o passado sempre está repleto de respostas, que nós mesmos vivenciamos e criamos, mas acaba parecendo uma terra inexplorada e nunca vista. então toda reminiscência parece muito incerta. talvez seja muito difícil reconhecer a si mesmo do passado, entender as próprias decisões e ações, depois de certo tempo. acho que no fundo, por mais que uma pessoa possa amadurecer, essencialmente é a mesma do passado. então para quem tem uma mudança muito profunda, daquela que o torna irreconhecível até pros outros a sua volta, uma viagem ao passado pode ser ainda mais estranha e curiosa.
gostei de como pareceu que o eu lírico sente certo conforto e melancolia ao relembrar do que foi no passado, como um espelho para o futuro, mesmo que isso possa gerar uma sensação estranha pelas memórias vagas.
De fato, o passado é uma terra misteriosa, onde muitas coisas ficam esquecidas ou adormecidas; que só nos damos conta quando realmente o visitamos novamente.
Sobre o fator de se reconhecer no passado, e principalmente a sua afirmativa sobre "essencialmente ser a mesma do passado", eu concordo. Acredito que a maturidade ou experiência são apenas instrumentos que o tempo coloca à nossa frente, como novas interações, que daí surgem conceitos que pensamos ser novos na nossa personalidade. Todavia, em essência, é só o que nós já somos, colocados à prova em novas situações.
Ainda assim, é uma viagem curiosa quando nos deleitamos com a melancolia e conforto do passado. É interessante vislumbrar e, também, entender o que fomos para que, quem sabe, isso possa refletir em um "espelho futuro".
Enfim, adorei sua interpretação, e agradeço pelo comentário sempre especial ^^'. Acho que isso seja tudo, então... até a próxima~
A
AlecSilvaHead
Não te beijarei, pois sou apaixonada pela morte,
E nela encontro o abraço que busco em ti.
O silêncio do além é meu deleite, O frio da sepultura é o toque que desejo sentir.
A morte é minha amante,
Sua presença é o beijo que anseio, Não há espaço em minha essência para o teu desejo,
Pois minha alma já se entregou ao sombrio.
Não preciso dos lábios que pedem ser tocados
, Nem do sangue que sugaria minha vitalidade,
Pois já me embriaguei com o encantamento do fim,
E no esquecimento encontro minha serenidade.
Portanto, não insistas, não há mais espaço para nós, a morte me preenche completamente, sem necessidade de mais,
Vamos, diga deix-me me matar. vamos peça.
O que mais gostei: Resposta do poema Vampira
R
Romântica Gótica
Só sei que Munnin é um corvo de Odin, o que tem a ver com alquimia não sei.
A proposta para o acervo é se ligar não exclusivamente à Alquimia, mas a boa parte do misticismo, religiões tidas como pagãs também (como a nórdica); além de também descrever sobre mistérios e contos fantasiosos (como vampiros, lobisomens etc).
O chamariz principal de ser "Alquimia" é que seriam poemas mais voltados para a veia do mistério e misticismo. Queria explorar ciganos, culturas celtas/nórdicas, entre outros temas que são considerados até "bruxarias" por alguns.
É uma ideia; embora, eventualmente, eu me disponha a testar algumas técnicas que fujam um pouco dessa proposta "principal".
hi.
o passado sempre está repleto de respostas, que nós mesmos vivenciamos e criamos, mas acaba parecendo uma terra inexplorada e nunca vista. então toda reminiscência parece muito incerta. talvez seja muito difícil reconhecer a si mesmo do passado, entender as próprias decisões e ações, depois de certo tempo. acho que no fundo, por mais que uma pessoa possa amadurecer, essencialmente é a mesma do passado. então para quem tem uma mudança muito profunda, daquela que o torna irreconhecível até pros outros a sua volta, uma viagem ao passado pode ser ainda mais estranha e curiosa.
gostei de como pareceu que o eu lírico sente certo conforto e melancolia ao relembrar do que foi no passado, como um espelho para o futuro, mesmo que isso possa gerar uma sensação estranha pelas memórias vagas.
see you soon.
Heey,
De fato, o passado é uma terra misteriosa, onde muitas coisas ficam esquecidas ou adormecidas; que só nos damos conta quando realmente o visitamos novamente.
Sobre o fator de se reconhecer no passado, e principalmente a sua afirmativa sobre "essencialmente ser a mesma do passado", eu concordo. Acredito que a maturidade ou experiência são apenas instrumentos que o tempo coloca à nossa frente, como novas interações, que daí surgem conceitos que pensamos ser novos na nossa personalidade. Todavia, em essência, é só o que nós já somos, colocados à prova em novas situações.
Ainda assim, é uma viagem curiosa quando nos deleitamos com a melancolia e conforto do passado. É interessante vislumbrar e, também, entender o que fomos para que, quem sabe, isso possa refletir em um "espelho futuro".
Enfim, adorei sua interpretação, e agradeço pelo comentário sempre especial ^^'. Acho que isso seja tudo, então... até a próxima~
Não te beijarei, pois sou apaixonada pela morte,
E nela encontro o abraço que busco em ti.
O silêncio do além é meu deleite, O frio da sepultura é o toque que desejo sentir.
A morte é minha amante,
Sua presença é o beijo que anseio, Não há espaço em minha essência para o teu desejo,
Pois minha alma já se entregou ao sombrio.
Não preciso dos lábios que pedem ser tocados
, Nem do sangue que sugaria minha vitalidade,
Pois já me embriaguei com o encantamento do fim,
E no esquecimento encontro minha serenidade.
Portanto, não insistas, não há mais espaço para nós, a morte me preenche completamente, sem necessidade de mais,
Vamos, diga deix-me me matar. vamos peça.
O que mais gostei: Resposta do poema Vampira
Só sei que Munnin é um corvo de Odin, o que tem a ver com alquimia não sei.
A proposta para o acervo é se ligar não exclusivamente à Alquimia, mas a boa parte do misticismo, religiões tidas como pagãs também (como a nórdica); além de também descrever sobre mistérios e contos fantasiosos (como vampiros, lobisomens etc).
O chamariz principal de ser "Alquimia" é que seriam poemas mais voltados para a veia do mistério e misticismo. Queria explorar ciganos, culturas celtas/nórdicas, entre outros temas que são considerados até "bruxarias" por alguns.
É uma ideia; embora, eventualmente, eu me disponha a testar algumas técnicas que fujam um pouco dessa proposta "principal".