Os Seis Guerreiros - O Início
11 A caminho de Svartalheim
Notas iniciais
– Shhhhh! — diz Anna para os outros atras dela. — Vamos devagar.
– Anna? — diz Rapunzel sussurrando. — Como nós vamos para Svartalheim?
– É simples! — diz Anna. — Wise tem bolas de cristais mágicos, que podem nos mandar para qualquer um dos nove reinos, o que temos que fazer é apenas que pegar duas ou três e ir direto para Svartalheim.
– E você sabe onde estão? — diz Merida.
– Não, mas provavelmente aqui ou no laboratório do Wise! — diz Anna.
Então lá foram eles procurar cautelosamente pelas bolas de cristais, mas não encontraram em lugar nenhum, chegaram até a entrar no quarto de Wise e de Allainn, mas nada.
Soluço se vira para Anna que já estava desesperada e diz:
– Anna, esquece, não vamos encontra-las.
– Cala a boca Soluço! Você não sabe de nada! — diz Anna com uma lagrima descendo pelo seu rosto.
– Mas Anna... — diz Jack se virando para Anna, mas Anna não o deixa terminar a frase.
– CALA A BOCA JACK! — grita Anna.
– Shh Anna, você vai acordar Allainn e Wise. — diz Soluço.
Anna então cai no chão e começa a chorar.
– Me desculpe. — diz Anna. — Eu só quero a minha irmã de volta, ela é minha unica familia, e se eu a perder... — e Anna chorou mais ainda.
Soluço e Jack trocam olhares, olhares de cupa. Soluço então se abaixa ao lado de Anna para conforta-la.
– Hey gente! venham aqui na cozinha ver uma coisa! — diz Merida.
– O que é? — diz Anna com uma voz meio roca.
– Venham aqui! — Diz Rapunzel.
Nesse instante nasce um brilhinho de esperança no coração de Anna, ela e Soluço se levantam rapidamente e os três correm até a cozinha.
– O que foi Merida? — diz Jack.
– Olhem o que a gente achou! — diz Merida.
– Um pedaço de papel com coisas escritas! — diz Soluço.
– Não é qualquer papelOlhe mais de perto. — diz Rapunzel.
Anna se aproxima devagar e realmente vê que não é uma folha qualquer, é uma lista de compras, e seu terceiro item e dizia: "comprar mais cristais magicos de díoltóra."
– Haha! Ele compra as bolas! — diz Anna.
– Não, não é possivel. — diz Jack.
– É sim! olha só o terceiro item! — diz Rapunzel ergendo a folha de papel para Jack.
– Tá... e você sabe onde ele mora ou vende?
– É só olhar no mapa! — diz Merida ergendo o um mapa que se encontrava atas de uma prateleira de pratos e copos.
– Nossa! — diz Soluço. — Ou tem alguém nos ajudando, ou a sorte realmente está do nosso lado.
– O que isso importa? — diz Anna — Nós temos o nome do cara e temos sua localização, então vamos!.
Anna nem espera pelos outros sai correndo o mais rapido possivel da pequena casa de Wise, e os outros vão atras dela correndo pelo enorme campo que ficava na frente da casa de Wise.
Enquanto isso em Svartalheim...
Elsa estava sentada em seu mais no seu mais novo trono feito de rochas e gelo. A mais nova rainha de Svartalheim estava mais do que satisfeita vivendo sem se preocupar em sentir, conter, etc. Ma algo a incomodava, mas não tinha certeza do que era. Sua mais nova criada, Ursula, entrava na sala do trono com um copo de água.
– Minha Rainha, sua água. — Diz Ursula.
– Obrigada Ursula. — Elsa pega o copo com água e encole tudo de uma só vez. — Estava morrendo de sede.
– Percebe-se vossa alteza.
– Pode ir agora Ursula, eu acho que não precisarei mais de seus serviços por hoje.
– Sim majestade.
– Mas fique atenta caso eu te chamar.
– Claro majestade.
Ursula sai da sala do trono e deixa Elsa sozinha. Não tão sozinha.
– Eu posso te ver! — diz Elsa. — Por que se esconde? Eu não vou te machucar!
– Eu sei. — diz Loki saindo de tras das sombras da cortinha direita. — Nem se quisesse você poderia.
– O que faz aqui?
– Não posso visitar a mais nova rainha de Svartalheim?
– Claro... — Um sorriso surge no rosto de Loki.
– Então, como vão as coisas?
– Bem eu acho. Todos fazem o que eu mando e não se importam com o frio que faço.
– Isso é mais do que bom devo imaginar.
– Mas algo me incomoda Loki. — diz Elsa se levantando de seu trono,arrastando seu vestido azul claro que parece que foi feito especialmente para ela, indo em direção a Loki. — Minha irmã, ela está bem?
– Por que se importa? — pergunta Loki.
– Ela é minha irmã eu devo me pereocupar.
– Sério? Achei que tinha superado isso para começar sua nova vida.
– Eu sei... mas Anna mesmo assim é minha irmã, ela faz parte da minha vida.
– Qual parte? A boa ou a ruim. — Elsa franze o senho.
– Como assim?
– Você se esqueceu que foi ela que te mandou para a escuridão, fazendo com que você ficasse trancada, mantendo distancia de todos?
– Tem razão...
– Claro que tenho. Agora volte para seu posto Majestade. — Elsa fica parada no mesmo lugar durante alguns minutos com os olhos fechados.
– Alias... belo vestido, você fica muito bem nele. — diz Loki enquanto some nas sombras.
Elsa abre os olhos e ao em vez de ir para o trono vai para seu quarto.
De volta á Nidalvellir...
– É aqui? — pergunta Rapunzel.
– Sim! — responde Anna.
Os cinco entram na loja, o sininho toca quando eles entram, há um homem de costas arrumando as prateleiras, ele não se vira nos primeiros segundos, ele apenas diz:
– Estamos fechado.
– Mas pé uma emergencia! — diz Anna
– São quatro horas da manhã ainda, estamos fechados! — diz o Homem ainda de costas.
– Mas... — insiste Anna.
– Será que eu estou falando outro idioma? — diz o vendedor que logo se vira. Ele era bonito, tinha olhos cor de mel, cabelo castanho e uma barba bem legal.
– Anna! — diz Rapunzel — Deixa comigo.
– Eu já falei para sua amiga...
– Eu sei, mas é que nós precisamos de três pedras magicas,e eu sei que você é um cara bem legal, eu posso sentir, então será que você poderia fazer esse favorzinho pra gente?
– Não!
– Pelo amor de Deus!
– Eu que digo! Escuta lora nós ainda não vamos vender absolutamente nada agora!
– Então pelo menos deveria ter uma placa avisando.
– Puf... eu estou começando a perder a paciência!
– Eu também... — diz Merida apontando seu arco e flecha para o vendedor.
– Q.. que que isso? Você é loca?
– Só quando enchem muito a minha paciência. Dá uma licencinha Rapunzel, para que tenha visão completa da testa dele? — Rapunzel se afasta um pouco. — Desculpa, mas qual é o seu nome?
– Flynn...
– Pois bem Flynn. Eu vou te dar duas escolhas: Ou você nos entrega essas malditas bolas, ou eu vou dar uma flechada bem no meio da sua testa. Você escolhe.
– Ok, ok. E para onde?
– Uma para Svartalheim, e outa para Nidalvellir.
– Haha! Nunca que eu vou te dar uma bola para Svartalheim!
– E por que não? -pergunta Anna.
– Por que é um reino sombrio e secreto, composto por longos e intermináveis túneis que jamais conheceram a luz, os moradores desse reino passam a existência estudando necromancia e segredos ligados à runas proibidas, os doendes negros são maus e impiedoso, eu perderias meu emprego se levasse vocês até lá.
– Mas minha irmã está lá! — Diz Anna.
– Meus pêsames!
– Então... vai querer na testa mesmo ou no olho que pode ser menos doloroso?
– Eu não vou entregar uma bola para Svartalheim há vocês!
– Então vai ser na testa! — Merida prepara a flecha, e quando está prestes a atirar...
– Tudo bem... eu entrego a bola a vocês.
– Melhor assim!
– E com o que pretendem pagar?
– Coloque tudo na conta do Wise que depois a gente acerta. Okay. — Flynn entrega as bolas e os cinco saim da loja.
Quando finalmente saim, Merida quebra a bola para Svartalheim no chão e vão direto para lá, onde Elsa está.
Continua...
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