Uma vida Graciosa, não?
Uma vida Graciosa, não?

Uma vida Graciosa, não?

Synopsis

No Arquipélago Desuriano, o medo tem nome e forma: uma guardiã de pele pálida e olhos púrpuras que governa um bosque onde o tempo se curva à sua vontade. Testemunha ocular da queda de deuses e da ascensão de civilizações, a entidade habita um isolamento absoluto, protegendo o único jardim que a história não ousou tocar. O equilíbrio de séculos é rompido quando uma jovem isarokai, movida por uma curiosidade desprovida de armas ou malícia, adentra o domínio proibido em busca da beleza lendária das flores locais. O que deveria ser um encontro fatal transmuta-se em uma dinâmica inesperada de Mestre e Aprendiz. Entre a crueza da imortalidade e a fragilidade do efêmero, inicia-se uma jornada sobre o custo do conhecimento e o valor de observar o mundo através de olhos que ainda não conhecem o medo.

Écrit par

Voir le profil

jovem escritor brasileiro nascido em 22 de abril de 2002, que estudou Direito e atua como autor de literatura fantástica e narrador de RPG....

Recommandations

0

Soyez le premier à recommander cette histoire aux autres lecteurs !

Total : 1,186 mots
01

Que Graça!

1,186 mots•~6 min

Aucun personnage enregistré pour cette histoire.

Dans le même genre

Um discípulo prodígio, uma torre perdida e cinco presentes que podem salvar - ou condenar - seu destino. Quando a soberba de um discípulo élfico ultrapassa os limites da escola, seus mestres o punem com um exílio singular: uma torre esquecida no coração de uma terra isolada e cinco objetos misteriosos. Sem mestres para corrigir seus erros, sem papéis que o definam e sem apoio, ele terá de transformar orgulho em sabedoria, habilidade em humildade. Entre provações, descobertas e confrontos internos, cada presente revela uma lição - e cada lição aproxima-o do fim do ciclo que o aprisiona. Uma fábula de aprendizado, honra e a construção de um império que não para de crescer. Para quem aprecia artes antigas orientais, intrigas de corte, jornadas de amadurecimento e uma fantasia que valoriza disciplina, tradição e o lento florescer do poder.

"O inverno chegou / que dia alegre / acho que hoje vou fazer / um boneco de neve" Um inverno de pequenas alegrias e grandes saudades. Entre risos, gorros e cenouras, uma amizade improvável nasce entre uma criança e seu boneco de neve - um laço feito de brincadeiras, promessas e despedidas. Um poema em versos simples que celebra a inocência, a espera e o suave adeus que o tempo traz. Para leitores que apreciam versos doces, memórias de infância e um tom melancólico e acolhedor.

Em um mundo marcado pela aparição dos Anjos, a humanidade encontrou na fé uma resposta para o inexplicável. Sob a autoridade da Organização Crist, a verdade tornou-se dogma, e questioná-la, um pecado. Shin Kagami, um jovem articulista de vinte e um anos, jamais aceitou as respostas que lhe foram impostas. Ao se aproximar de segredos que deveriam permanecer enterrados, ele descobrirá que há verdades capazes de abalar os alicerces da própria humanidade. Em um mundo onde a fé governa e a dúvida condena, pensar pode ser o maior dos pecados. E toda heresia começa com uma pergunta.

Corações em busca de harmonia fomentam dentro de si uma perpétua dissonância. Ela faz tinta com a terra seca do quintal; ele dá nome a tudo o que se bebe e jura que água e vinho, juntos, são uma mistura intragável. Anos depois da tarde em que a chuva não veio, a mesma tempestade alcança os dois em lugares diferentes. Talvez seja tarde para voltar. Talvez nunca tenha sido sobre vinho.