"... um amor em preto e branco". Uma construção que eu nunca tinha pensado, mas que faz bastante sentido.
~dancinha
oi oi oi Bree. Tutu pom?
Este capítulo foi mais profundo, permitindo que conhecêssemos mais detalhadamente nossos protagonistas. Gostei como tua narrativa é concisa e toma seu tempo pra montar o cenário. Como de praxe, quero destacar os pontos que eu acho que podem ser melhorados e reforçar uma revisão do uso da pontuação com mais precisão. A inexistência de uma pontuação mais acertada torna a leitura mais difícil, o que implica na necessidade de reler trechos do capítulo para melhor compreensão, como a conversa entre Addie e Anne - que acredito ser mãe de Addie também, isso?
Mais uma vez, após estas considerações, me dedico a apontar o que eu gostei aqui.
Addie é um atrativo muito interessante. Adhara é um nome muito criativo e eu acho que, mesmo inconscientemente, combina com ela. Parece revolto, livre, caótico e pertencente a si mesmo, de uma maneira que parece combinar coma rebeldia controlada que Addie parece demonstrar. É como se ela quisesse ser uma boa menina, mas ainda tendo aquele ímpeto juvenil dentro de si. Fiquei curiosa com a história da família dela e do porquê ela chama anne de "anne" [nome que eu sugiro escrever com letra maiúscula "Anne"]. A parte do término demonstrou que não é pra todo mundo que o amor vem assim, no primeiro beijo. Gostei de como você trabalhou isso, deixou a conversa muito diferente do que a gente espera quando se trabalha uma dolescente.
Damian - que carrega o nome do menino demônio - também tem seus demônios internos aos quais precisa exorcizar. Eu gostei muito da realidade do uso de alcool e medicamentos. Acontece muito, e muitos alunos que se destacam como prodígio, fazem uso justamente pra manter o nível. Achei uma pincelada de realidade, um retrato cruel. Muito bom. E o jeito provocativo entre ele e Addie é muito ensino médio, nossa, altas recordações haha. Gostei muito desse trabalho impecável de um slice of life. Eu acho que este capítulo foi um enfoque múltiplo nos demônios e dúvidas e mistérios de cada um dos nossos personagens centrais.
Muito bom, Bree.
Um beso, eu te vejo em breve.
[eu escutei novamente "Are You Satisfied?" pra acompanhar esse capítulo e tentar pegar sua essência. O trechinho que começa ali no " 'Cause it's my problem if I want to pack up..." e segue me fez pensar muito nesse capítulo, especialmente sobre o fato de que parece que a música casa tanto com o Damian quanto com a Addie, como se ela fosse um recorte da vida deles].
O que mais gostei: "Adhara era um legado"
O que acho que pode melhorar: Os problemas anteriormente observados persistem.
Oi! Obrigada de verdade pelo seu feedback, irei me atentar em suas observações e obrigada novamente por traze-las a tona.
E sobre o relacionamento entre Adhara e uma de suas mães, a Kiraz, ela a chama anne, porque segundo alguns sites e o google tradutor é assim que se fala mãe em turco, que é o país de origem de Kiraz.
Sobre a situação de Damian o uso de medicamentos de um de seus amigos e a situação em relação ao luto o fez exagerar em relação ao álcool e até mesmo em relação aos medicamentos. E sim, meu objetivo é tornar as intrigas entre elas o mais próximo da realidade de dois adolescentes que mesmo sendo diferentes tipos de prodígios eles ainda possuem apenas 17/18 anos.
obrigada novamente pelo feedback e espero que goste e aproveite o capítulo de hoje
"... um amor em preto e branco". Uma construção que eu nunca tinha pensado, mas que faz bastante sentido.
~dancinha
oi oi oi Bree. Tutu pom?
Este capítulo foi mais profundo, permitindo que conhecêssemos mais detalhadamente nossos protagonistas. Gostei como tua narrativa é concisa e toma seu tempo pra montar o cenário. Como de praxe, quero destacar os pontos que eu acho que podem ser melhorados e reforçar uma revisão do uso da pontuação com mais precisão. A inexistência de uma pontuação mais acertada torna a leitura mais difícil, o que implica na necessidade de reler trechos do capítulo para melhor compreensão, como a conversa entre Addie e Anne - que acredito ser mãe de Addie também, isso?
Mais uma vez, após estas considerações, me dedico a apontar o que eu gostei aqui.
Addie é um atrativo muito interessante. Adhara é um nome muito criativo e eu acho que, mesmo inconscientemente, combina com ela. Parece revolto, livre, caótico e pertencente a si mesmo, de uma maneira que parece combinar coma rebeldia controlada que Addie parece demonstrar. É como se ela quisesse ser uma boa menina, mas ainda tendo aquele ímpeto juvenil dentro de si. Fiquei curiosa com a história da família dela e do porquê ela chama anne de "anne" [nome que eu sugiro escrever com letra maiúscula "Anne"]. A parte do término demonstrou que não é pra todo mundo que o amor vem assim, no primeiro beijo. Gostei de como você trabalhou isso, deixou a conversa muito diferente do que a gente espera quando se trabalha uma dolescente.
Damian - que carrega o nome do menino demônio - também tem seus demônios internos aos quais precisa exorcizar. Eu gostei muito da realidade do uso de alcool e medicamentos. Acontece muito, e muitos alunos que se destacam como prodígio, fazem uso justamente pra manter o nível. Achei uma pincelada de realidade, um retrato cruel. Muito bom. E o jeito provocativo entre ele e Addie é muito ensino médio, nossa, altas recordações haha. Gostei muito desse trabalho impecável de um slice of life. Eu acho que este capítulo foi um enfoque múltiplo nos demônios e dúvidas e mistérios de cada um dos nossos personagens centrais.
Muito bom, Bree.
Um beso, eu te vejo em breve.
[eu escutei novamente "Are You Satisfied?" pra acompanhar esse capítulo e tentar pegar sua essência. O trechinho que começa ali no " 'Cause it's my problem if I want to pack up..." e segue me fez pensar muito nesse capítulo, especialmente sobre o fato de que parece que a música casa tanto com o Damian quanto com a Addie, como se ela fosse um recorte da vida deles].
O que mais gostei: "Adhara era um legado"
O que acho que pode melhorar: Os problemas anteriormente observados persistem.
Uau... eu não esperava um comentário!
Oi! Obrigada de verdade pelo seu feedback, irei me atentar em suas observações e obrigada novamente por traze-las a tona.
E sobre o relacionamento entre Adhara e uma de suas mães, a Kiraz, ela a chama anne, porque segundo alguns sites e o google tradutor é assim que se fala mãe em turco, que é o país de origem de Kiraz.
Sobre a situação de Damian o uso de medicamentos de um de seus amigos e a situação em relação ao luto o fez exagerar em relação ao álcool e até mesmo em relação aos medicamentos. E sim, meu objetivo é tornar as intrigas entre elas o mais próximo da realidade de dois adolescentes que mesmo sendo diferentes tipos de prodígios eles ainda possuem apenas 17/18 anos.
obrigada novamente pelo feedback e espero que goste e aproveite o capítulo de hoje