Essa foi uma leitura muito interessante e delicada. Li em sequência, sem pausa, e sei que em algum momento vou precisar ler novamente para me atentar aos detalhes e tentar absorver melhor as informações apresentadas.
Mas enfim.
Os capítulos eram intrigantes, me fizeram questionar muito sobre o personagem principal e tentar compreendê-lo. Na carta que ele escreveu com fúria foi realmente muito revelador e surpreendente. Foi uma carta visceral. E a sequência da carta pedindo perdão me ilustrou o que acontecia na relação deles. Foi contado que Gwyn perdia o controle algumas vezes e dizia coisas que a magoava e que ele se desculpava depois, mas somente tivemos mostrado o momento que se conheceram. Então ver acontecendo através das cartas foi interessante.
Suspeitei que ele estivesse enviando as cartas, mas que inconscientemente estivesse ele mesmo buscando e dando algum fim ao que escrevia. Quando Gwyn mencionou o incômodo da estante, eu presumi que estivesse guardando as cartas ali e inconscientemente evitando também. Li os capítulos com aquela dúvida se ela estava ou não lá, temendo que a resposta ficasse muito no ar xD Então o capítulo final foi muito esclarecedor.
O momento em que ele estava experimentando a agonia, o êxtase e a paz foi uma parte tão... avassaladora. A morte é um tema que considero delicado, envolve muito o que acreditamos junto a uma possível dúvida mesmo com o que escolhemos acreditar. Em tudo que li até hoje acho que nunca tinha visto uma abordagem como essa e nessa perspectiva, que trouxe os pensamentos do personagem de forma tão convicta.
Ora, fico muito agraciado e lisonjeado pelo seu comentário nessa minha singela fic também, muito obrigado! ^~^' Como descrevi nas notas, eu escrevi essa história aos 16 anos, apenas adaptando algumas coisas que minha persona aos 16 ainda não tinha muita noção e.e'.
A ideia da história era explorar a nuance do relacionamento entre os personagens, sobretudo suas características mais psicológicas (especialmente do protagonista), colocando em um estilo meio terror/sobrenatural. Fico feliz que tenha alcançado esses objetivos de alguma forma, como num thriller de suspense e mistério.
Isso, claro, dado as pequenas inclinações de dúvida para manter a curiosidade, tal qual mencionou o incômodo com a estante, ao qual eu queria traçar alguns paralelos sobre loucura e a mistura entre fantasia e realidade (arquétipos bem correlacionados ao enlouquecimento).
Ainda, na questão da descrição de como é a morte, acho o assunto delicado também, com diversas perspectivas e nuances ligadas muito a moral subjetiva ou a uma ideia intrínseca já consolidada. Foi um pensamento que me vi apegado à época, e essa "convicção" do personagem era justamente pra mostrar uma "arrogância" do mesmo, seguida pelo erro e uma passiva aceitação de seu destino. Deixa-me contente saber que consegui de alguma forma passar essa percepção.
A ideia era construir uma história sob a perspectiva de Anne também, ao qual ainda divago sobre a possibilidade, a fim de que convergisse com a descrita nessa fic.
Enfim, fico feliz por ter apreciado a história, e pelos elogios ao longo de sua interpretação. Achei deveras singular e prezo bastante por análises desse tipo, que discorrem sobre as percepções que se tem da história enquanto lê. Reforço meus votos de agradecimento pelo comentário e por todos os elogios e impressões ao longo dele. Muito obrigado! Acredito ser tudo, até~
Olá!
Essa foi uma leitura muito interessante e delicada. Li em sequência, sem pausa, e sei que em algum momento vou precisar ler novamente para me atentar aos detalhes e tentar absorver melhor as informações apresentadas.
Mas enfim.
Os capítulos eram intrigantes, me fizeram questionar muito sobre o personagem principal e tentar compreendê-lo. Na carta que ele escreveu com fúria foi realmente muito revelador e surpreendente. Foi uma carta visceral. E a sequência da carta pedindo perdão me ilustrou o que acontecia na relação deles. Foi contado que Gwyn perdia o controle algumas vezes e dizia coisas que a magoava e que ele se desculpava depois, mas somente tivemos mostrado o momento que se conheceram. Então ver acontecendo através das cartas foi interessante.
Suspeitei que ele estivesse enviando as cartas, mas que inconscientemente estivesse ele mesmo buscando e dando algum fim ao que escrevia. Quando Gwyn mencionou o incômodo da estante, eu presumi que estivesse guardando as cartas ali e inconscientemente evitando também. Li os capítulos com aquela dúvida se ela estava ou não lá, temendo que a resposta ficasse muito no ar xD Então o capítulo final foi muito esclarecedor.
O momento em que ele estava experimentando a agonia, o êxtase e a paz foi uma parte tão... avassaladora. A morte é um tema que considero delicado, envolve muito o que acreditamos junto a uma possível dúvida mesmo com o que escolhemos acreditar. Em tudo que li até hoje acho que nunca tinha visto uma abordagem como essa e nessa perspectiva, que trouxe os pensamentos do personagem de forma tão convicta.
Parabéns pela história!
Até!
Hey,
Ora, fico muito agraciado e lisonjeado pelo seu comentário nessa minha singela fic também, muito obrigado! ^~^' Como descrevi nas notas, eu escrevi essa história aos 16 anos, apenas adaptando algumas coisas que minha persona aos 16 ainda não tinha muita noção e.e'.
A ideia da história era explorar a nuance do relacionamento entre os personagens, sobretudo suas características mais psicológicas (especialmente do protagonista), colocando em um estilo meio terror/sobrenatural. Fico feliz que tenha alcançado esses objetivos de alguma forma, como num thriller de suspense e mistério.
Isso, claro, dado as pequenas inclinações de dúvida para manter a curiosidade, tal qual mencionou o incômodo com a estante, ao qual eu queria traçar alguns paralelos sobre loucura e a mistura entre fantasia e realidade (arquétipos bem correlacionados ao enlouquecimento).
Ainda, na questão da descrição de como é a morte, acho o assunto delicado também, com diversas perspectivas e nuances ligadas muito a moral subjetiva ou a uma ideia intrínseca já consolidada. Foi um pensamento que me vi apegado à época, e essa "convicção" do personagem era justamente pra mostrar uma "arrogância" do mesmo, seguida pelo erro e uma passiva aceitação de seu destino. Deixa-me contente saber que consegui de alguma forma passar essa percepção.
A ideia era construir uma história sob a perspectiva de Anne também, ao qual ainda divago sobre a possibilidade, a fim de que convergisse com a descrita nessa fic.
Enfim, fico feliz por ter apreciado a história, e pelos elogios ao longo de sua interpretação. Achei deveras singular e prezo bastante por análises desse tipo, que discorrem sobre as percepções que se tem da história enquanto lê. Reforço meus votos de agradecimento pelo comentário e por todos os elogios e impressões ao longo dele. Muito obrigado! Acredito ser tudo, até~