Fico muito feliz, Yuuki! A drabble tá sendo muito legal de encaixar coisas levinhas e bobas, mas também trazer essas indagações que um homem/boneco faria. Ou deveria fazer, né?
Verdade. Crianças não deveriam levar fardos tão pesados... que bom que ao menos nisso o Ken pode ajudar de verdade: fazer com que uma criança seja uma criança, nem que não for exatamente brincando de boneco. Curada um pouco a ferida aberta no capítulo anterior, muito obrigada :')
Awin, feliz por ter passado esse merthiolate sem arder na ferida, amg XD É duro, né? Eu fui a criança que ouvia coisa demais pra minha faixa etária, sei que não é o ideal mesmo. Por mais que os problemas envolvam crianças, elas tem que sentir que existem adultos no controle da situação para resolvê-la. Muito lindo o Ken entender isso e oferecer a brincadeira, o lúdico, para o August!
Com a Diana, aí sim a conversa pode ser mais séria.
É incrível como, tanto na drabble do ano passado como nessa, você conseguiu trazer um ritmo de complexidade que conseguimos acompanhar. Vai se desenrolando, envolvendo e fazendo pensar, cumprindo seu objetivo.
Gosto como vemos esse Ken como um ser pensante, que está conseguindo entender e montando seu próprio senso crítico da realidade, partindo especialmente do ponto de como isso afeta as outras pessoas.
Deu para perceber a empatia dele com o medo de August e também seu cuidado para resgardá-lo. Não precisava fazer mais perguntas e tocar em tópicos sensíveis. Só dele ter falado para Ken sobre seus receios já mostra que está se abrindo e sentindo-se confortável com ele mesmo sendo uma figura masculina.
Falando sobre aquela menção a Monster High, siiim. Eu li o 1⁰ livro com 13 anos e amei a Melody Carver, o contexto que ela trazia sobre a realidade do mundo de aparências enquanto acompanhávamos o desenrolar das coisas na perspectivas dos monstros, traçando aquela linha do que é humano, do que é monstro, o que é bom ou errado, herói e vilão. E eu simplesmente me apaixonei pelo Michael. Ele é um bombom, precioso mesmo. Em 2020 reli o livro e dei sequência na série, que traz a perspectiva da Cleo, Clawdeen e Draculaura. Descobrimos um pouco mais de cada. Como estava em idade diferente, algumas coisas pareceram caricatas, mas o que me desapontou foram alguns acontecimentos pontuais, como a Cleo sendo extremamente egocêntrica, enquanto nos desenhos ela pode ser narcisista, mas se importa com as amigas e ama verdadeiramente o Deuce (no livro é meio que porque eles ficam bem juntos); e a própria Melody Carver. Não gostei do desenvolvimento da história dela, ainda mais o final. Senti MUITA raiva mesmo.
Ainda bem que Ken não caiu nos livros da Monster High. Imagina se ele acabasse entrando em confusão com a diferença entre o universo da Mattel das monstrinhas e o que as histórias dizem? Melhor nos atermos aos fatos reais e às novas amizades nessa jornada dele, sobre ele, para ele. Agora, juntos!
Oi, lindonaa! Tudo bem e a senhorita? Awin, assim você me envaidece! (pode continuar me elogiando KKKKKKKK) Brincadeiras a parte, agradeço demais o carinho. Sinto que começo as drabbles no "vamo ver o que vira" porque tenho mais uma sensação de onde quero chegar do que uma história com muitas ações. Aí bate aquela incerteza se tá só muito reflexivo + blablablá do que uma narrativa de verdade KKKK Então fico feliz de que essas indagações do protagonista não apenas estão fazendo sentido na história, como também trazem aquela sensação à mais no peito. Puuuxa, eu só o primeiro livro das Monster High! Eu tinha gostado da Melody também, lembrava de uma amiga minha enquanto lia porque ela era encanada com o nariz. Hoje, tá ok com ele, mas a gente sabe a pressão pra cirurgia que rola mesmo. Duro quando a gente percebe que tá caricato demais, né? Faz parte de amadurecer (embora eu também seja da opinião de que, só porque o livro/obra é infantil, não precisa ser raso e caricato demais). E fiquei tristinha de como desenvolveram a Cleo, sempre achei ela icônica e interessante nos desenhos! Verdade, hein? Melhor não cair em universo confuso e com crossover KKKKKKKK Até!
Olá, Shala! 💖
E o Ken foi um divo nesse capítulo! Ele falou tudo! Isso de ser o machão e querer rebaixar todo mundo que é "minoria" é puro preconceito e burrice, abaixo o patriarcado!!! Espero que o August tenha entendido a mensagem. E aproveite a infância enquanto ainda tem tempo, infelizmente, passa rápido esses momentos de paz...
Beijos 💖 Indo pro próximo!
O Ken tá sendo um amorzinho com esse garoto!
Vamos ver qual será o tom da conversa com a Diana...
É a Kenergy insuperável do querido KASDJAKSJD Desta vez, numa versão mais saudável. Tropa de quem gosta de personagens doces e amadurecendo >>>
Com a Diana, aí sim será uma conversa de adultos!
É isso aí, abaixo o patriarcado! Nairobi aprovaria!
Gostando demais das reflexões da sua história ♥
E bora dinamitar o patriarcado, IHAAAA!
Fico muito feliz, Yuuki! A drabble tá sendo muito legal de encaixar coisas levinhas e bobas, mas também trazer essas indagações que um homem/boneco faria. Ou deveria fazer, né?
Verdade. Crianças não deveriam levar fardos tão pesados... que bom que ao menos nisso o Ken pode ajudar de verdade: fazer com que uma criança seja uma criança, nem que não for exatamente brincando de boneco. Curada um pouco a ferida aberta no capítulo anterior, muito obrigada :')
Awin, feliz por ter passado esse merthiolate sem arder na ferida, amg XD É duro, né? Eu fui a criança que ouvia coisa demais pra minha faixa etária, sei que não é o ideal mesmo. Por mais que os problemas envolvam crianças, elas tem que sentir que existem adultos no controle da situação para resolvê-la. Muito lindo o Ken entender isso e oferecer a brincadeira, o lúdico, para o August!
Com a Diana, aí sim a conversa pode ser mais séria.
Oii, Lauren!! Tudo bem?
É incrível como, tanto na drabble do ano passado como nessa, você conseguiu trazer um ritmo de complexidade que conseguimos acompanhar. Vai se desenrolando, envolvendo e fazendo pensar, cumprindo seu objetivo.
Gosto como vemos esse Ken como um ser pensante, que está conseguindo entender e montando seu próprio senso crítico da realidade, partindo especialmente do ponto de como isso afeta as outras pessoas.
Deu para perceber a empatia dele com o medo de August e também seu cuidado para resgardá-lo. Não precisava fazer mais perguntas e tocar em tópicos sensíveis. Só dele ter falado para Ken sobre seus receios já mostra que está se abrindo e sentindo-se confortável com ele mesmo sendo uma figura masculina.
Falando sobre aquela menção a Monster High, siiim. Eu li o 1⁰ livro com 13 anos e amei a Melody Carver, o contexto que ela trazia sobre a realidade do mundo de aparências enquanto acompanhávamos o desenrolar das coisas na perspectivas dos monstros, traçando aquela linha do que é humano, do que é monstro, o que é bom ou errado, herói e vilão. E eu simplesmente me apaixonei pelo Michael. Ele é um bombom, precioso mesmo. Em 2020 reli o livro e dei sequência na série, que traz a perspectiva da Cleo, Clawdeen e Draculaura. Descobrimos um pouco mais de cada. Como estava em idade diferente, algumas coisas pareceram caricatas, mas o que me desapontou foram alguns acontecimentos pontuais, como a Cleo sendo extremamente egocêntrica, enquanto nos desenhos ela pode ser narcisista, mas se importa com as amigas e ama verdadeiramente o Deuce (no livro é meio que porque eles ficam bem juntos); e a própria Melody Carver. Não gostei do desenvolvimento da história dela, ainda mais o final. Senti MUITA raiva mesmo.
Ainda bem que Ken não caiu nos livros da Monster High. Imagina se ele acabasse entrando em confusão com a diferença entre o universo da Mattel das monstrinhas e o que as histórias dizem? Melhor nos atermos aos fatos reais e às novas amizades nessa jornada dele, sobre ele, para ele. Agora, juntos!
Até!
Oi, lindonaa! Tudo bem e a senhorita?
Awin, assim você me envaidece! (pode continuar me elogiando KKKKKKKK) Brincadeiras a parte, agradeço demais o carinho. Sinto que começo as drabbles no "vamo ver o que vira" porque tenho mais uma sensação de onde quero chegar do que uma história com muitas ações. Aí bate aquela incerteza se tá só muito reflexivo + blablablá do que uma narrativa de verdade KKKK Então fico feliz de que essas indagações do protagonista não apenas estão fazendo sentido na história, como também trazem aquela sensação à mais no peito.
Puuuxa, eu só o primeiro livro das Monster High! Eu tinha gostado da Melody também, lembrava de uma amiga minha enquanto lia porque ela era encanada com o nariz. Hoje, tá ok com ele, mas a gente sabe a pressão pra cirurgia que rola mesmo.
Duro quando a gente percebe que tá caricato demais, né? Faz parte de amadurecer (embora eu também seja da opinião de que, só porque o livro/obra é infantil, não precisa ser raso e caricato demais). E fiquei tristinha de como desenvolveram a Cleo, sempre achei ela icônica e interessante nos desenhos!
Verdade, hein? Melhor não cair em universo confuso e com crossover KKKKKKKK
Até!