Chá com Anjos
Chá com Anjos

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Sinopse

Ser deficiente visual não és uma fraqueza, nem uma opção. Eu apenas nasci assim, mas sou uma pessoa como qualquer outra. Também tenho sentimentos e opiniões, sejas na política e até mesmo no amor. Perder um defeito, ou uma deficiência, ou uma negação, sempre és perder. Por mais que sejas dolorido e difícil ter uma deficiência, a própria pessoa és quem vais definir o teu nível de satisfação com o mundo que a cerca... E és isto que irei contar aqui, para tu, apenas tu, no meu "diário". Meu nome? Esperança.
LEm Andamento~2min de leitura

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Aspirante a escritora, apaixonada por música, gatos, filmes, livros, palavras. Sou do tipo de garota que tem o hábito de imagi...

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DIA I - O Começo de Tudo

388 palavras•~2 min

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Não sei exatamente em que momento saí da fase adormecida... Só sei que não importam todos os rabiscos que já fizemos nem todos os papéis amassados na lixeira, porque todo texto bom de ser lido antes foi rascunho. E, por mais belo que seja, é natural que, ao relê-lo, percebamos uma palavra para ser acrescentada, trocada, excluída. A ausência de uma vírgula. A necessidade de um ponto. Uma interrogação que surge de repente... Viver é refazer o próprio texto muitas, incontáveis, vezes. Só sei que comecei a lembrar de onde é o céu e a perceber que o inferno é onde a gente mora quando tudo esta adormecido. Estou saindo dos meus desertos. E a olhar, ainda que timidamente, para todas as miragens, sem tanto desprezo, entendendo que havia um motivo para que elas estivessem exatamente onde as coloquei. Nenhum livro, nenhum sábio, nada poderia me ensinar o que cada uma me trouxe e o que, com o passar do tempo, continuo aprendendo com elas. Dizem que só é possível entendermos alguns pedaços da vida olhando para eles em retrospectiva. Acho que é verdade.... Sei também que comecei a compreender o respeito e a reverência que a experiência humana merece. A me dar conta de coisas boas que passaram despercebidas durante um sono inteiro. E a lembrar do que estou fazendo aqui. Ainda que eu não faça. Ainda que na fase adormecida permiti que o dia a dia me atrapalha-se. Ainda que, de vez em quando, finja continuar dormindo. Mas não tenho mais tanta pressa. Comecei a aprender a ser mais gentil com o meu passo. Afinal, não há lugar algum para chegar além de mim. Eu sou a viajante e a viagem. Sei que tudo começou a ganhar uma Nova Vida, no fundo, eu já conhecia, mas havia esquecido como era. Comecei a despertar da fase adormecida que, com suas mãos feitas de medo e neblina, fez minha alma calar. E foi então que comecei a ouvir o canto de força e ternura que a vida tem.

Kimura Aiko sabe muito bem o escândalo que corteja quando tenta seduzir o notório Toshiyuki, de fato ela conta com o escândalo para poder escapar do sádico controle de seu irmão adotivo. Infelizmente, os melhores instintos de Lorde Matsumoto Toshiyuki prevalecem... embora não antes de mostrar a Aiko um gosto totalizante do que ela está perdendo. E quando surge a oportunidade de resgatar Matsumoto de um destino amargo enquanto muda o próprio, Aiko sabe que deve aproveitá-la. Toshiyuki sabe que não pode ignorar a mulher Kimura mais do que seu ancestral pode resistir a mulher sedutora que amaldiçoou os homens Matsumoto com a horrenda transformação que ocorre com a aparição da lua cheia, e é desencadeada pelo amor. Agora, para salvar a reputação da mulher e sua própria liberdade ele deve se casar com Aiko. Mas jura que embora eles possam compartilhar os prazeres da cama marital, ela nunca terá seu coração... Mas conforme eventos estranhos e misteriosos os aproximam de corpo e alma, Matsumoto acha enormemente difícil manter seus sentimentos pela jovem trancados. Especialmente quando a realidade do insaciável desejo e certo perigo queima cada vez mais forte do que nunca pela luz da lua cheia...

Corações em busca de harmonia fomentam dentro de si uma perpétua dissonância. Ela faz tinta com a terra seca do quintal; ele dá nome a tudo o que se bebe e jura que água e vinho, juntos, são uma mistura intragável. Anos depois da tarde em que a chuva não veio, a mesma tempestade alcança os dois em lugares diferentes. Talvez seja tarde para voltar. Talvez nunca tenha sido sobre vinho.

Cresci sendo muito fã da trilogia A Seleção da Kiera Cass, e esse meu livro de contos, (coletâneas ou o que quer que você chame) foi inspirado por Felizes Para Sempre. A execução vai ser diferente porque eu não tenho a criatividade e a maestria da Kiera. Mas vou me esforçar. É isso. Um beijo a todos os (cinco) costarenhos de carteirinha que gostam das loucuras que eu escrevo e que escolheram me acompanhar. Esse livro (por enquanto não lançado oficialmente) é um presente pra vocês que ficaram com um gostinho (esquisitíssimo) de quero mais depois de ler Anything But Ordinary.

Aurora tinha vinte e sete anos, uma carreira em construção, cinco melhores amigas espalhadas pelo mundo e uma habilidade impressionante para fingir que sabia exatamente o que estava fazendo da própria vida. Brasileira e arquiteta, vivia em Roma entre projetos internacionais, apartamentos alugados, saudades do Brasil e a constante dúvida sobre qual seria seu próximo destino. Emma, por outro lado, tinha uma vida estável na Itália e nenhuma intenção de complicá-la. Até que, numa quinta-feira de outubro, encontrou uma cadeira vazia ao lado de uma brasileira que parecia incapaz de levar qualquer coisa muito a sério. Uma pergunta sobre zebras. Dois spritz. Algumas provocações. E uma história que nenhuma das duas estava procurando. Entre ruas italianas, aeroportos, amizades de infância, famílias separadas por oceanos e escolhas que nem sempre têm respostas certas, Aurora e Emma descobrirão que amar alguém pode ser muito mais complicado do que se apaixonar. Porque algumas pessoas aparecem para ficar. Outras nos ensinam a partir. E existem aquelas que mudam completamente o significado de voltar para casa.