Eu achei a história muito boa e envolvente, e o fato do narrador culpar o Fábio, que não fez muita coisa além de querer ser o que não era, criam uma atmosfera muito boa. A única coisa que faltou foi florear o texto um pouco mais pra mim ficou meio cru. Mesmo assim, gostei muito, parabéns.
O que mais gostei: A história
O que acho que pode melhorar: A escrita
O texto ficou assim de propósito, mas acho que acabei exagerando com isso. A ideia era fazer algo simples e direto, mas não posso dizer que estou acostumado a escrever assim. Se você, por algum motivo, ler outras coisas que eu escrevi (fora, eu acho, "mudanças" que eu tentei criar o mesmo efeito, e acho que tive mais sucesso lá), vai ver que meus textos costumam ser detalhados e com mais coisas nas entre-linhas, metáforas e desvios de assunto. Não tão diretos quanto tentei fazer esse.
Acho que se eu quiser escrever assim devo praticar mais.
Isso aqui me lembrou aquela nossa discussão sobre escolhas, e como um influência o outro. Acho que isso reforça aquela minha teoria de que a vida é como uma grande teia de aranha, onde tudo se conecta de alguma forma. Tudo depende de nossas escolhas, e das escolhas dos outros. É assim que consigo ver.
O que mais gostei: as consequencias
O que acho que pode melhorar: Nada.
Talvez aquela nossa conversa tenha tido influência nessa história. Não sei dizer, mas a ideia foi mostrar mais ou menos isso, que pouca coisa, que parece influenciar apenas uma pessoa, sempre influencia muito mais.
Fantástico; me lembrou um jogo de dominó,como se uma ação levasse a outra, e você escreveu de uma maneira leve, simples e intacta, quem está lendo consegue imaginar as pessoas caminhando nas ruas e uma situação desse tipo acontecendo; consequências, ações. Pobre Fábio, parece que por culpa dele, todos morreram, embora quem sabe eles já não tivessem a morte marcada em outra ocasião próxima?
A única coisa que não entendi foi esse trecho:
O corpo de Alexandre, que fora atingido pelo homem voador caiu em cima do carro de Rosana, esmagando o carro e o crânio das duas pessoas.
Alexandre deveria ser pesado então, e a Rosana, foi atingida também?
Adorei seu texto, simples, ele me levou a refletir sobre ações comuns e ao que elas podem levar, ou algo assim. Parabéns, excelente.
Bem, Alexandre iria cair na calçada. Mas como foi atingido, acabou sendo jogado um pouco para o lado, caindo em cima do carro.
Não sei se você já viu algo sobre pessoas caindo de prédios altos, seja em filmes, documentários, ou sites na internet mesmo.
Bem, quanto mais alta a queda, mais rápido o objeto, ou no caso, corpo, cai. Quanto mais rápido, mais forte. Considerando um prédio alto (não sei, 25 andares?) qualquer coisa de simples 50 quilos destruiria um carro. E foi o que aconteceu, vou imaginar que Alexandre teria uns 70 kg, o que deixa o impacto realmente bem forte. Esmagou o carro, atingiu Rosana também.
Bem, a ideia foi bem sobre ação e reação. Uma coisa incomum levando a uma consequência grave. Estive pensando esses dias que a lei da gravidade não devia se chamar lei. "Lei" é uma coisa que você não deve desrespeitar porque acarreta consequências sérias. Mas você consegue desrespeitar se quiser. Já a gravidade não é desrespeitável, então não acho que deva se encaixar como lei. Se bem que, no caso do conto, tal lei é desrespeitada. Percebe? Houve consequências.
Eu achei a história muito boa e envolvente, e o fato do narrador culpar o Fábio, que não fez muita coisa além de querer ser o que não era, criam uma atmosfera muito boa. A única coisa que faltou foi florear o texto um pouco mais pra mim ficou meio cru. Mesmo assim, gostei muito, parabéns.
O que mais gostei: A história
O que acho que pode melhorar: A escrita
O texto ficou assim de propósito, mas acho que acabei exagerando com isso. A ideia era fazer algo simples e direto, mas não posso dizer que estou acostumado a escrever assim. Se você, por algum motivo, ler outras coisas que eu escrevi (fora, eu acho, "mudanças" que eu tentei criar o mesmo efeito, e acho que tive mais sucesso lá), vai ver que meus textos costumam ser detalhados e com mais coisas nas entre-linhas, metáforas e desvios de assunto. Não tão diretos quanto tentei fazer esse.
Acho que se eu quiser escrever assim devo praticar mais.
Obrigado pelo review. *-*
Isso aqui me lembrou aquela nossa discussão sobre escolhas, e como um influência o outro. Acho que isso reforça aquela minha teoria de que a vida é como uma grande teia de aranha, onde tudo se conecta de alguma forma. Tudo depende de nossas escolhas, e das escolhas dos outros. É assim que consigo ver.
O que mais gostei: as consequencias
O que acho que pode melhorar: Nada.
Talvez aquela nossa conversa tenha tido influência nessa história. Não sei dizer, mas a ideia foi mostrar mais ou menos isso, que pouca coisa, que parece influenciar apenas uma pessoa, sempre influencia muito mais.
Fantástico; me lembrou um jogo de dominó,como se uma ação levasse a outra, e você escreveu de uma maneira leve, simples e intacta, quem está lendo consegue imaginar as pessoas caminhando nas ruas e uma situação desse tipo acontecendo; consequências, ações. Pobre Fábio, parece que por culpa dele, todos morreram, embora quem sabe eles já não tivessem a morte marcada em outra ocasião próxima?
A única coisa que não entendi foi esse trecho:
O corpo de Alexandre, que fora atingido pelo homem voador caiu em cima do carro de Rosana, esmagando o carro e o crânio das duas pessoas.
Alexandre deveria ser pesado então, e a Rosana, foi atingida também?
Adorei seu texto, simples, ele me levou a refletir sobre ações comuns e ao que elas podem levar, ou algo assim. Parabéns, excelente.
Princess Grey
Bem, Alexandre iria cair na calçada. Mas como foi atingido, acabou sendo jogado um pouco para o lado, caindo em cima do carro.
Não sei se você já viu algo sobre pessoas caindo de prédios altos, seja em filmes, documentários, ou sites na internet mesmo.
Bem, quanto mais alta a queda, mais rápido o objeto, ou no caso, corpo, cai. Quanto mais rápido, mais forte. Considerando um prédio alto (não sei, 25 andares?) qualquer coisa de simples 50 quilos destruiria um carro. E foi o que aconteceu, vou imaginar que Alexandre teria uns 70 kg, o que deixa o impacto realmente bem forte. Esmagou o carro, atingiu Rosana também.
Bem, a ideia foi bem sobre ação e reação. Uma coisa incomum levando a uma consequência grave. Estive pensando esses dias que a lei da gravidade não devia se chamar lei. "Lei" é uma coisa que você não deve desrespeitar porque acarreta consequências sérias. Mas você consegue desrespeitar se quiser. Já a gravidade não é desrespeitável, então não acho que deva se encaixar como lei. Se bem que, no caso do conto, tal lei é desrespeitada. Percebe? Houve consequências.
Enfim, obrigado pelo review. Adorei ele.