Sinopse
Escrito por
Ver perfilUm link vale mais que mil palavras: www.facebook.com/BananaMaster
Recomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
Bem-vindo
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
31 de outubro de 2017
Última Atualização
31 de outubro de 2017
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
3104
+16•3.800 palavras•Histórias originais•Ação•Aventura•Comédia•Ficção Científica•Mistério•Romance•Amizade
Espíritos de Call'aha
+14•4.911 palavras•Histórias originais•Ação•Aventura•Fantasia•Romance•Shounen-ai•Amizade
Quando fomos felizes
+16•1.400 palavras•Until Dawn•Comédia•Yaoi•Amizade
Dr. Hill está sempre certo
+14•1.018 palavras•Until Dawn•Drama•Ficção Científica•Terror•Tragédia•Darkfic•Horror•Amizade
Headphone Actor
L•578 palavras•Kagerou Project•Ficção Científica•Fantasia•Tragédia•Universo Alternativo
Mais como esta
O ano é 3104. Um grupo de heróis surge para confrontar preconteito contra androides e revolucionar o sistema opressor enquanto lida com batalha emocionantes, perdas trágicas, amores descobertos, plot twists e PAU NO CU DO PAZ E AMOR. Junte-se a Ernesto, Nephilim e cia nesta história cyberpunk com putas críticas sociais f***s.
Neris, uma abissal cuja alma foi tomada; Aman, um elfo com uma ideia que revolucionará o mundo; Eldwin, um humano tentando superar seu passado e Beuranie, uma minotaura incompreendida por sua própria raça. Em meio a lutas perigosas, magias desconhecidas, revoltas e perdas, o grupo de heróis tentará salvar os 7 Espíritos e o mundo de Call'aha de uma nova ameaça que está por surgir.
Em Santa Amélia, a última viagem da linha 86 atravessa a fronteira entre o mundo conhecido e as existências que, por alguma razão, ficaram à margem dele. Há dezessete anos, Marta Amaral conduz esse percurso, convivendo com passageiros para quem o tempo, a morte e a própria realidade parecem obedecer a regras particulares. Os passageiros que nunca desceram explora a memória, o luto, a maternidade e o desejo de recuperar aquilo que a vida nos retirou. Em um universo onde possibilidades abandonadas continuam existindo, o conto investiga os limites do pertencimento, as consequências de nossas escolhas e a difícil convivência entre o amor e a perda. Entre o absurdo, melancolia e horror sobrenatural, a narrativa encontra nas pequenas intimidades cotidianas algumas das questões mais inquietantes da existência humana.
Ele se lembra de tudo. Da mãe, dos dias com Clara, das coisas que disse e das que deixou passar. Mas lembrar já não parece suficiente. Entre objetos guardados e uma carta inesperada, ele procura algo que ainda seja capaz de fazer diferença.
Coletânea de textos/anotações/poesias, sem conexões entre si, sem pretensão de ser algo de fato impressionante. Todos escritos entre 2015 e 2019. Com muitor amor. Na verdade, não. Não contém muito amor aqui, só magoas de forma predominante.
Eu sinto da liberdade que não me têm sempre que olho para ele. Ele é meu último pedaço de liberdade, nele eu posso me encontrar. Ele tem a versão mais nua da minha alma na palma de suas mãos.





