Sei que você vai me achar um pervertido por dizer isso, mas o nome da Anália me fez rir. Que mal ela fez aos pais pra ser chamada assim?
Deixando essas questões de lado, adorei a personagem. Eu tenho um ponto fraco com mulheres com a famigerada "resting bitch face", e tudo na caracterização da delegada me soletrou RBF. Gosto de como ela parecia incomodada com Deus e o mundo, como vê o trabalho, como detesta jornalistas e como tem ciência de que nada vai acontecer da forma como ela espera. Me pareceu o tipo de personagem pra se acompanhar de perto, e espero que isso aconteça bastante nos próximos capítulos.
Eu poderia jurar que o sumiço de uma tatuadora de mundanos passaria batido na sociedade mágica dessa história, então foi interessante ver que o fato ganhou certa importância. O mesmo poderia ser dito da misteriosa questionadora que apareceu na entrevista. The plot thickens, indeed.
Adorei a dinâmica entre os irmãos e, num nível menor, o detalhismo com que você apresentou a magia. O Perpétuo vem se provando uma de suas melhores criações, e conhecer mais sobre ele foi um deleite pra devoradores de worldbuilding como eu.
Ainda assim, o Dante roubou a cena. Adorei as respostas rápidas, o bom humor responsável e o fato de ele ser estagiário (não me lembro de ter visto um estagiário numa história de fantasia antes). A antipatia dele para com magos abre margem para um lado sombrio, então fico na expectativa pra ver o que você faz com ele. Posso não ter mencionado tanto a Thea, mas no caso dela eu sinto que é cedo demais para comentar em algo que não seja a curiosidade.
(Antes de tudo, queria dizer que acho hilário como minhas saudações parecem agressivas com o seu nick, ou no mínimo sarcásticas. Sempre rio um pouquinho depois de escrever "Olá, Arrogante" kkkkk)
Tenho que confessar, essa dubiedade com o nome "Anália" jamais me passou pela cabeça. Estudei com uma garota com esse nome e sempre achei um nome lindo, o senhor implantou sérias dúvidas na minha cabeça depois desse comentário hahaha Tirando da listinha de possíveis nomes de crianças... Enfim, para o bem ou para o mal, é o nome que os pais da delegada resolveram dar a ela.
Eu gosto bastante da delegada, porque sinto uma certa empatia pelo mau humor inofensivo, acho um pouquinho atraente, até. Ainda teremos bastante dela para acompanhar, e espero que o interesse por ela seja recompensador.
Como esses "mágicos de rua" tipo a Ísis são uma espécie de magos de segunda classe, o sequestro dela demorou um pouco para chegar ao conhecimento da elite, mas depois de dois ou três dias, quando deixou de ser uma tatuadora sequestrada para uma maga sequestrada, aí o interesse público se voltou para o caso com tudo.
Não julgo o menino Dante ter roubado a cena, num primeiro momento ele se destaca ao lado da Thea mesmo, mas garanto que ambos os irmãos são interessantes e adoráveis. Mal posso esperar para apresentá-los melhor.
Agradeço muitíssimo pela leitura e pelo comentário, mesmo que eu demore para respondê-los, saiba que me deixam muito feliz a partir do momento em que os recebo.
Hello! Anália tem Antigone vibes. Já gostei dela! Parece inteligente, confiante, um pouquinho sem paciência.
Fernando Aluísio soa bem babaquinha mesmo, vou concordar com a Anália. Mas a tal da mulher de óculos escuros roubou a cena por ser, além de babaca, falsa. Eu amo um vilão que causa o caos sorrindo, estou atenta nela (se é que ela é mesmo uma vilã). Ainda mais com as capacidades de manipulação que ela claramente tem.
Achei intrigante a implicação de que alguém da polícia está envolvido, e mais ainda o rebuliço que isso vai causar agora que vazou na mídia. Eu pessoalmente acho que o sequestro da Ísis é obra dos Sânticos, mas não descarto o Levante 100% também não. Levando em consideração a ameaça que ela e a Eleonora receberam, os Sânticos parecem bem mais prováveis, mas pelo que podemos ver no blog, o Levante também não é santo. Enfim. Estarei atenta e maquinando mais teorias.
Sobre Thea e Dante: que amores :3 Eu amo muito como você captou os dois com tanta perfeição! O jeitinho dramático da Thea, o carinho e o carisma do Dante, a relação próxima dos dois. Ficou perfeito! Achei simplesmente adorável a Thea hiperfixando nas poucas matérias interessantes do curso, muito dentro de personagem! Ela é a rainha dos neuroatípicos de diagnóstico ambíguo e eu a amo por isso. Só fiquei com pena dela tendo que ir no jantar de família chato sem o Dante, mas entendo 1000% ele sair fora. Esse menino ainda vai cair no soco com os magos chatos algum dia kkkkkk! Tô bem ansiosa pra ver como você vai retratar essa questão familiar, inclusive, já estou preparada para sofrer horrores.
Aleatório, mas agora senti vontade de andar nesse trem. O jeito que você descreveu fez soar insanamente legal, e a vista da cidade dele ser linda. Inclusive, gostei do detalhe de até na passagem do trem os magos terem certos privilégios. Contribui bastante para construir esse cenário de conflito e segregação.
Peço desculpas pela enorme demora em aparecer, mas adorei o capítulo, e estarei esperando ansiosamente pelo próximo! Beijos!
Eu juro que tentei responder seu comentário no dia seguinte ao que atualizei o capítulo 4, mas a minha internet (a sabotadora!) entrou em uma maré de azar por quase uma semana. Felizmente eu guardei a resposta com todo o carinho :3
Eu não tinha pensado na Ana como uma Antigone mais light, mas agora que você apontou, gostei da comparação.É um pouquinho engraçado responder esse comentário já tendo lido o seguinte e sabendo da evolução de seus sentimentos sobre ela hahaha
Bom, se essa tal mulher de óculos ouvisse você chamá-la de babaca e de falsa, é capaz dela ficar coradinha por achar que foi um elogio! Como pessoa ela é meio podre, mas gosto dela, não vou mentir.
Eu imaginei que o bilhete recebido pela Eleonora seria uma pista falsa no caso da Ísis, mas a própria Ísis no prólogo já sabia que não eram magos invadindo o estúdio dela. Além do fato de serem furtivos demais para magos (mago chega arrebentando a porta da frente mesmo, não faz emboscadinha não haha), eles usavam armas elétricas, e isso atrapalha a magia de forma geral, não apenas a vítima, então magos jamais usariam essas armas.
Fico muito feliz que tenha gostado da Thea e do Dante, qualquer deslize que eu cometa com a retratação deles você tem total liberdade de me dar um puxão de orelha para eu poder corrigir. Também tive pena da Thea, nada pior do que um evento demorado cheio de gente chatona, mas vou me abster de comentar sobre eventuais trocas de soco envolvendo o Dante por enquanto kkkkkk
Eu também gostaria de dar uma voltinha no trem. Pior que eu não consigo me imaginar dentro do Perpétuo. Na minha cabeça eu entendo que a galera nas paredes sente como se estivesse no chão, mas o "camera man" da minha cabeça não pegou direito a perspectiva da cena e eu enxergo tudo torto, ô tristeza!
Nada de se desculpar por supostos atrasos! Aqui nós não trabalhamos com prazos nem nos capítulos, imagine nos comentários kkkkkk Muito obrigada por ler! ♥
Sei que você vai me achar um pervertido por dizer isso, mas o nome da Anália me fez rir. Que mal ela fez aos pais pra ser chamada assim?
Deixando essas questões de lado, adorei a personagem. Eu tenho um ponto fraco com mulheres com a famigerada "resting bitch face", e tudo na caracterização da delegada me soletrou RBF. Gosto de como ela parecia incomodada com Deus e o mundo, como vê o trabalho, como detesta jornalistas e como tem ciência de que nada vai acontecer da forma como ela espera. Me pareceu o tipo de personagem pra se acompanhar de perto, e espero que isso aconteça bastante nos próximos capítulos.
Eu poderia jurar que o sumiço de uma tatuadora de mundanos passaria batido na sociedade mágica dessa história, então foi interessante ver que o fato ganhou certa importância. O mesmo poderia ser dito da misteriosa questionadora que apareceu na entrevista. The plot thickens, indeed.
Adorei a dinâmica entre os irmãos e, num nível menor, o detalhismo com que você apresentou a magia. O Perpétuo vem se provando uma de suas melhores criações, e conhecer mais sobre ele foi um deleite pra devoradores de worldbuilding como eu.
Ainda assim, o Dante roubou a cena. Adorei as respostas rápidas, o bom humor responsável e o fato de ele ser estagiário (não me lembro de ter visto um estagiário numa história de fantasia antes). A antipatia dele para com magos abre margem para um lado sombrio, então fico na expectativa pra ver o que você faz com ele. Posso não ter mencionado tanto a Thea, mas no caso dela eu sinto que é cedo demais para comentar em algo que não seja a curiosidade.
O que mais gostei: Dante
Olá, Arrogante,
(Antes de tudo, queria dizer que acho hilário como minhas saudações parecem agressivas com o seu nick, ou no mínimo sarcásticas. Sempre rio um pouquinho depois de escrever "Olá, Arrogante" kkkkk)
Tenho que confessar, essa dubiedade com o nome "Anália" jamais me passou pela cabeça. Estudei com uma garota com esse nome e sempre achei um nome lindo, o senhor implantou sérias dúvidas na minha cabeça depois desse comentário hahaha Tirando da listinha de possíveis nomes de crianças... Enfim, para o bem ou para o mal, é o nome que os pais da delegada resolveram dar a ela.
Eu gosto bastante da delegada, porque sinto uma certa empatia pelo mau humor inofensivo, acho um pouquinho atraente, até. Ainda teremos bastante dela para acompanhar, e espero que o interesse por ela seja recompensador.
Como esses "mágicos de rua" tipo a Ísis são uma espécie de magos de segunda classe, o sequestro dela demorou um pouco para chegar ao conhecimento da elite, mas depois de dois ou três dias, quando deixou de ser uma tatuadora sequestrada para uma maga sequestrada, aí o interesse público se voltou para o caso com tudo.
Não julgo o menino Dante ter roubado a cena, num primeiro momento ele se destaca ao lado da Thea mesmo, mas garanto que ambos os irmãos são interessantes e adoráveis. Mal posso esperar para apresentá-los melhor.
Agradeço muitíssimo pela leitura e pelo comentário, mesmo que eu demore para respondê-los, saiba que me deixam muito feliz a partir do momento em que os recebo.
Até breve,
Cosmic Madness ♥
Hello! Anália tem Antigone vibes. Já gostei dela! Parece inteligente, confiante, um pouquinho sem paciência.
Fernando Aluísio soa bem babaquinha mesmo, vou concordar com a Anália. Mas a tal da mulher de óculos escuros roubou a cena por ser, além de babaca, falsa. Eu amo um vilão que causa o caos sorrindo, estou atenta nela (se é que ela é mesmo uma vilã). Ainda mais com as capacidades de manipulação que ela claramente tem.
Achei intrigante a implicação de que alguém da polícia está envolvido, e mais ainda o rebuliço que isso vai causar agora que vazou na mídia. Eu pessoalmente acho que o sequestro da Ísis é obra dos Sânticos, mas não descarto o Levante 100% também não. Levando em consideração a ameaça que ela e a Eleonora receberam, os Sânticos parecem bem mais prováveis, mas pelo que podemos ver no blog, o Levante também não é santo. Enfim. Estarei atenta e maquinando mais teorias.
Sobre Thea e Dante: que amores :3 Eu amo muito como você captou os dois com tanta perfeição! O jeitinho dramático da Thea, o carinho e o carisma do Dante, a relação próxima dos dois. Ficou perfeito! Achei simplesmente adorável a Thea hiperfixando nas poucas matérias interessantes do curso, muito dentro de personagem! Ela é a rainha dos neuroatípicos de diagnóstico ambíguo e eu a amo por isso. Só fiquei com pena dela tendo que ir no jantar de família chato sem o Dante, mas entendo 1000% ele sair fora. Esse menino ainda vai cair no soco com os magos chatos algum dia kkkkkk! Tô bem ansiosa pra ver como você vai retratar essa questão familiar, inclusive, já estou preparada para sofrer horrores.
Aleatório, mas agora senti vontade de andar nesse trem. O jeito que você descreveu fez soar insanamente legal, e a vista da cidade dele ser linda. Inclusive, gostei do detalhe de até na passagem do trem os magos terem certos privilégios. Contribui bastante para construir esse cenário de conflito e segregação.
Peço desculpas pela enorme demora em aparecer, mas adorei o capítulo, e estarei esperando ansiosamente pelo próximo! Beijos!
—Venus ♥
Olá, querida Venus ♥
Eu juro que tentei responder seu comentário no dia seguinte ao que atualizei o capítulo 4, mas a minha internet (a sabotadora!) entrou em uma maré de azar por quase uma semana. Felizmente eu guardei a resposta com todo o carinho :3
Eu não tinha pensado na Ana como uma Antigone mais light, mas agora que você apontou, gostei da comparação. É um pouquinho engraçado responder esse comentário já tendo lido o seguinte e sabendo da evolução de seus sentimentos sobre ela hahaha
Bom, se essa tal mulher de óculos ouvisse você chamá-la de babaca e de falsa, é capaz dela ficar coradinha por achar que foi um elogio! Como pessoa ela é meio podre, mas gosto dela, não vou mentir.
Eu imaginei que o bilhete recebido pela Eleonora seria uma pista falsa no caso da Ísis, mas a própria Ísis no prólogo já sabia que não eram magos invadindo o estúdio dela. Além do fato de serem furtivos demais para magos (mago chega arrebentando a porta da frente mesmo, não faz emboscadinha não haha), eles usavam armas elétricas, e isso atrapalha a magia de forma geral, não apenas a vítima, então magos jamais usariam essas armas.
Fico muito feliz que tenha gostado da Thea e do Dante, qualquer deslize que eu cometa com a retratação deles você tem total liberdade de me dar um puxão de orelha para eu poder corrigir. Também tive pena da Thea, nada pior do que um evento demorado cheio de gente chatona, mas vou me abster de comentar sobre eventuais trocas de soco envolvendo o Dante por enquanto kkkkkk
Eu também gostaria de dar uma voltinha no trem. Pior que eu não consigo me imaginar dentro do Perpétuo. Na minha cabeça eu entendo que a galera nas paredes sente como se estivesse no chão, mas o "camera man" da minha cabeça não pegou direito a perspectiva da cena e eu enxergo tudo torto, ô tristeza!
Nada de se desculpar por supostos atrasos! Aqui nós não trabalhamos com prazos nem nos capítulos, imagine nos comentários kkkkkk Muito obrigada por ler! ♥
Até logo,
Cosmic Madness ♥