Você quer brincar comigo?
Claire ThousandsVocê quer brincar comigo?
Claire ThousandsSinopse
Escrito por
Ver perfilRecomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
Você quer brincar comigo?
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
24 de dezembro de 2014
Última Atualização
24 de dezembro de 2014
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Tenha bons sonhos, se puder... - vol. 1
+16•3.600 palavras•Histórias originais•Horror
Creepypasta: Howldummy
+14•882 palavras•Histórias originais•Horror
Creepypasta: Silent Hill
+14•742 palavras•Silent Hill•Horror
Carpe Diem
L•423 palavras•Histórias originais•Drama
Creepypasta: Transformice
+14•990 palavras•Transformice•Terror
Mais como esta
Esse livro terá uma coletânea de contos de horror de minha autoria, que eu pretendo publicar. Mas antes disso, gostaria de avaliar se os contos serão bem aceitos pelo público. Por isso, em fase de testes, deixarei os contos temporariamente disponíveis no Niah! Fanfiction.
Um filme para o público infantil criado na década de 50 foi o responsável pelo surgimento de uma terrível maldição. Conheça a macabra história de Howldummy.
O verão de 1989 prometia ser o mais um entre tantos. Seis amigos, prestes a deixar a escola para trás, decidem escapar da rotina e das despedidas agridoce com uma viagem improvisada. O destino: uma cabana isolada, cedida pelo tio de Adam, escondida nas profundezas da floresta de Blackwood Hills. Um lugar perfeito para beber, rir e aproveitar a juventude, longe de tudo e de todos. O isolamento parece um paraíso. A van velha de Noah cruza a estrada de terra, o lago reflete a luz do sol poente, e a promessa de dias tranquilos os recebe. Mas a floresta de Blackwood não é apenas um cenário silencioso. Ela é antiga, ciumenta, e tem suas próprias regras.
Durante anos, Lídia Sampaio considerou os cães da rua dos Jacarandás um atentado à convivência civilizada. Por isso, quando uma manhã amanhece sem um único latido, sua primeira reação é agradecer. A gratidão, entretanto, dura pouco. Em Vila Olaria, animais começam a desaparecer, marcas inexplicáveis surgem nas paredes e certas casas passam a abrigar espaços que jamais deveriam existir. Enquanto os moradores procuram explicações suficientemente razoáveis para continuar suas rotinas, Lídia descobre que há inconveniências muito piores do que uma vizinhança barulhenta. Entre o horror sobrenatural, o absurdo cotidiano e a melancolia das pequenas ausências, o conto investiga aquilo que aprendemos a ignorar, sobretudo quando seus avisos se confundem com os ruídos habituais da vida.
Em Santa Amélia, a última viagem da linha 86 atravessa a fronteira entre o mundo conhecido e as existências que, por alguma razão, ficaram à margem dele. Há dezessete anos, Marta Amaral conduz esse percurso, convivendo com passageiros para quem o tempo, a morte e a própria realidade parecem obedecer a regras particulares. Os passageiros que nunca desceram explora a memória, o luto, a maternidade e o desejo de recuperar aquilo que a vida nos retirou. Em um universo onde possibilidades abandonadas continuam existindo, o conto investiga os limites do pertencimento, as consequências de nossas escolhas e a difícil convivência entre o amor e a perda. Entre o absurdo, melancolia e horror sobrenatural, a narrativa encontra nas pequenas intimidades cotidianas algumas das questões mais inquietantes da existência humana.
O livro conta a história de uma criatura mística, totalmente voraz, forte e ágil, criada por uma bruxa (sua mãe). Pois naquela época, 1960, atos de bruxaria eram castigados de forma cruel e severa. Nisso, ela cria esse monstro para acabar com aqueles que caçam às bruxas...




