Fico feliz que tenha gostado da história da maldição. Talvez você não tenha entendido a parte em que Tyumon olhou seu reflexo porque usei o discurso indireto-livre nessa parte, é normal mesmo não pegar de primeira, mas é só ler com mais calma que dá pra pegar a intenção passada.
Bom, vou a uma breve explicaçãozinha: Os contos são a menor parte de representação escrita de uma determinada história. Apresentam início, meio e fim, portanto não tem continuação, já que sua história chega a uma conclusão sem muitos rodeios. Isso também significa que nos contos, os personagens não são muito desenvolvidos ou explorados, eles têm de ter uma breve aparição sem muitos detalhes de personalidade, assim a história fica curta e objetiva, o que é bem característico dos contos. Outro ponto importante dos contos é que eles não deixam explicitamente a mensagem, ficando a encargo do leitor sua própria interpretação com a subjetividade deixada nas entrelinhas, mas não só de morais se fazem um conto, já que o mesmo possa ser apenas uma lenda fantasiosa de um povo ou mitos nunca explicados que correm de geração para geração.
Espero que entenda que esse conto foi único assim como o primeiro e todos os outros que terão segmento nos próximos. Espero estar agradando, pois eu mesmo estou ansioso para reescrever a história da Dark Forces em si.
Obrigado pelo comentário, espero continuar a ver-te por aqui. Inté, Takeru.
É, o ladrãozinho se ferrou bonito.
Eu até já imagino quem é essa árvore, e o que o Falcomon deu pro Tyumon comer.
Mas, como vai ter alguns que ainda nao sabem o que e quem são, vou ficar quieto.
Uma duvidazinha: esse conto vai ter parte dois ?
Ou vai ser o fim da historia?
Com muita expectativa nesse filme, TakeruTakashi
O que mais gostei: Da maldição
O que acho que pode melhorar: Só fiquei meio perdido sobre no que o Tyumon se refletia
Olá Takeru, mais uma vez obrigado por comentar.
Fico feliz que tenha gostado da história da maldição. Talvez você não tenha entendido a parte em que Tyumon olhou seu reflexo porque usei o discurso indireto-livre nessa parte, é normal mesmo não pegar de primeira, mas é só ler com mais calma que dá pra pegar a intenção passada.
Bom, vou a uma breve explicaçãozinha: Os contos são a menor parte de representação escrita de uma determinada história. Apresentam início, meio e fim, portanto não tem continuação, já que sua história chega a uma conclusão sem muitos rodeios. Isso também significa que nos contos, os personagens não são muito desenvolvidos ou explorados, eles têm de ter uma breve aparição sem muitos detalhes de personalidade, assim a história fica curta e objetiva, o que é bem característico dos contos. Outro ponto importante dos contos é que eles não deixam explicitamente a mensagem, ficando a encargo do leitor sua própria interpretação com a subjetividade deixada nas entrelinhas, mas não só de morais se fazem um conto, já que o mesmo possa ser apenas uma lenda fantasiosa de um povo ou mitos nunca explicados que correm de geração para geração.
Espero que entenda que esse conto foi único assim como o primeiro e todos os outros que terão segmento nos próximos. Espero estar agradando, pois eu mesmo estou ansioso para reescrever a história da Dark Forces em si.
Obrigado pelo comentário, espero continuar a ver-te por aqui. Inté, Takeru.