Olha, essa palavra foi bem osso, literalmente kkkkkkkk Milla foi a responsável pela síndrome das ulnas quebradas de ontem.
Agora focando no capítulo, eu admito que entendo a revolta dos pais do Jacinto, perder o filho de uma maneira tão precoce deve ser duro e ainda mais num cenário como esse, talvez pelo luto ou pela falta de aceitação da realidade, se tornou mais fácil encontrar um culpado para isso, para descontar a raiva e a revolta, e erroneamente, jogaram a culpa pra cima do Apolo.
Não justifica, mas dá para entender.
E o Apolo com peso na consciência, ah, não tô bem!
Kkkkkkkk né, coitado do povo que quebrou as ulnas logo no começo das histórias.
Perfeita sua análise! Concordo totalmente. Dá pra entender mesmo, por mais que acabe sendo uma injustiça, mas numa situação como essa, a reação acaba não sendo muito racional. Eu sinceramente não sei o que faria no lugar deles... acho que foram até "suaves" pro contexto da época kkkk
Imagino que a expressão presente de grego nasceria aí. Nada como receber seu filho morto como brinde para criar um novo ditado popular. Ademais, é interessante como o amor de Apolo o humanizam. Nem mesmo insultos dos mortais o indignam. Ele se sente merecedor disso em vez da sua exaltação.
Tadinho! A barra que ele tá passando não tá sendo fácil e olha que ele é um Deus. Achei bem pesado aquela frase final onde ele diz que não merecia que eles rezassem por ele.
Olá, Matt! ♥
Olha, essa palavra foi bem osso, literalmente kkkkkkkk Milla foi a responsável pela síndrome das ulnas quebradas de ontem.
Agora focando no capítulo, eu admito que entendo a revolta dos pais do Jacinto, perder o filho de uma maneira tão precoce deve ser duro e ainda mais num cenário como esse, talvez pelo luto ou pela falta de aceitação da realidade, se tornou mais fácil encontrar um culpado para isso, para descontar a raiva e a revolta, e erroneamente, jogaram a culpa pra cima do Apolo.
Não justifica, mas dá para entender.
E o Apolo com peso na consciência, ah, não tô bem!
Beijos, indo pro próximo! ♥
Olá! ♥
Kkkkkkkk né, coitado do povo que quebrou as ulnas logo no começo das histórias.
Perfeita sua análise! Concordo totalmente. Dá pra entender mesmo, por mais que acabe sendo uma injustiça, mas numa situação como essa, a reação acaba não sendo muito racional. Eu sinceramente não sei o que faria no lugar deles... acho que foram até "suaves" pro contexto da época kkkk
Apolo se martirizando, coitado...
Beijos! ♥
É triste, mas entendo a dor dos pais. Apollo tbm foi um querido, ele poderia ter acabado com o mundo (literalmente) para não ser contrariado.
Pois é... Não deve ser nada fácil.
Pra você ver que ele tá tão abalado que nem tem forças pra acabar com o mundo kkkk
Imagino que a expressão presente de grego nasceria aí. Nada como receber seu filho morto como brinde para criar um novo ditado popular. Ademais, é interessante como o amor de Apolo o humanizam. Nem mesmo insultos dos mortais o indignam. Ele se sente merecedor disso em vez da sua exaltação.
Aahuhashuashs imagina só! O presente de grego não foi o cavalo de Troia e sim o corpo de Jacinto. Genial xD
É bem isso, nada como o amor e a dor pra abalarem aquela arrogância divina. A ponto de ele não querer que rezem pra ele por não se achar merecedor.
Tadinho! A barra que ele tá passando não tá sendo fácil e olha que ele é um Deus. Achei bem pesado aquela frase final onde ele diz que não merecia que eles rezassem por ele.
Pesado!
Com certeza... Até deuses ficam de luto e sofrem. E imagina o que é pra um deus não se achar digno das preces de alguém, né. Bem pesado mesmo :/