Fault of Boys- Bray

1 ... ela vira uma Chama Completa.


Notas iniciais
[ Mesmo sendo uma série, essa história pode ser lida a parte e, ainda assim, ser entendida. ] Playlist: ♥ Fire meet gasoline- Sia There's two of us We're bristling with desire The pleasure's pain and fire Burn me So come on I'll take you on, take you on I ache for love ache for us Why don't you come Don't you come a little closer So come on now Strike the match, strike the match now We're a perfect match, perfect somehow We were meant for one another Come a little closer Flame you came to me Fire meet gasoline Fire meet gasoline I'm burning alive

[...antes]

O hotel era na esquina do bar em Rainbow Ville, mas pareceu que uma vida tinha se passado quando enfim atravessamos suas portas meio decadentes do ‘Holly Days Hotel’. Eu estava mais que agradecido que eu tinha feito check-in antes de resolver ir para o bar.

Jess e eu tomamos mais algumas doses e dançamos mais algumas músicas, até que o desejo superou nossas expectativas de beber até o esquecimento. Eu tinha certeza que não estava bêbado, e se eu não estava, Jess com um inferno de certeza não estaria. E isso é que não fazia nenhuma merda de sentido. Essa atração, esse fogo que surgia quando ela me tocava. Se eu fosse honesto comigo mesmo diria que até a maneira como ela olhou para mim, me afetou pra caralho.

Estávamos quase transando no meio da pista de dança.

Essa atração, de onde vinha? Onde ela tinha estado todos esses anos? Eu questionava silenciosamente.

Jess me fez sentir ensandecido de desejo, de uma forma que eu não posso dizer que alguém já tenha feito, nem mesmo Nox em toda sua glória. Eu estava ficando louco para tê-la.

E, porra, Jess não estava nem mesmo tentando com afinco.

Porque eu não poderia ter reparado nisso antes? Na forma espetacular como ela me fazia sentir... Oh, sim. Porque eu gastei anos desejando o que meu irmão tinha, e me esqueci de olhar ao meu redor. Teria feito da minha vida um lugar melhor do que está agora. Jess esteve lá o tempo todo, eu apenas não podia tirar minha cabeça do bunda tempo o suficiente para ver isso. E, porra, agora que eu via, certo como merda, que eu não ia deixar ir.

Eu tive que manter minhas mãos em punhos enquanto subíamos os três lances de escada do lobby até o meu quarto, do contrário eu estaria empurrando seu pequeno corpo delicioso na primeira esquina escura e a tomando ali mesmo.

E, quando eu finalmente destranquei a porta para o quarto que eu tinha alugado, não perdi tempo em puxar Jess para dentro, trancando a porta em seguida. Então eu a empurrei na primeira parede vazia que eu vi. Eu não disse nada, nem ela. Não havia porquê. Eu vi nos olhos de Jess o mesmo tesão que eu tinha certeza que estava descrito por todo meu rosto. Assim como a necessidade, a fome e o desejo.

E eu a desejei, como nunca desejei nada na vida.

Eu empurrei minha boca na sua em um beijo faminto. As mãos de Jess foram para o meu cabelo, enfiando seus dedos por ele e me puxando para mais perto. Eu gemi, ou rugi, não tenho certeza.

— Porra, Jess. — Rosnei, empurrando uma das minhas pernas entre as dela, como fiz no bar, mas agora da maneira como eu vinha imaginado. Eu passei minhas mãos em suas coxas nuas, agradecendo ao gênio que fez esta saia. — Abras as pernas para mim, princesa. — Pedi, e ela fez, ficando quase sentada na minha perna e encostada contra a parede. Então eu empurrei todo o caminho até sua bunda, e apertei amando sentir o volume da carne em minhas mãos e seu gemido simultâneo contra minha boca.

Sua saia agora estava em volta da cintura, deixando sua pequena tanga azul a vista dos meus olhos. Eu passei um dedo na frente de sua boceta coberta pelo infame triangulo azul, e pude sentir a umidade. — Caralho, você já está tão molhada para mim, Jess... — admirei-a em voz rouca sem tirar meus olhos de onde seu desejo fazia uma manchinha no cetim de sua calcinha.

— Parece que você dá conta afinal, Henley. — Jess falou tentando soar insinuante, mas falhando. Sua voz saiu ofegante pra caralho. Eu sorri, como se tivesse ganhado na loteria, quando puxei sua calcinha de lado e acariciei as dobras de sua boceta nua, sendo recompensado por um engasgo abafado.

Porra, sim, baby. — Sussurrei quando acariciei lentamente os lábios de sua vagina, e então circulei meu dedo médio em sua entrada. — Vamos ver se você aguenta agora.

Caralho... — ela gemeu quando enfiei um dedo em seu paraíso apertado, e então outro, sem perder tempo. — Oh, Bray... — Ela ofegava. E, quando eu enfiei o terceiro, ela finalmente gritou. Sua boceta resistiu a invasão dos meus dedos, e eu sabia, naquele momento, que ela não aguentaria muito mais tempo. Suas mãos apertavam meus ombros, como se tentando se firmar, as unhas cravadas no meu ombro. Eu tinha certeza que ela deixaria marcas em mim, mesmo que eu ainda estivesse com a minha camisa, mas eu sequer me importei com isso. Apenas continuei a fode-la lentamente com os dedos, como uma provocação. Eu queria ver quanto tempo de tortura lenta ela aguentaria antes de começar a implorar para gozar.

— Mais rápido... — Ela ofegou.

— Vamos lá, princesa, implore. — Eu demandei com um sorriso.

Oh, pelo amor de Deus... — Ela falou as palavras, que em nada soaram como implorar. Foi mais como se ela achasse absurdo o que eu pedia. Eu sorri largamente para a ousadia insistente da mulher na minha frente, quando empurrei profundamente os meus dedos dentro dela. — Bray! — Ela gritou, a porra do meu nome, uma e outra vez enquanto eu aumentava o ritmo dos meus dedos, dando a ela o que ela precisava.

— Porra, princesa, sua boceta está tão escorregadia pra caralho! — Elogiei.

Aí estava a coisa sobre Jess. Ela gostava disso. Ela gostava de ouvir minhas reações ao seu corpo, e de ouvir quão fodidamente perfeita ela parecia com meus dedos em sua deliciosa boceta. Ela gostava dos meus elogios sujos, e eu os dei para ela, por que a excitava.

De repente, Jess jogou sua cabeça para trás, sua boca se abrindo em um pequeno O. Eu senti as paredes se sua vagina se apertarem em meus dedos, quase me fazendo perder a cabeça desejando que fosse meu pau dentro dela. Oh, caralho, eu precisava sentir ela vir na minha mão, para que, em seguida, eu pudesse fazer ela vir quando eu estivesse dentro dela até as bolas. — Goze para mim, Jess. — Rosnei em seu ouvido, querendo tanto ou até mais que ela. E porra, se ela não fez. Como se apenas estivesse esperando eu mandar.

Ela parecia linda pra cacete quando veio na minha mão.

Eu a segurei enquanto todo seu corpo tremia e se contorcia em seu ápice. Não acho que já estive tão ligado em toda minha vida, quanto nesse momento, assistindo Jess desmoronar envolta dos meus dedos, com seu creme doce escorrendo pela minha mão. Meu pau estava tão duro que eu temia que ele fosse estourar as costuras do meu jeans.

Eu tirei os meus dedos de dentro dela, e levei-os na minha boca, para que eu pudesse sentir sua doçura na minha língua. Eu gemi, instantaneamente. Muito fodidamente bom demais. Eu queria apenas cair de joelhos e prova-la até que ela me desse mais do mesmo, mas eu fui impedido quando ela voltou a terra, do seu orgasmo, ostentando uma expressão satisfeita.

Ela olhou para mim, e, antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa, ela sorriu, completamente provocante. — Minha vez de te enlouquecer, Bray Henley. — Declarou.

Eu estava suando frio em antecipação, quando sorri de volta para ela e respondi: — Eu mal posso esperar um maldito segundo sequer, baby.

Jess olhou para o meu peito, e então apontou para minha camisa.

— Tire.

Não foi a porra de um pedido. Era uma demanda, e eu estava mais que feliz em obedecer.

— Meu prazer, princesa. Meu fodido prazer!

Jess sorriu lenta e preguiçosamente quando eu puxei minha camisa pela cabeça e joguei em algum lugar. Ela olhou de forma apreciativa para o meu estomago, antes de resmungar: — Nada mal, Henley.

— Que maravilha receber o selo de aprovação real... — Eu pisquei para ela divertido e excitado, puxando-a novamente contra mim e encontrando sua boca com uma maldita fome desesperadora.

A mão de Jess subiu pelo meu estomago e até meu peito em uma carícia e então ela desceu de volta com as unhas arrastando levemente em minha pele, de uma maneira que me teve suspirando — Porra, Jess...

A garota, com certeza, sabia o que estava fazendo e sabia que iria me enlouquecer. Suas mãos desceram lentamente até a borda da minha calça jeans, e ela acariciou meu pau coberto. Eu estava gemendo antes mesmo de ela começar a desatar o meu cinto. E, quando ela, finalmente, abriu a maldita calça e enfiou a mão na minha cueca, me puxando para fora, eu rosnei em sua boca.

Então, com a destreza que apenas uma mulher tinha, ela bombeou meu pau, e eu pude sentir seu sorriso satisfeito contra meus lábios. A porra da garota sabia o quanto estava me excitando, sim, porra, ela sabia. E ela fodidamente adorava.

Sua boca deixou a minha, dando uma última mordiscada leve no meu lábio inferior, antes de ela se afastar para encarar meus olhos. De onde ela não desviou o olhar enquanto se abaixava lentamente, deixando uma trilha de beijos molhados no meu peito, até que sua boca estava tão próxima do meu pau que eu podia sentir sua respiração quente.

Oh, Bom Senhor! Misericórdia, porra.

Ela não desviou o olhar do meu um segundo quando colocou a língua rosa para fora e lambeu a cabeça inchada do meu pênis.

— Jess! — Eu rugi seu nome com uma voz tão grossa de desejo que eu quase não reconheci.

Ela sorriu como o maldito gato Cheshire, antes de me sugar por inteiro em sua boca safada. Minha mão se prendeu em seu cabelo enquanto ela me deixava alucinado, enquanto ela chupava tanto de mim quanto conseguia colocar em sua boca, com sua mão acariciando onde ela não poderia alcançar. Quando ela sugou minhas bolas gentilmente e então lambeu todo o meu comprimento antes de abocanha-lo de volta.

Eu ia gozar na porra da sua boca esperta se ela não parasse. Minha mandíbula estava tão apertada que eu tive medo de quebrar alguns dentes, então eu a puxei para cima. Eu estava no céu e no inferno quando meu pau deixou sua boca com um estalo molhado. Pop.

— Eu queria fazer você gozar — ela protestou de imediato.

Passei um dedo em seu lábio inferior, a essa altura, inchado dos meus beijos e do meu pau. Porra. — Acredite, princesa, eu vou gozar. Mas quando eu estiver profundamente enterrado em sua boceta apertada.

Bem, e o que estamos esperando? — Questionou impaciente, puxando sua camisa para cima e fora do seu corpo. Em seguida seu sutiã, calcinha e a saia. Eu apenas parei e observei o espetáculo. O corpo de Jess era magro, mas tinha curvas que me faziam doer por toca-las. Quadris e coxas largas, com uma cintura fina, e um incrível par de seios. Sua pele era cremosa e bronzeada, e seus mamilos do mais perfeito tom de rosa escuro. Deliciosos.

Seus seios sacudiram quando ela se levantou após se livrar da saia, e eu não pude evitar em me aproximar e puxar um mamilo apertado e tentador em minha boca. Suas mãos foram parar no meu pescoço, para me manter lá. Mas eu não estava indo a lugar nenhum. Eu lambi, chupei e beijei os mamilos excitados dela até que ela estava gemendo e se contorcendo novamente.

Então eu a peguei no colo, colocando suas pernas ao redor do meu quadril e segurando em sua bunda para firma-la quando a levei para a cama. Depositei seu corpo nu na beirada do colchão e me afastei com um beijo.

Foi a vez dela de observar enquanto eu me despia, e Jess me comeu com um olhar apreciativo do caralho. Até que voltei para a cama lutando com a embalagem da camisinha. Eu estava tão excitado que não conseguia nem pensar direito, muito menos me concentrar e abrir a maldita coisa. Jess o tomou da minha mão quando eu me aproximei, então ela rasgou a embalagem com os dentes e rolou por todo o caminho no meu pau, que se agitou com seu toque.

Não esperei mais um único momento antes de puxar seus quadris e me afundar nela, ali mesmo, na beirada da cama. Nos dois gememos com o quão bom foi quando eu me movi em estocadas dentro dela.

E a cada vez que eu metia a porra do meu pau nela, eu queria mais. Mais rápido, mais fundo...

Isso é tão bom... Porra! Mais forte, Bray!— Jess ofegou, gemeu e então verbalizou meus exatos pensamentos.

Eu saí completamente dela, puxando seu corpo para fora da cama, e a virei de bruços até que sua bunda estava levantada ar. Coloquei suas pernas afastadas no chão e levantei uma até o joelho estar apoiado no colchão. Então me afundei nela de volta, por trás. Tão malditamente fundo. Dando o que nós dois queríamos.

Sim! — Jess gritou em represália.

Não demorou muito tempo para estarmos quentes como o inferno, suados e ofegantes, e eu estar quase me deixando ir.

— Porra, baby, sua boceta está me apertando da forma mais gotosa. — Falei com a mandíbula trincada. Ela teria que gozar logo, pois eu estava me perdendo. Soltando uma das minhas mãos de seu quadril, onde eu estava segurando, levei-a para a frente do seu corpo, encontrei seu clitóris e o acariciei, sendo imediatamente recompensado pelos gemidos e gritinhos dela. Ela estava quase lá.

— Vamos lá, Jess, baby. Goze no meu pau.

Sua boceta contraiu me apertando e ela estava gozando dentro de trinta segundos. Minha estocadas se intensificaram. Nossos corpos batiam um no outro e o som de pele contra pele era quase ensurdecedor.

E então, com um último impulso, eu gozei. Tão forte que abalou meu mundo.

. ♥ .

FAULT BOYS- EPISÓDIO 2- CAGE

Quando foi a última vez em que eu me senti possessivo com uma garota? foda-se, nunca. Este era todo o maldito problema.
Eu sentia mais por essa garota do que eu senti em toda a droga da minha vida. Garotas como Lena Cole, que fazem um homem sentir todo o caminho do chapéu até as botas, só significam uma coisa: Problemas. Especialmente para caras como eu, que não precisam de justificativa para ter problemas. Eles são atraídos para mim como uma mariposa pela luz, assim como eu sou fodidamente atraído por Lena.

Notas finais
Então, Bray e Jess, sim ou não? Me diga o que acha!!! bjos :*