Vampiro: O Réquiem
"Vampiro: O Réquiem" é um jogo de RPG (Role-Playing Game) lançado pela editora White Wolf Publishing em 2004. Ele faz parte do Mundo das Trevas, uma linha de jogos que inclui várias outras ambientações como Lobisomem: O Apocalipse e Mago: A Ascensão. No universo de "Vampiro: O Réquiem", os jogadores assumem o papel de vampiros, seres imortais que vivem nas sombras da sociedade humana. Cada jogador interpreta um personagem com suas próprias habilidades, fraquezas e objetivos pessoais. O jogo se passa em uma versão contemporânea do nosso mundo, onde as criaturas sobrenaturais lutam pelo poder e influência. Os vampiros são divididos em clãs, cada um com sua própria linhagem e características distintas. Alguns clãs são conhecidos por sua brutalidade e sede de sangue, enquanto outros são mais sutis e manipuladores. A trama principal envolve a política interna dos clãs vampíricos, bem como a luta contra ameaças externas como caçadores de vampiros ou outras criaturas sobrenaturais. Os jogadores podem escolher se aliar a outros vampiros ou seguir seus próprios caminhos solitários. Uma das principais características do jogo é o sistema de moralidade dos vampiros. Eles precisam lidar com sua fome insaciável por sangue humano sem ceder ao lado mais monstruoso de sua natureza. As escolhas morais dos jogadores têm consequências significativas na narrativa do jogo. "Vampiro: O Réquiem" oferece aos jogadores uma experiência imersiva e sombria, com uma trama complexa e personagens cativantes. O jogo é conhecido por sua atmosfera gótica e temas adultos, explorando questões de poder, moralidade e sobrevivência. No geral, "Vampiro: O Réquiem" é um jogo de RPG aclamado que atrai jogadores interessados em histórias sombrias e intrigantes. Com sua rica ambientação e mecânicas de jogo envolventes, ele oferece aos fãs do gênero uma experiência única no mundo dos vampiros.
Stories and Works
Discover recent reads set in this universe.
Our lives are based on decisions. Some good, some bad... But always in facts that we take for granted in our timelines. We cannot forget that there is a balance to everything, whatever we choose for ourselves. I chose to be cursed, even though the price was too high as a reward. But I would take revenge.
This brown notebook is certainly something very banal, very banal indeed. But of course I don't think much about his appearance when I write, it's more his usefulness that interests me now. It's basically a notebook to remember. It's a notebook for myself. It really wasn't a bad idea. I intend to write it whenever I can, so I don't forget things. Or, at the very least, I forget less. Besides, it's a good pastime for my lucid moments. These moments are increasingly rare. It's sad to diagnose something like this yourself.
"Yes... My face was beautiful, but it wasn't the only one. There was another face, hidden. A face that watched me, that spoke to me, that laughed at me. A face that accompanied me wherever I went. it was, under my skin, hidden in my flesh. The face was here, I knew it. I could hear it, I could feel it. The mirror was useless. It didn't show everything."
"And now, just now, I see how imperfect the method of preserving perfection is. After a few nights, he'll be as dry as I am."


