JUNKO: O Jogo Maldito
JUNKO: O Jogo Maldito

JUNKO: O Jogo Maldito

Sinopse

Você é corajoso? Não tem medo de nada? Duvido muito. Ah, ficou com raiva, foi? Coitadinho... Pobre gatinho medroso! Agora quer provar que tem coragem? Então tenho um desafio para você. Mas somente as pessoas com sangue frio podem participar. Está disposto a se arriscar? Sim? Comecemos. Bem-vindo ao Junko, o jogo mais incrível já criado em todas as eras. Escolha sua peça, coloque o dedo no templo no centro do tabuleiro e faça o juramento. Mas, lembre-se, se o juramento for feito você não poderá voltar atrás e terá que jogar até o final. Será você o novo vencedor ou um dos trilhões de fracassados presos para sempre no Mundo dos Ossos? Acho que falei demais. Vamos logo ao que interessa. Bem-vindo ao Junko, O Jogo Maldito!
16+História Concluída~53min de leitura

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Total: 10,545 palavras
01

Prólogo

350 palavras•~2 min
02

Gabriella Muniz

412 palavras•~3 min
03

Sophia Mamede e Victor Hugo Silva

333 palavras•~2 min
04

Gabriel Costa e Gustavo Fernandes

438 palavras•~3 min
05

O Trabalho de Química - Parte 01

498 palavras•~3 min
06

O Jogo Misterioso

295 palavras•~2 min
07

Muito mais que uma amizade

214 palavras•~2 min
08

O Trabalho de Química - Parte 02

247 palavras•~2 min
09

Como NÃO se deve fazer um trabalho

416 palavras•~3 min
10

Que comece o jogo!

836 palavras•~5 min
11

O Desafio da Forca

460 palavras•~3 min
12

A Visão de Sophia

275 palavras•~2 min
13

O quebra-cabeças da amizade

858 palavras•~5 min
14

Confissões

495 palavras•~3 min
15

Itadakimasu!

675 palavras•~4 min
16

Adeus, amigo

184 palavras•~1 min
17

Verdade ou Morte

644 palavras•~4 min
18

A Volta das Abelhas

202 palavras•~2 min
19

Desculpas

430 palavras•~3 min
20

O Desafio das Feras

623 palavras•~4 min
21

Junko

657 palavras•~4 min
22

O Fim

739 palavras•~4 min
23

EXTRA: O que aconteceu com o Junko?

264 palavras•~2 min

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Mais como esta

Após o ataque dos reptilianos, as primas Ana Carolina e Rafaela saem pelo Brasil em busca de como salvar os membros de sua família e acabar com o Projeto Genesis, que pretende destruir a raça humana com um exercito de mutantes. No meio dessa história enfrentam criaturas que teoricamente só existiriam no mundo imaginário, exorcizam espíritos e protegem o país das forças do mal.

16+1.1hSuspense

Clara dá aulas de português para estrangeiros e faz magia desde pequena. Joana só sabe da primeira parte. Até aparecer para um café dizendo que visitou a escola onde a amiga trabalha, numa cidade que não aparece no mapa. A primeira pista está num material didático: alguém está ensinando pessoas comuns a encontrar lugares mágicos sem explicar o que vão descobrir. Os percursos levam a uma biblioteca fechada, documentos alterados e moradores que não querem ver suas casas transformadas em cenário de exercício. Com a confiança da amiga abalada, Clara precisa descobrir quem está distribuindo aquelas instruções e por quê. E explicar há quanto tempo vinha deixando Joana do lado de fora.

Um estudante de fotografia abre uma caixa de metal esquecida no fundo do armário do avô. Lá dentro: negativos antigos, cadernos que o avô nunca deixou ninguém ler, uma partitura dedicada a alguém que ninguém da família conhece e um gorrinho vermelho que, depois de treze anos guardado, ainda está morno. O avô não pode mais viajar. As respostas ficaram no Norte, numa vila que talvez nem exista mais. Então o neto vai no lugar dele, em pleno Círio de Nazaré, com uma câmera, um melhor amigo que se recusa a ficar em casa e a impressão de que algumas fotos guardam mais do que mostram. Doze fotos. Onze lugares vazios. E o que ficou de fora do quadro.

Lobo e Ethan estavam a caminho de estudar o pilar no qual foi feito o selo insidioso quando o mago teve uma epifania e mandou Lobo voltar no tempo antes dele. O druida seguiu o conselho do amigo, mas, diferente do que esperava, não voltou para um ponto do seu passado: chegou a um lugar completamente novo, onde o aguardava uma figura ao mesmo tempo familiar e desconhecida.

Durante anos, Lídia Sampaio considerou os cães da rua dos Jacarandás um atentado à convivência civilizada. Por isso, quando uma manhã amanhece sem um único latido, sua primeira reação é agradecer. A gratidão, entretanto, dura pouco. Em Vila Olaria, animais começam a desaparecer, marcas inexplicáveis surgem nas paredes e certas casas passam a abrigar espaços que jamais deveriam existir. Enquanto os moradores procuram explicações suficientemente razoáveis para continuar suas rotinas, Lídia descobre que há inconveniências muito piores do que uma vizinhança barulhenta. Entre o horror sobrenatural, o absurdo cotidiano e a melancolia das pequenas ausências, o conto investiga aquilo que aprendemos a ignorar, sobretudo quando seus avisos se confundem com os ruídos habituais da vida.