



Antonietta - A Revolução
Sinopse
Escrito por
Ver perfilAmante da leitura e da escrita. Encantadoramente perdida entre as dimensões da escrita e apaixonada em ser uma leitora que percorre vários...
Recomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
Capítulo 1
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
27 de dezembro de 2019
Última Atualização
27 de dezembro de 2019
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Antonietta - Vermelha
L•694 palavras•Histórias originais•Drama•Mistério•Suspense
Nikella - A Sua Maneira
+16•2.455 palavras•Saga Crepúsculo•The Originals•Ação•Drama•Romance•Amizade
Fique
L•4.885 palavras•Saga Crepúsculo•Aventura•Romance•Amizade
Para Sempre
+16•1.412 palavras•Saga Crepúsculo•Romance•Amizade
Fora da Direção
L•1.402 palavras•Histórias originais•Drama•Romance•Amizade
Mais como esta
Depois de muitos testes, ele começou a me chamar de ‘A Revolução’. Alguns médicos após isso começaram a me tratar bem, no entanto, outros demonstravam ainda mais medo.
Laura e eu, bem, nos tornamos super próximos e vivíamos estudando juntos, ela até me incluiu no grupo que era Matt, Jess e ela, éramos quase um quarteto fantástico. Coisa de doido. Me contou o porquê de sua amizade com os diretores suplentes ser tão forte, e ai entendi, Laura era uma garota extremamente forte, sempre mantinha o sorriso no rosto, apesar de tudo que todos sempre faziam contra ela. Acho que estava me apaixonando.
Nicolas sempre foi uma criança difícil de acompanhar. Aos cinco anos, tem energia de sobra, um apetite que parece não ter fim e uma coleção de perguntas que sua mãe nem sempre sabe responder. Ultimamente, porém, algumas coisas começaram a preocupar Jaqueline. O filho reclama de dores que ninguém consegue explicar, passa noites inquietas e apresenta comportamentos cada vez mais difíceis de compreender. Entre consultas, exames e recomendações médicas, ela tenta encontrar uma explicação. Quando um incidente em uma aula deixa outra criança gravemente ferida, Jaqueline começa a temer que esteja deixando passar alguma coisa importante. Ela só não imagina o quanto está certa.
Clara dá aulas de português para estrangeiros e faz magia desde pequena. Joana só sabe da primeira parte. Até aparecer para um café dizendo que visitou a escola onde a amiga trabalha, numa cidade que não aparece no mapa. A primeira pista está num material didático: alguém está ensinando pessoas comuns a encontrar lugares mágicos sem explicar o que vão descobrir. Os percursos levam a uma biblioteca fechada, documentos alterados e moradores que não querem ver suas casas transformadas em cenário de exercício. Com a confiança da amiga abalada, Clara precisa descobrir quem está distribuindo aquelas instruções e por quê. E explicar há quanto tempo vinha deixando Joana do lado de fora.
Um estudante de fotografia abre uma caixa de metal esquecida no fundo do armário do avô. Lá dentro: negativos antigos, cadernos que o avô nunca deixou ninguém ler, uma partitura dedicada a alguém que ninguém da família conhece e um gorrinho vermelho que, depois de treze anos guardado, ainda está morno. O avô não pode mais viajar. As respostas ficaram no Norte, numa vila que talvez nem exista mais. Então o neto vai no lugar dele, em pleno Círio de Nazaré, com uma câmera, um melhor amigo que se recusa a ficar em casa e a impressão de que algumas fotos guardam mais do que mostram. Doze fotos. Onze lugares vazios. E o que ficou de fora do quadro.
Durante anos, Lídia Sampaio considerou os cães da rua dos Jacarandás um atentado à convivência civilizada. Por isso, quando uma manhã amanhece sem um único latido, sua primeira reação é agradecer. A gratidão, entretanto, dura pouco. Em Vila Olaria, animais começam a desaparecer, marcas inexplicáveis surgem nas paredes e certas casas passam a abrigar espaços que jamais deveriam existir. Enquanto os moradores procuram explicações suficientemente razoáveis para continuar suas rotinas, Lídia descobre que há inconveniências muito piores do que uma vizinhança barulhenta. Entre o horror sobrenatural, o absurdo cotidiano e a melancolia das pequenas ausências, o conto investiga aquilo que aprendemos a ignorar, sobretudo quando seus avisos se confundem com os ruídos habituais da vida.






