Eita que o 14 de novembro tá chegando. Vou ficar de olho nas notícias, vai que tu é um viajante do tempo.
~pulinho
BU! Oi, Noah. Chegar, demorei um pouco por causa do trabalho. Tutu pom do lado daí?
Esse capítulo foi muito pesado. Eu entendo a importância desse tipo de narrativa e eu fico contente em ver que o teu eu lírico tem um domínio sobre isso. Mas parte de mim se preocupa sobre o quanto você coloca de você e da sua vida aqui. Desejo que esteja tudo bem por aí, Noah.
Eu tenho uma sugestão pra você, especialmente na parte das falas jurídicas. Você já viu transcrição de áudio? É a forma como a gente escreve o que é falado. Tem algumas limitações do ponto de vista de estrutura narrativa, porque apresenta fala e interjeições. Eu acho que pode ser um recurso legal pra esses elementos, como se a gente estivesse escutando um áudio gravado no tribunal. Sem muita descrição, mais o som. Não sei, acho que combina com a tua história. Se você se interessar dá uma olhada, ou pode me mandar uma MP que eu posso explicar melhor.
Sobre críticas, minha maior sugestão é uma revisão. Tem algumas frases confusas e mudanças de tempo verbal que prejudicam a leitura. Mas uma relida breve resolve esses detalhes.
Agora, o que eu mais gostei nesse capítulo foi a narrativa. Eu diria que a tua narrativa é muito crua, mas não num sentido pejorativo. Eu gosto de descrição, de eventos bem definidos, da estrutura de preparação, mas você também tem esse artifício que eu não faço ideia o que é, mas me lembra muito os textos do Joe Hill (o filho do Stephen King). É um texto certeiro, ele não enrola, mas ele não deixa a desejar no sentido de transmitir a mensagem. É gostoso de ler, eu gosto pra caralho, se me permitir usar o francês.
Fico puta com as situações pelas quais o Vince passa. Se posso te confessar, já passei por algumas delas e eu tenho essa relação de amor e ódio com essas histórias, porque eu quero ver um final diferente. Mas eu também sei como é a realidade e eu não consigo fugir do fato de que representar a realidade tal qual ela é também é uma arte pouco explorada.
A despeito de qualquer magia, poder ou força que tenhamos aqui, tudo o que Vince vive é muito real. Talvez por isso sua narrativa é tão atraente.
Me mordi de raiva quando publicaram o diário dele. E acho homens com ego muito frágil por ficarem tão pistolas porque um cara se interessou por eles. Mas de novo, é a realidade. Queria mesmo era ver Vince tacando o maior terror nessa escola, cortando cabeças, um banho de sangue - sou super a favor, inclusive.
Foi um excelente capítulo. Declaro este meu favorito, ainda que ele seja doloroso.
Parabéns pelo excelente trabalho ;3 quisera eu que fosse mais apreciado.
Um beso, Noah, te vejo no próximo capítulo.
O que mais gostei: O tom dolorido da narração.
O que acho que pode melhorar: Mudança de tempo verbal, erros de digitação.
Eita que o 14 de novembro tá chegando. Vou ficar de olho nas notícias, vai que tu é um viajante do tempo.
~pulinho
BU! Oi, Noah. Chegar, demorei um pouco por causa do trabalho. Tutu pom do lado daí?
Esse capítulo foi muito pesado. Eu entendo a importância desse tipo de narrativa e eu fico contente em ver que o teu eu lírico tem um domínio sobre isso. Mas parte de mim se preocupa sobre o quanto você coloca de você e da sua vida aqui. Desejo que esteja tudo bem por aí, Noah.
Eu tenho uma sugestão pra você, especialmente na parte das falas jurídicas. Você já viu transcrição de áudio? É a forma como a gente escreve o que é falado. Tem algumas limitações do ponto de vista de estrutura narrativa, porque apresenta fala e interjeições. Eu acho que pode ser um recurso legal pra esses elementos, como se a gente estivesse escutando um áudio gravado no tribunal. Sem muita descrição, mais o som. Não sei, acho que combina com a tua história. Se você se interessar dá uma olhada, ou pode me mandar uma MP que eu posso explicar melhor.
Sobre críticas, minha maior sugestão é uma revisão. Tem algumas frases confusas e mudanças de tempo verbal que prejudicam a leitura. Mas uma relida breve resolve esses detalhes.
Agora, o que eu mais gostei nesse capítulo foi a narrativa. Eu diria que a tua narrativa é muito crua, mas não num sentido pejorativo. Eu gosto de descrição, de eventos bem definidos, da estrutura de preparação, mas você também tem esse artifício que eu não faço ideia o que é, mas me lembra muito os textos do Joe Hill (o filho do Stephen King). É um texto certeiro, ele não enrola, mas ele não deixa a desejar no sentido de transmitir a mensagem. É gostoso de ler, eu gosto pra caralho, se me permitir usar o francês.
Fico puta com as situações pelas quais o Vince passa. Se posso te confessar, já passei por algumas delas e eu tenho essa relação de amor e ódio com essas histórias, porque eu quero ver um final diferente. Mas eu também sei como é a realidade e eu não consigo fugir do fato de que representar a realidade tal qual ela é também é uma arte pouco explorada.
A despeito de qualquer magia, poder ou força que tenhamos aqui, tudo o que Vince vive é muito real. Talvez por isso sua narrativa é tão atraente.
Me mordi de raiva quando publicaram o diário dele. E acho homens com ego muito frágil por ficarem tão pistolas porque um cara se interessou por eles. Mas de novo, é a realidade. Queria mesmo era ver Vince tacando o maior terror nessa escola, cortando cabeças, um banho de sangue - sou super a favor, inclusive.
Foi um excelente capítulo. Declaro este meu favorito, ainda que ele seja doloroso.
Parabéns pelo excelente trabalho ;3 quisera eu que fosse mais apreciado.
Um beso, Noah, te vejo no próximo capítulo.
O que mais gostei: O tom dolorido da narração.
O que acho que pode melhorar: Mudança de tempo verbal, erros de digitação.