azarada quando a pandemia destruiu seus planos, e descobriu da pior maneira possível que o ditado "sorte no jogo e azar no amor" era mentira, ela podia ter azar em ambos. Sozinha em outro país durante uma pandemia e passando por um término, ela busca em Frida Kahlo as respostas que tanto precisa.

No dia de seu décimo oitavo aniversário, Théo recebe um envelope misterioso contendo uma fotografia que não deveria existir. Nela, ele aparece ao lado de pessoas que não reconhece e de quem não guarda nenhuma lembrança. Intrigado com a imagem e determinado a descobrir quando e onde aquela foto foi tirada, Théo segue as poucas pistas que possui até Bardo, uma pequena cidade do interior de São Paulo cercada por histórias estranhas e segredos que parecem ter sido esquecidos pelo tempo. Mas, quanto mais ele procura respostas, mais percebe que aquela fotografia pode estar ligada ao seu próprio passado. E talvez algumas verdades tenham sido escondidas dele por muito mais tempo do que imaginava.

Casar-se com Alexander Ashford, o implacável e gélido herdeiro de um império de segurança privada, foi a sentença de morte para a alma de Ayla. Durante dois anos, ela viveu em uma gaiola de ouro e mármore, sendo tratada como um troféu intocável por um marido que repudiava o seu toque e ignorava a sua existência. O casamento deles era um deserto de gelo... até a noite do acidente. O carro de Alexander despenca de um penhasco na rodovia. Por seis dias, o magnata fica desaparecido, até ser encontrado vagando sem rumo, com o rosto bastante machucado por cortes profundos e uma aparente amnésia traumática. Quando ele retorna para a mansão, tudo parece milimetricamente igual, mas o aroma de sândalo deu lugar ao cheiro de chuva, terra úmida e perigo.